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HISTÓRIA DOS MUNICIPIOS DE MATO GROSSO

História do município de Paranaíta

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Ariosto da Riva criou a Colonizadora Indeco e adquiriu vasta área de terras devolutas do Estado de Mato Grosso, vencendo uma concorrência pública para colonizar a região de Paranaíta. O núcleo de colonização surgiu em 1979, de um projeto urbano rural, elaborado pela Colonizadora Indeco S/A.

O processo colonizatório de Paranaíta sofreu sérias interferências em função de atividades garimpeiras. O ouro descoberto na área de seu domínio ocasionou a vinda de milhares de pessoas de quase todo o país, à procura de riqueza fácil.

Não nos deteremos em descrever a desordem e luta entre colonizadores e garimpeiros. Se bem que a existência dos garimpos de ouro foi bem recebida pelo comércio, que cresceu e desenvolveu suas atividades.

A extração de madeiras também fez história na região. Os primeiros madeireiros a chegarem à localidade foram Olavo Genz e Ailton Eger, descendentes de alemães. Tanto é que a empresa que tinham passou a ser conhecida como a “Serraria dos Alemães”. Em seguida chegaram à Paranaíta os irmãos Alcides e Zulmiro de Carli, pondo-se a explorar o potencial madeireiro da região.

A primeira professora foi a Sra. Osmilda Sibila Eger e o primeiro médico o Dr. Yukio Miyazima, dono do Hospital São Vicente, sendo que mais tarde entrou para a política, elegendo-se o terceiro prefeito municipal.

 A Lei nº 4.352, de 1º de outubro de 1981, de autoria do deputado Osvaldo Roberto Sobrinho, criou o distrito de Paranaíta, com território no município de Alta Floresta.

No dia 4 de maio de 1986, o povo do distrito de Paranaíta votou num plebiscito, que objetivava consultar sobre a viabilidade da emancipação política. O que se ouviu foi um uníssono “sim”.

A Lei nº 5.004, de 13 de maio de 1986, de autoria do mesmo deputado Osvaldo Roberto Sobrinho, criou o município: 

Artigo nº 1 – Fica criado o município de Paranaíta, com território desmembrado do município de Alta Floresta.

SIGNIFICADO DO NOME

A denominação da localidade foi tomada do nome do Rio Paranaíta, que faz divisa do município, pelas bandas do leste, com o Estado do Pará. Segundo a prefeitura municipal o topônimo homenageia o Estado do Paraná, de onde veio grande parte dos habitantes do lugar, acrescido do sufixo “ita”, que significa pedra. Destaca-se na região um local chamado “Pedra Preta”, de excepcional beleza, abrigando excelente conjunto de pictogravuras. 

VEJA AQUI DADOS DO IBGE SOBRE O MUNICÍPIO DE PARANAÍTA

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HISTÓRIA DOS MUNICIPIOS DE MATO GROSSO

História do município de Tangará da Serra

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Ponto de passagem de históricas expedições, o lugar onde se assenta a sede municipal de Tangará da Serra abrigava um barracão de seringueiros, conforme informações vindas do povo paresí.

Em 1960, Joaquim Oléas e Wanderley Martinez fundaram a empresa Sociedade Imobiliária Tupã para Agricultura Ltda – SITA. O objetivo era a implantação de um pólo agrícola, em face da fertilidade do solo e clima propício da região. 

O lugar, sede da futura cidade, recebeu o nome de Tangará, nome propositadamente escolhido, pois o tangará é pássaro de cores bem definidas, de cabeça encarnada e de canto muito belo. O pássaro tangará recebe outros nomes: fandangueiro, dançador, dançarino e uirapuru. Existe uma lenda que o canto do tangará é tão melodioso que, quando canta, os outros pássaros emudecem para escutá-lo. Com a denominação da localidade de Tangará, os fundadores da colonização queriam dizer que no futuro seria uma povoação excelente e admirável. O termo “da Serra” foi adotado para diferenciar o município mato-grossense do homônimo potiguar e catarinense.

Os primeiros nomes da posse efetiva de Tangará foram de José Itamura, Jonas e Arlindo Lopes. A primeira escola a funcionar em Tangará foi Escola Municipal Santo Antonio, na zona rural, fundada a 18 de julho de 1965, no sítio do Sr. Antônio Galhardo. Nesta época a primeira professora foi dª Iracema da Silva Casa Grande.

Na zona urbana, a primeira escola a funcionar foi a Escolas Reunidas, criada pelo Decreto nº 264, do Diário Oficial de 28 de junho de 1967, tendo como coordenador o Sr. José Davi Nodari, funcionário da prefeitura de Barra do Bugres. Mais tarde a escola passou a chamar-se Grupo Escolar de Tangará da Serra. Nesta fase a diretora era Maria Laura Jhansel – Irmã Mírian. A partir de 1974 mudou novamente de nome: Grupo Escolar Dr. Ataliba Antônio de Oliveira Neto, atuando como diretora a Irmã Osvalda.

Corria fama de terra excelente a da Gleba de Tangará. A administração da colonizadora dera certo. Inicialmente a região pertencia a Diamantino. No entanto, com a criação do município de Barra do Bugres, a região passou para o novo município.

A Lei nº 2.906, de 06 de janeiro de 1969, criou o distrito de Tangará da Serra, no município de Barra do Bugres. A Lei Estadual nº 3.687, de 13 de maio de 1976, pelo deputado José Amando, criou o município. Nas primeiras eleições municipais foi eleita prefeita a Sra. Thaís Bergo, que acumulou prestígio graças à boa administração que teve frente ao executivo municipal de Tangará da Serra.

SIGNIFICADO DO NOME

A denominação da localidade surgiu através de Joaquim Oléas e Wanderley Martinez, donos da empresa Sociedade Imobiliária Tupã para Agricultura Ltda – SITA, que implantou na região um pólo agrícola, tendo como sede a cidade de Tangará. O termo “da Serra” foi adotado para diferenciar o município mato-grossense de homônimo potiguar e catarinense

VEJA AQUI DADOS DO IBGE SOBRE O MUNICÍPIO DE TANGARÁ DA SERRA

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