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HISTÓRIA DOS MUNICIPIOS DE MATO GROSSO

História do município de Rosário Oeste

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 Em 1751, Inácio Maciel Tourinho e sua mulher, D. Maria Francisca Tourinho, fundaram um sítio à margem direita do ribeirão Monjolo, passando o sítio a ser conhecido pelo nome do ribeiro. Mandaram edificar uma capela, dedicada a Nossa Senhora do Rosário. Devido a essa devoção o lugar tomou o nome de Rosário mais tarde. A imagem de Nossa Senhora do Rosário veio do Rio de Janeiro, por encomenda.

Em 1812, o capitão José Pedro da Silva Prado, Marcelino Rodrigues de Toledo e o tenente-coronel Victoriano Lopes de Macedo, obtém, por carta de sesmaria, umas terras lavradias, com testada à margem direita do Rio Cuiabá, nas imediações do arraial denominado “Monjolo”, anteriormente fundado na sesmaria de Inácio Maciel Tourinho. O novo ponto desenvolveu mais que Monjolo. Em contrapartida, o povoado de Monjolo perdera seu defensor, por falecimento. Faleceu também dona Maria Francisca Tourinho e o povoado entrou em decadência. O povoado vizinho, ao contrário foi crescendo, absorvendo as forças de Monjolo. Por fim, os moradores do novo povoado transladaram a imagem de Nossa Senhora do Rosário e com ela os restantes moradores se bandearam para o povoado novo. A transferência não se fez sem protestos e lutas. Os moradores do povoado novo propuseram então um sorteio, que determinaria a fixação definitiva do sítio urbano. Aceito e realizado, a sorte favoreceu o arraial novo. Aos poucos, porque o povoado se situava rio acima de Cuiabá, foi sendo chamado de Rio Acima e por nome completo: Nossa Senhora do Rosário do Rio Acima. O arraial progrediu. O Decreto nº 30, de 26 de agosto de 1833, elevou o povoado à categoria de freguesia, com a denominação do parágrafo anterior. A freguesia também participava do comércio abastecedor de Cuiabá. 

A Lei Provincial nº 8, de 25 de junho de 1861, criou o município: 

Artigo 1º – Fica elevada à categoria de Villa a freguesia de Nossa Senhora do Rosário, com a denominação de Villa de Nossa Senhora do Rosário – e com os mesmos limites que tinha a freguesia.

A Lei nº 12, de 28 de junho de 1850, havia determinado os limites das Paróquias de Mato Grosso, lei de valor eclesiástico com aplicação civil. A Lei nº 588, de 26 de novembro de 1880, alterou os limites do município. A Lei nº 282, de 6 de abril de 1901, eliminou o município de Diamantino do mapa e submeteu o território vago ao município de Nossa Senhora do Rosário do Rio Acima.

Artigo nº 3 – Fica suprimida a comarca e município de Diamantino, passando o seu território a categoria de simples freguesia pertencente ao município de Rosário.

Corria o tempo das revoluções de Totó Paes versus Ponce. Com a extinção do município de Diamantino, também foi extinta a comarca.

A Lei nº 462, de 4 de agosto de 1906, restaurou o município de Diamantino, mas tornou-se Termo da Comarca de Nossa Senhora do Rosário Rio Acima. A Lei nº 694, de 11 de junho de 1915, altera a denominação do município, simplificando-a para Rosário Oeste. A Lei nº 772, de 16 de junho de 1918, outorgou a Rosário Oeste os foros de cidade.

SIGNIFICADO DO NOME: O nome da localidade é homenagem a Nossa Senhora do Rosário, à qual foi erguida capela, ficando a povoação sendo conhecida pela denominação de Nossa Senhora do Rosário do Rio Acima. Posteriormente foi simplificada para Rosário Oeste, numa alusão à sua posição geográfica e em referência a santa padroeira. 

VEJA AQUI DADOS DO IBGE SOBRE O MUNICÍPIO DE ROSÁRIO OESTE



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HISTÓRIA DOS MUNICIPIOS DE MATO GROSSO

História do município de Tangará da Serra

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Ponto de passagem de históricas expedições, o lugar onde se assenta a sede municipal de Tangará da Serra abrigava um barracão de seringueiros, conforme informações vindas do povo paresí.

Em 1960, Joaquim Oléas e Wanderley Martinez fundaram a empresa Sociedade Imobiliária Tupã para Agricultura Ltda – SITA. O objetivo era a implantação de um pólo agrícola, em face da fertilidade do solo e clima propício da região. 

O lugar, sede da futura cidade, recebeu o nome de Tangará, nome propositadamente escolhido, pois o tangará é pássaro de cores bem definidas, de cabeça encarnada e de canto muito belo. O pássaro tangará recebe outros nomes: fandangueiro, dançador, dançarino e uirapuru. Existe uma lenda que o canto do tangará é tão melodioso que, quando canta, os outros pássaros emudecem para escutá-lo. Com a denominação da localidade de Tangará, os fundadores da colonização queriam dizer que no futuro seria uma povoação excelente e admirável. O termo “da Serra” foi adotado para diferenciar o município mato-grossense do homônimo potiguar e catarinense.

Os primeiros nomes da posse efetiva de Tangará foram de José Itamura, Jonas e Arlindo Lopes. A primeira escola a funcionar em Tangará foi Escola Municipal Santo Antonio, na zona rural, fundada a 18 de julho de 1965, no sítio do Sr. Antônio Galhardo. Nesta época a primeira professora foi dª Iracema da Silva Casa Grande.

Na zona urbana, a primeira escola a funcionar foi a Escolas Reunidas, criada pelo Decreto nº 264, do Diário Oficial de 28 de junho de 1967, tendo como coordenador o Sr. José Davi Nodari, funcionário da prefeitura de Barra do Bugres. Mais tarde a escola passou a chamar-se Grupo Escolar de Tangará da Serra. Nesta fase a diretora era Maria Laura Jhansel – Irmã Mírian. A partir de 1974 mudou novamente de nome: Grupo Escolar Dr. Ataliba Antônio de Oliveira Neto, atuando como diretora a Irmã Osvalda.

Corria fama de terra excelente a da Gleba de Tangará. A administração da colonizadora dera certo. Inicialmente a região pertencia a Diamantino. No entanto, com a criação do município de Barra do Bugres, a região passou para o novo município.

A Lei nº 2.906, de 06 de janeiro de 1969, criou o distrito de Tangará da Serra, no município de Barra do Bugres. A Lei Estadual nº 3.687, de 13 de maio de 1976, pelo deputado José Amando, criou o município. Nas primeiras eleições municipais foi eleita prefeita a Sra. Thaís Bergo, que acumulou prestígio graças à boa administração que teve frente ao executivo municipal de Tangará da Serra.

SIGNIFICADO DO NOME

A denominação da localidade surgiu através de Joaquim Oléas e Wanderley Martinez, donos da empresa Sociedade Imobiliária Tupã para Agricultura Ltda – SITA, que implantou na região um pólo agrícola, tendo como sede a cidade de Tangará. O termo “da Serra” foi adotado para diferenciar o município mato-grossense de homônimo potiguar e catarinense

VEJA AQUI DADOS DO IBGE SOBRE O MUNICÍPIO DE TANGARÁ DA SERRA

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