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Índice de Desenvolvimento Humano de Acorizal

Ampliando a dimensão do avanço da população em áreas como cultura e política

Publicados

em


 Ano

1991

2000

IDH-M

0,624

0,695

Educação

0,654

0,763

Longevidade

0,699

0,744

Renda

0,519

0,578

 

 

 

 

 

 

 

 

Evolução 1991-2000
No período 1991-2000, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) de Acorizal cresceu 11,38%, passando de 0,624 em 1991 para 0,695 em 2000. A dimensão que mais contribuiu para este crescimento foi a Educação, com 51,2%, seguida pela Renda, com 27,7% e pela Longevidade, com 21,1%. Neste período, o hiato de desenvolvimento humano (a distância entre o IDH do município e o limite máximo do IDH, ou seja, 1 – IDH) foi reduzido em 18,9%. Se mantivesse esta taxa de crescimento do IDH-M, o município levaria 22,5 anos para alcançar São Caetano do Sul (SP), o município com o melhor IDH-M do Brasil (0,919), e 13,7 anos para alcançar Sorriso (MT), o município com o melhor IDH-M do Estado (0,824).

Situação em 2000
Em 2000, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal de Acorizal é 0,695. Segundo a classificação do PNUD, o município está entre as regiões consideradas de médio desenvolvimento humano (IDH entre 0,5 e 0,8) Em relação aos outros municípios do Brasil, Acorizal apresenta uma situação intermediária: ocupa a 3064ª posição, sendo que 3063 municípios (55,6%) estão em situação melhor e 2443 municípios (44,4%) estão em situação pior ou igual. Em relação aos outros municípios do Estado, Acorizal apresenta uma situação ruim: ocupa a 110ª posição, sendo que 109 municípios (86,5%) estão em situação melhor e 16 municípios (13,5%) estão em situação pior ou igual.

Leia mais:  Ministério Público investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água

Fonte: PNUD / ATLAS

OBS: Estas são as informações oficiais da última edição do PNUD

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Ministério Público investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água

Publicados

em

O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou um procedimento para investigar possíveis irregularidades no abastecimento de água e no sistema de esgotamento sanitário de Acorizal. A apuração começou após uma fiscalização identificar a suposta utilização de cal de construção civil no tratamento da água fornecida à população.

A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo serviço, a Prefeitura de Acorizal e a agência reguladora. Os órgãos deverão adotar providências e prestar informações aos moradores sobre as condições da água distribuída no município.

A investigação teve origem em denúncias recebidas pelos canais de atendimento do Ministério Público, que apontavam possíveis falhas nos sistemas de tratamento de água e esgoto. Diante dos relatos, a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou uma operação conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT.

A inspeção foi realizada no dia 18 de agosto. Durante a vistoria na Estação de Tratamento de Água (ETA), as equipes encontraram sacos de cal normalmente utilizada na construção civil. Conforme o relatório produzido pelos fiscais, o material estaria sendo empregado no tratamento da água destinada aos moradores.

Leia mais:  Ministério Público investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água

Para a promotora Valnice Silva dos Santos, a recomendação busca garantir transparência e assegurar que a população tenha acesso a informações precisas sobre a qualidade da água e as medidas adotadas pelos responsáveis pelo abastecimento.

“É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, afirmou.

Na recomendação, o MPMT determinou que os órgãos e entidades notificados informem as condições atuais do abastecimento, as providências adotadas para garantir a potabilidade da água e as medidas de monitoramento em andamento. Também foi solicitada a publicação periódica dos resultados das análises realizadas e das ações implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída.

Os responsáveis têm prazo de cinco dias para encaminhar ao Ministério Público informações sobre as providências adotadas.

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