colider
Justiça concede isenção de 50% no pedágio para moradores
A Justiça atendeu ao pedido da 1ª Promotoria de Justiça Cível da comarca de Colíder, garantindo aos moradores do município o direito à isenção de 50% no pagamento do pedágio localizado nas proximidades do km 112 da Rodovia MT-320. A decisão beneficia especificamente os residentes que vivem entre a praça de pedágio e o limite com a cidade de Nova Santa Helena, a aproximadamente 650 km de Cuiabá.
A sentença judicial estabelece que, para usufruir da isenção, os moradores devem realizar um cadastro prévio no âmbito administrativo. Este procedimento requer a apresentação de documentação comprobatória que ateste a residência na área especificada. A medida visa facilitar a mobilidade dos moradores locais, que frequentemente utilizam a rodovia para deslocamentos diários.
Processo de Cadastro
Para garantir a eficácia da medida, os beneficiários devem seguir o processo de cadastro estabelecido. É essencial que os moradores apresentem documentos que comprovem sua residência na área delimitada pela sentença. Detalhes sobre o procedimento de cadastro e os documentos necessários serão divulgados pelas autoridades locais, garantindo que todos os interessados possam se inscrever adequadamente.
colider
Colapso de tubulação interrompe tráfego na MT-140
O tráfego na rodovia MT-140, nas proximidades do rio Braço 2, em Colider (a 610 km de Cuiabá), encontra-se interrompido após o colapso de uma tubulação que cedeu à força das águas. O incidente, próximo à divisa com Nova Guarita, mobiliza equipes da prefeitura, que trabalham para instalar um novo tubo de aço galvanizado, visando restabelecer a passagem o mais breve possível. Contudo, a persistência das chuvas tem dificultado o avanço dos trabalhos.
A situação é reflexo de um cenário de intensas precipitações que assola a região. Na última terça-feira (10), a prefeitura municipal foi obrigada a decretar situação de emergência, após um levantamento indicar danos em impressionantes 956 quilômetros da malha viária rural.
Os impactos econômicos e sociais já são severos. Segundo informações da assessoria municipal, o escoamento da produção de grãos, como a soja, está comprometido, e o transporte de gado, além do transporte escolar, foi interrompido. “São volumes [de chuva] que não eram vistos há pelo menos 46 anos, segundo os moradores mais antigos, que nunca presenciaram tanta água em nosso município. Recentemente, uma chuva dessa magnitude havia ocorrido apenas em janeiro de 2017”, declarou o prefeito Rodrigo Benassi (PRD), através de sua assessoria.
A saturação do solo e o transbordamento de rios resultaram em erosões profundas e atoleiros, isolando parcial ou totalmente comunidades e assentamentos, e afetando diretamente cerca de 6 mil moradores da zona rural. Os gastos emergenciais da prefeitura já superam R$ 992 mil, e a estimativa para a recuperação completa das vias destruídas alcança a cifra de R$ 2,5 milhões. A população aguarda com expectativa as ações de recuperação e o fim do período chuvoso para normalizar a rotina na região.
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