HISTÓRIA DOS MUNICIPIOS DE MATO GROSSO
História do município de Nova Marilândia
O território do município de Nova Marilândia foi imemorialmente ocupado pelo povo indígena pareci, que recebeu esta denominação ao tempo das “Entradas e Bandeiras”. Na verdade este povo indígena se autodenomina halíti. Nos dias de hoje vivem em reserva especialmente demarcada.
A extensa região do território de Nova Marilândia teve movimentação acentuada na lida garimpeira. A atividade garimpeira permanece até os dias atuais. Os monchões revoltos por garimpeiros guardam história antiga, sem povoamento definitivo.
A ocupação efetiva iniciou-se a partir da construção da linha telegráfica na região, no começo deste século. Foi trabalho desenvolvido pelo Marechal Rondon, e equipe que implantou as Linhas Telegráficas Estratégicas do Mato Grosso ao Amazonas. Outro fator de importância histórica foi a exploração do seringal de Otávio Costa, proprietário de grande área de terras na região.
O desenvolvimento propriamente dito foi retardado, somente a partir da década de cinquenta ocorreria a fundação do núcleo original de povoação. O forte fluxo migratório é que forçou esta iniciativa. O lugar escolhido pelos povoadores, na verdade garimpeiros, foi a confluência do Rio São Francisco com o ribeirão Maria Joana. Neste lugar encontraram muitos indícios de riqueza mineral. Abundava o diamante.
A notícia, a exemplo do que ocorre em todos os garimpos, sem exceção, correu mundo. Foi pouco o tempo e logo se contavam centenas, milhares de pessoas interessadas neste pedaço de chão. Era a esperança do enriquecimento rápido.
Maria Joana, antiga fazendeira na região e que muito contribuiu para a história regional, segundo voz corrente, era uma pessoa bondosa e fornecia equipamentos para lida garimpeira e mantimentos aos que se dispusessem lavrar o cascalho da esperança. Seu nome foi tão reverenciado que lhe deram o nome ao rio. A própria cidade lhe presta uma homenagem.
O antigo vilarejo de Maria Joana foi elevado à categoria de distrito através da Lei nº. 2.069, de 14 de dezembro de 1963, com território pertencente ao município de Diamantino. Sua identificação como centro urbano deve-se ao fluxo migratório de pessoas vindas dos Estados de Minas Gerais, Bahia e Santa Catarina, tendo seu impulso desenvolvimentista ocorrido entre os anos de 1962 e 1965.
A padroeira é Nossa Senhora de Fátima, e o evento religioso em sua homenagem é comemorado a todo dia 17 de maio. É a maior manifestação popular e de mais tradição.
A Lei nº. 5.900, de 19 de dezembro de 1991, de autoria do deputado Jaime Muraro, criou o município. O primeiro prefeito municipal eleito foi o sr. José Aparecido dos Santos, que tinha na condição de vice o sr. Juvenal da Silva.
SIGNIFICADO DO NOME
O primitivo nome da localidade era Maria Joana, denominação também dada ao rio onde prolifera a lavra diamantífera. Com o tempo e a necessidade de se estabelecer um topônimo definitivamente, foi sugerido e aceito o nome de Marilândia, que significa Terra de Maria, acrescido de Nova, por já haver município homônimo, no Paraná.
VEJA AQUI DADOS DO IBGE SOBRE O MUNICÍPIO DE NOVA MARILÂNDIA
HISTÓRIA DOS MUNICIPIOS DE MATO GROSSO
História do município de Tangará da Serra
Ponto de passagem de históricas expedições, o lugar onde se assenta a sede municipal de Tangará da Serra abrigava um barracão de seringueiros, conforme informações vindas do povo paresí.
Em 1960, Joaquim Oléas e Wanderley Martinez fundaram a empresa Sociedade Imobiliária Tupã para Agricultura Ltda – SITA. O objetivo era a implantação de um pólo agrícola, em face da fertilidade do solo e clima propício da região.
O lugar, sede da futura cidade, recebeu o nome de Tangará, nome propositadamente escolhido, pois o tangará é pássaro de cores bem definidas, de cabeça encarnada e de canto muito belo. O pássaro tangará recebe outros nomes: fandangueiro, dançador, dançarino e uirapuru. Existe uma lenda que o canto do tangará é tão melodioso que, quando canta, os outros pássaros emudecem para escutá-lo. Com a denominação da localidade de Tangará, os fundadores da colonização queriam dizer que no futuro seria uma povoação excelente e admirável. O termo “da Serra” foi adotado para diferenciar o município mato-grossense do homônimo potiguar e catarinense.
Os primeiros nomes da posse efetiva de Tangará foram de José Itamura, Jonas e Arlindo Lopes. A primeira escola a funcionar em Tangará foi Escola Municipal Santo Antonio, na zona rural, fundada a 18 de julho de 1965, no sítio do Sr. Antônio Galhardo. Nesta época a primeira professora foi dª Iracema da Silva Casa Grande.
Na zona urbana, a primeira escola a funcionar foi a Escolas Reunidas, criada pelo Decreto nº 264, do Diário Oficial de 28 de junho de 1967, tendo como coordenador o Sr. José Davi Nodari, funcionário da prefeitura de Barra do Bugres. Mais tarde a escola passou a chamar-se Grupo Escolar de Tangará da Serra. Nesta fase a diretora era Maria Laura Jhansel – Irmã Mírian. A partir de 1974 mudou novamente de nome: Grupo Escolar Dr. Ataliba Antônio de Oliveira Neto, atuando como diretora a Irmã Osvalda.
Corria fama de terra excelente a da Gleba de Tangará. A administração da colonizadora dera certo. Inicialmente a região pertencia a Diamantino. No entanto, com a criação do município de Barra do Bugres, a região passou para o novo município.
A Lei nº 2.906, de 06 de janeiro de 1969, criou o distrito de Tangará da Serra, no município de Barra do Bugres. A Lei Estadual nº 3.687, de 13 de maio de 1976, pelo deputado José Amando, criou o município. Nas primeiras eleições municipais foi eleita prefeita a Sra. Thaís Bergo, que acumulou prestígio graças à boa administração que teve frente ao executivo municipal de Tangará da Serra.
SIGNIFICADO DO NOME
A denominação da localidade surgiu através de Joaquim Oléas e Wanderley Martinez, donos da empresa Sociedade Imobiliária Tupã para Agricultura Ltda – SITA, que implantou na região um pólo agrícola, tendo como sede a cidade de Tangará. O termo “da Serra” foi adotado para diferenciar o município mato-grossense de homônimo potiguar e catarinense
VEJA AQUI DADOS DO IBGE SOBRE O MUNICÍPIO DE TANGARÁ DA SERRA
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