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HISTÓRIA DOS MUNICIPIOS DE MATO GROSSO

História do município de Marcelândia

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Como consequência da abertura da BR-163, firmas investiram maciçamente após a abertura de Sinop e localidades conexas. Em 1977, foi montado o primeiro projeto de colonização, através da Colonizadora Maiká, na gleba localizada ao norte do município de Sinop, seguindo o prolongamento da BR-163, a rodovia Cuiabá-Santarém, no km 606.

O Sr. José Bianchini é o principal fundador de Marcelândia e enfrentou muitos obstáculos, juntamente com uma gama de valorosos pioneiros. As estradas praticamente inexistiam. O único meio de transporte que oferecia segurança era o fluvial. O Rio Manissauá-Missu foi a rota inicial trilhada pelos pioneiros de Marcelândia.

Com a implantação da Colonizadora Maiká, divulgada através de intensa campanha publicitária, em jornais, revistas, rádio e televisão no Estado do Paraná e outras regiões brasileiras, iniciou-se a venda de terras para abertura de sítios e fazendas e também de lotes rurais, objetivando levantar um povoado.

O afluxo de famílias foi intenso. Esta situação forçou a construção de estradas vicinais de melhor qualidade, possibilitando o acesso via terrestre das famílias pioneiras, vindas especialmente da região sul brasileira. O objetivo principal era aproveitar o manancial fantástico da flora mato-grossense, derrubar o máximo possível de árvores e beneficiá-las, implantando serrarias e gerando os primeiros empregos da localidade. Nas antigas matas pretendeu plantar-se café.

Surgiu então um pequeno povoado. José Bianchini mandou construir então o colégio Pedro Bianchini, numa homenagem a seu pai, mais tarde transformado no Colégio Estadual de 1º e 2º Graus Pedro Bianchini. Posteriormente o mesmo Bianchini construiu um ginásio de esportes.

Na listagem de pioneiros relacionam-se: Lino Zaniboli – 1º. colono a se estabelecer em Marcelândia, vindo com sua família da cidade de Francisco Alves, no Paraná; Enéias Fogo – iniciou o plantio de café; Lauri Pietro Biasi – madeireiro; João Biondaro – também agricultor, Miguel Angel Coseia – que se dedicou à cultura do guaraná; Máximino Rovani – comerciante e tantos outros.

Em 7 de setembro de 1980, foi oficialmente fundado o patrimônio de Marcelândia. A 5 de agosto de 1981, Dom Henrique, bispo da Diocese de Diamantino, celebrou a primeira missa da povoação. Nesta ocasião o bispo diamantinense foi auxiliado por três padres, dois paranaenses e um de Itaúba – padre Silvério – e foi uma grande festa.

Em 1982, com a chegada de novos migrantes, no caráter de estrutura fundiária, surgiu o núcleo de Analândia do Norte.

A Lei nº. 4.461, de 10 de maio de 1982, criou o distrito de Marcelândia, com território jurisdicionado ao município de Sinop. Nesta ocasião, o prefeito de Sinop, sr. Geraldino Dalmaso, nomeou o sr. Antonio Gianeti para ser sub-prefeito de Marcelândia. O distrito tinha representação política na pessoa do sr. Valdemir Batista dos Santos, que se elegeu vereador na Câmara Municipal de Sinop.

A partir da implantação do distrito, observou-se acentuado progresso regional. O povoado foi dotado de infra-estrutura, tais como: Banco Brasileiro de Descontos, escritório da Emater, Exatoria, posto de Correios e Telégrafos, IBDF, Ibama, dentre outros.

Os agricultores da região, apoiados pelo Banco do Brasil e pela Emater, instituíram a APRUMA – Associação dos Agricultores Rurais de Marcelândia, que numa meta associativista permitiu, através de financiamentos, a construção de hospital, de armazém para estocagem agrícola, além de adquirir uma caminhonete Toyota e um trator de esteira.

