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POLÍTICA MT

Pivetta reafirma compromisso de não reeditar FETHAB 2 e anuncia plano de R$ 1,5 bilhão para 60 mil moradias

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Governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), nesta quinta-feira (20) durante debate realizado pela Aprosoja, reforçou o compromisso de não reeditar o imposto FETHAB 2. No pronunciamento, apontou que a atuação do senador Wellington Fagundes (PL), presente no evento, e do Congresso Nacional há 35 anos contribuiu para formar uma burocracia excessiva aos empreendedores.

Esse imposto, criado em 2016, é uma cobrança adicional sobre determinadas cadeias do agronegócio em Mato Grosso. Parte dos rurais defende que ele não seja reeditado. Eles argumentam que a taxa surgiu como temporária, mas não foi retirada e atualmente prejudica significativamente o caixa do agronegócio.

“Já me manifestei um tempo atrás e assumi o compromisso de não reeditar o FETHAB 2. Só para lembrar: nos últimos sete anos, em MT fizemos o maior ciclo de investimentos da história. Enquanto isso, em Brasília, os legisladores há 35 anos impõem essa burocracia; esse cipoal que é o sistema brasileiro para qualquer empreendedor. São os legisladores que fizeram isso e um deles está aqui [Wellington Fagundes]”, disse.

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O governador acrescentou que, sem alterar o FETHAB 2, foi possível regularizar as contas do estado. Ele relatou que, atualmente, é possível realizar investimentos sem aumentar impostos porque MT tem uma dívida negativa.

“Temos uma alíquota de dívida negativa, graças aos contribuintes e o governos dos últimos sete anos que, apesar de todos os investimentos feitos, cuidou do crédito e do tesouro. Nós éramos conhecidos como ‘o estado negador de conta’. As viaturas eram bloqueadas pelas locadoras, que não tinham pagamento. Hoje, nossa polícia tem as melhores armas do mundo e anda de carro sem problemas”, pontuou.

Pivetta, por fim, citou que pretende usar os recursos disponíveis para financiar R$ 15, bilhão e viabilizar novas 60 mil residências em MT. Para o governador, a moradia é uma das pautas mais urgentes.

Para viabilizar o projeto, em junho deste ano ele enviou o pedido à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). O financiamento deve ser feito junto à Caixa Econômica Federal, se aprovado pelos deputados.

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“Identificamos que a maior necessidade que MT tem hoje é continuar desenvolvendo moradia. Encaminhamos à ALMT o pedido de financiamento de R$ 1,5 bilhão que vai viabilizar 60 mil novas moradias”, completou.

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POLÍTICA MT

Júlio Campos pede inclusão de caminhada de Tangará da Serra no Calendário Oficial de MT

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Nesta quarta-feira (19/8), durante Sessão Ordinária na Assembleia Legislativa, o deputado Júlio Campos propôs a integração da caminhada religiosa “Tributo & Gratidão à N. Sra. Aparecida”, realizada em Tangará da Serra, ao Calendário Oficial de Eventos de Mato Grosso.

“Esse evento acontece há quase uma década e, além de ser um ato de fé dedicado a Nossa Senhora Aparecida, reúne inúmeros romeiros e turistas na região de Tangará da Serra. Precisamos valorizar essas manifestações culturais e garantir a sua continuidade”, afirmou o parlamentar em plenário.

A peregrinação ocorre desde 2020, quando foi organizado o 1º Tributo e Gratidão à Nossa Senhora, nos moldes da atual caminhada, que se consolidou como um dos eventos de turismo religioso mais importantes do estado. A primeira edição contou com cerca de 440 devotos, que seguiram em romaria de Tangará da Serra até a Pedra da Santa, cumprindo um percurso noturno de 40 quilômetros com duração de 10 a 12 horas.

A primeira missa do evento foi concelebrada por sete sacerdotes e contou com o apoio da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, especialmente dos freis Luciano Souza Santos e Alceu Boniatti, além de religiosos vindos de outras cidades e das irmãs Discípulas do Divino Pastor, de Diamantino.

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Ao longo dos anos, a peregrinação ganhou novos formatos e cresceu. O destino final foi batizado como Santuário de Maria e, em 2024, recebeu a construção de seis capelas para acolher os fiéis.as vindas de 86 municípios. O trajeto totalizador estende-se por rodovias da região, conectando a fé dos peregrinos que partem de Tangará da Serra rumo ao distrito de Deciolândia.

A proposta do deputado Júlio Campos também pede que o evento seja declarado como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Mato Grosso, com sua devida inclusão dentre os destinos turísticos religiosos do Estado e no Calendário Oficial de Eventos do Estado de Mato Grosso, e dá outras providências.

Compromisso com a fé

O deputado Júlio Campos tem compromisso com todas as crenças e com o Estado laico, mas se autodeclara cristão praticante. “Sou um defensor da prática religiosa, independente de todas as bandeiras. É muito importante que a sociedade valorize suas tradições regionais”, afirma o parlamentar.

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