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POLÍCIA

Cavalaria da PM prende homem com sete tabletes de pasta base de cocaína

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Um homem de 48 anos foi preso pela Polícia Militar por tráfico ilícito de drogas na manhã desta quinta-feira (20), em Chapada dos Guimarães. Com ele, os policiais apreenderam sete tabletes e 21 porções de pasta base de cocaína, escondidos em um compartimento oculto de um veículo.

Equipes da Cavalaria realizavam patrulhamento pelas ruas da cidade quando identificaram um Renault Kwid preto cometendo infrações de trânsito. Os militares acompanharam o automóvel e fizeram a abordagem alguns metros adiante.

Durante a fiscalização, o condutor demonstrou nervosismo. Os policiais também perceberam sinais de adulteração em uma das portas traseiras do carro. Questionado, o homem confessou que transportava entorpecentes no veículo.

Na vistoria, os militares localizaram o compartimento oculto e encontraram as drogas. Segundo o suspeito, o material seria levado para Paranatinga.

Diante do flagrante, o homem recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Chapada dos Guimarães, onde a ocorrência foi registrada e foram tomadas as providências cabíveis.

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POLÍCIA

Polícia Civil apreende R$ 240 mil em espécie durante operação contra lavagem de dinheiro em MT

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quinta-feira (20), a Operação Arcana para investigar integrantes de uma facção criminosa suspeitos de lavar dinheiro proveniente do tráfico de drogas em Rondonópolis. Ao todo, são cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nas cidades de Cuiabá e Rondonópolis.

As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco). A ação conta com o apoio operacional da Delegacia Regional de Rondonópolis.

Até o momento, os policiais apreenderam R$ 240 mil em dinheiro vivo. Desse total, R$ 150 mil foram localizados quando o principal investigado realizava um saque em uma agência bancária. O restante foi encontrado durante buscas na residência dele.

O homem é apontado como integrante de uma facção criminosa e suspeito de tentar exercer influência e controle territorial na região do bairro Vila Canaã, em Rondonópolis. A investigação também envolve a companheira dele, que foi alvo das ordens judiciais.

Segundo a Polícia Civil, as apurações começaram após informações sobre a possível participação dos investigados nos crimes de organização criminosa e lavagem de capitais. Durante as diligências, os investigadores identificaram uma suposta incompatibilidade entre a renda lícita conhecida do principal suspeito e o padrão de vida mantido por ele e por sua família.

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Conforme a investigação, o homem não teria vínculo empregatício nem empresa registrada, mas teria morado sucessivamente em condomínios de alto padrão e utilizado veículos de elevado valor registrados em nome de terceiros. Entre os automóveis identificados estão uma Toyota Hilux, avaliada em aproximadamente R$ 270 mil, e uma Toyota SW4 Diamond, estimada em cerca de R$ 475 mil.

A movimentação financeira investigada envolveria o uso recorrente de dinheiro em espécie para o pagamento de despesas e a aquisição de bens. Em algumas situações, os valores seriam entregues a terceiros, que posteriormente realizavam transferências por meio do Pix.

Também foram identificados pagamentos de móveis planejados feitos em dinheiro vivo, além da solicitação para construção de um compartimento oculto em um móvel instalado na residência do investigado. Para a Polícia Civil, o espaço poderia ser utilizado para esconder valores supostamente provenientes de atividades criminosas.

Outro ponto apurado é o possível uso de terceiros para ocultar a propriedade de bens. Além dos veículos, os investigadores localizaram um imóvel em Rondonópolis formalmente registrado em nome de uma familiar do principal suspeito. Apesar disso, ele aparentaria exercer domínio sobre a residência, inclusive com acesso às câmeras de segurança e a outros sistemas do imóvel.

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A companheira do investigado também teria participado da movimentação dos recursos por meio de contas bancárias. A investigação apontou ainda despesas com viagens, hospedagens e outras aquisições consideradas incompatíveis com a renda lícita conhecida dos envolvidos.

Os mandados têm como objetivo apreender celulares, documentos, contratos, comprovantes de pagamentos, registros financeiros, valores em espécie e outros elementos que possam ajudar a esclarecer a origem, a movimentação, a ocultação e a destinação dos recursos. A análise do material apreendido poderá indicar a participação de outras pessoas no esquema.

O nome da operação faz referência ao significado de “Arcana”, relacionado a algo secreto, oculto ou misterioso. A denominação alude, segundo a Polícia Civil, à forma como os investigados supostamente movimentavam os recursos, priorizando o uso de dinheiro em espécie para dificultar o rastreamento das transações.

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