A Lei nº. 4.992, de 13 de maio de 1986, de autoria da bancada do PDS e PMDB, criou o município. Mais tarde, esta lei foi alterada pela de nº. 6.692. O território foi desmembrado do município de Sinop, sendo devidamente instalado no dia 1º de fevereiro de 1987, com a posse do primeiro prefeito municipal eleito, Sr. Paulo Ely Ribeiro. 

SIGNIFICADO DO NOME

O nome da localidade é homenagem a Marcelo Bianchini, filho de José Bianchini, dono da Colonizadora Maiká. 

VEJA AQUI DADOS DO IBGE SOBRE O MUNICÍPIO DE MARCELÂNDIA

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HISTÓRIA DOS MUNICIPIOS DE MATO GROSSO

História do município de Tangará da Serra

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Ponto de passagem de históricas expedições, o lugar onde se assenta a sede municipal de Tangará da Serra abrigava um barracão de seringueiros, conforme informações vindas do povo paresí.

Em 1960, Joaquim Oléas e Wanderley Martinez fundaram a empresa Sociedade Imobiliária Tupã para Agricultura Ltda – SITA. O objetivo era a implantação de um pólo agrícola, em face da fertilidade do solo e clima propício da região. 

O lugar, sede da futura cidade, recebeu o nome de Tangará, nome propositadamente escolhido, pois o tangará é pássaro de cores bem definidas, de cabeça encarnada e de canto muito belo. O pássaro tangará recebe outros nomes: fandangueiro, dançador, dançarino e uirapuru. Existe uma lenda que o canto do tangará é tão melodioso que, quando canta, os outros pássaros emudecem para escutá-lo. Com a denominação da localidade de Tangará, os fundadores da colonização queriam dizer que no futuro seria uma povoação excelente e admirável. O termo “da Serra” foi adotado para diferenciar o município mato-grossense do homônimo potiguar e catarinense.

Os primeiros nomes da posse efetiva de Tangará foram de José Itamura, Jonas e Arlindo Lopes. A primeira escola a funcionar em Tangará foi Escola Municipal Santo Antonio, na zona rural, fundada a 18 de julho de 1965, no sítio do Sr. Antônio Galhardo. Nesta época a primeira professora foi dª Iracema da Silva Casa Grande.

Na zona urbana, a primeira escola a funcionar foi a Escolas Reunidas, criada pelo Decreto nº 264, do Diário Oficial de 28 de junho de 1967, tendo como coordenador o Sr. José Davi Nodari, funcionário da prefeitura de Barra do Bugres. Mais tarde a escola passou a chamar-se Grupo Escolar de Tangará da Serra. Nesta fase a diretora era Maria Laura Jhansel – Irmã Mírian. A partir de 1974 mudou novamente de nome: Grupo Escolar Dr. Ataliba Antônio de Oliveira Neto, atuando como diretora a Irmã Osvalda.

Corria fama de terra excelente a da Gleba de Tangará. A administração da colonizadora dera certo. Inicialmente a região pertencia a Diamantino. No entanto, com a criação do município de Barra do Bugres, a região passou para o novo município.

A Lei nº 2.906, de 06 de janeiro de 1969, criou o distrito de Tangará da Serra, no município de Barra do Bugres. A Lei Estadual nº 3.687, de 13 de maio de 1976, pelo deputado José Amando, criou o município. Nas primeiras eleições municipais foi eleita prefeita a Sra. Thaís Bergo, que acumulou prestígio graças à boa administração que teve frente ao executivo municipal de Tangará da Serra.

SIGNIFICADO DO NOME

A denominação da localidade surgiu através de Joaquim Oléas e Wanderley Martinez, donos da empresa Sociedade Imobiliária Tupã para Agricultura Ltda – SITA, que implantou na região um pólo agrícola, tendo como sede a cidade de Tangará. O termo “da Serra” foi adotado para diferenciar o município mato-grossense de homônimo potiguar e catarinense

VEJA AQUI DADOS DO IBGE SOBRE O MUNICÍPIO DE TANGARÁ DA SERRA

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