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Mato Grosso

Ministro da Previdência visita agência do INSS em Cuiabá nesta sexta-feira

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Ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz

O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, realiza nesta sexta-feira (21.08) uma visita técnica à Agência da Previdência Social (APS) Cuiabá – Centro. A agenda está marcada para as 14h e deverá incluir uma conversa com jornalistas sobre as ações do governo federal para reduzir a fila do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e melhorar o tempo de atendimento aos segurados em Mato Grosso.

A visita ocorre na unidade localizada na Rua Batista das Neves, sem número, esquina com a Avenida Getúlio Vargas, no bairro Centro-Norte, em Cuiabá.

Durante a agenda, o ministro deverá conhecer a estrutura e acompanhar o funcionamento dos serviços prestados aos beneficiários. Também está prevista a apresentação de informações relacionadas às medidas adotadas para agilizar a análise de requerimentos e ampliar a eficiência no atendimento previdenciário.

A previsão é que Wolney Queiroz atenda a imprensa no local antes ou durante a visita à agência. Entre os assuntos que poderão ser abordados estão o enfrentamento da fila do INSS, o tempo de espera dos segurados e as estratégias específicas para melhorar os serviços oferecidos em Mato Grosso.

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A agenda faz parte das ações do Ministério da Previdência Social voltadas ao acompanhamento das unidades de atendimento e à busca por soluções para reduzir a espera por benefícios e serviços previdenciários.

Serviço

O quê: visita técnica do ministro da Previdência Social à APS Cuiabá – Centro
Quando: sexta-feira, 21 de agosto de 2026, às 14h
Local: Rua Batista das Neves, sem número, esquina com a Avenida Getúlio Vargas, bairro Centro-Norte, Cuiabá
Atendimento à imprensa: previsto durante a visita à agência

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Mato Grosso

Pix movimenta R$ 233,46 bilhões em Mato Grosso nos primeiros sete meses

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O sistema de pagamentos instantâneos movimentou R$ 233,46 bilhões em Mato Grosso entre janeiro e julho de 2026. Os dados são do Banco Central e foram analisados pela Fecomércio-MT em parceria com a Fecomércio-SE. O valor corresponde a uma média de R$ 33,35 bilhões por mês e reforça a presença do Pix nas transações realizadas por empresas, consumidores e demais setores da economia.

Em julho, as operações alcançaram R$ 36,92 bilhões, resultado 15,98% superior ao registrado no mesmo mês de 2025, quando o volume foi de R$ 31,83 bilhões. Na comparação anual, R$ 5,08 bilhões a mais circularam por meio da ferramenta em apenas um mês.

Para o presidente do Sistema Comércio de Mato Grosso, Sebastião Gonçalves, o crescimento está relacionado à mudança nos hábitos de consumo e à digitalização das relações comerciais. Segundo ele, o Pix passou a fazer parte da rotina da população e se consolidou como uma alternativa rápida e acessível para pagamentos.

O dirigente também destacou que a expansão do meio de pagamento favorece empresas dos setores de comércio e serviços, ao facilitar as transações, agilizar os negócios e melhorar a experiência dos consumidores. Na avaliação dele, o movimento acompanha o desempenho de uma economia impulsionada pelo comércio, pelos serviços e pelo agronegócio.

Abril registra maior movimentação do ano

A movimentação do Pix apresentou crescimento ao longo do período analisado, apesar de uma retração pontual em fevereiro, considerada associada à sazonalidade típica do início do ano.

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O maior volume mensal foi registrado em abril, quando Mato Grosso movimentou R$ 37,81 bilhões por meio do sistema. O resultado representou alta de 19,02% em relação a março.

De acordo com o economista Márcio Rocha, o comportamento dos dados combina fatores sazonais com o ritmo da economia estadual. O período entre março e abril coincide com uma intensificação das operações ligadas ao agronegócio, como comercialização da safra, compra de insumos, transporte e liquidação financeira da produção.

Mesmo após o pico de abril, o sistema manteve um volume elevado. Entre abril e julho, todos os meses registraram movimentações acima de R$ 35 bilhões.

Agronegócio influencia movimentação financeira

As características da economia de Mato Grosso ajudam a explicar os ciclos de maior movimentação registrados no Pix. Durante os períodos de comercialização e escoamento da produção agrícola, aumentam as transações relacionadas à compra de insumos, contratação de serviços e circulação de mercadorias.

Márcio Rocha pondera, no entanto, que o volume de transações não deve ser interpretado isoladamente como uma medida de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Para o economista, a movimentação financeira não equivale diretamente à geração de riqueza, mas serve como um indicador da intensidade dos fluxos econômicos e do avanço da digitalização.

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Além do período de maior atividade do agronegócio, o fim do ano também costuma registrar aumento nas operações. Em dezembro de 2025, o Pix movimentou R$ 37,16 bilhões, uma alta de 26,65% em relação a novembro. O resultado foi influenciado pelo pagamento do 13º salário, pelo aumento do consumo das famílias e pelas vendas de fim de ano.

Sistema se consolida entre consumidores e empresas

A alta de 15,98% registrada entre julho de 2025 e julho de 2026 ocorre após a fase inicial de rápida expansão do Pix. Para representantes do setor produtivo, a manutenção do crescimento demonstra que o sistema continua ganhando espaço mesmo depois de alcançar ampla adesão entre consumidores e empresas.

Sebastião Gonçalves avalia que as empresas precisam acompanhar o novo comportamento dos clientes, que buscam praticidade, rapidez e segurança nas compras. Na visão dele, o Pix deixou de ser apenas uma opção adicional de pagamento e passou a integrar a estratégia de atendimento e operação dos negócios.

O economista Márcio Rocha também chama atenção para a capacidade de sustentação do crescimento. Segundo ele, manter uma expansão próxima de 16% em 12 meses indica que o Pix continua ampliando sua importância nos fluxos financeiros, tanto pela transformação estrutural dos meios de pagamento quanto pelo nível de atividade econômica em Mato Grosso.

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