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HISTÓRIA DOS MUNICIPIOS DE MATO GROSSO

História do município de Gaúcha do Norte

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O progresso moderno e a colonização regional deram-se a partir da vinda de grupos migratórios de outros Estados da nação, especialmente do sul do país, via Paranatinga.

A abertura da Fronteira Agrícola, com incentivos dos governos estadual e federal, permitiu a vinda de famílias com tradição agrícola, que se fixaram na região embalados pelos programas de custeio da lavoura a juros baixos e longos prazos para pagamento.

Inicialmente formou-se um pequeno povoado dentro do município de Paranatinga. O nome que sempre apareceu nos mapas cartográficos foi o de Gaúcha. Com o tempo ampliaram o leque de negócios da empresa. Surgiu então a Imobiliária Gaúcha, que adquiriu área de terras em Mato Grosso. Posteriormente esta área passou a denominar-se Gleba Gaúcha. Sempre numa alusão à loja da cidade de Cascavel. Na verdade, a grande maioria dos moradores de Cascavel são originários dos Pampas, a exemplo de grande parte do oeste e sudoeste paranaense. Essa gente que já havia migrado em massa para a porção oestina da “Terra das Araucárias” fez o mesmo com o Estado de Mato Grosso.

As vendas dos lotes urbanos e rurais, executados pela Colonizadora Gaúcha, teve seu “rush” no ano de 1979. Nominam-se pioneiros e pessoas que se destacaram na comunidade, o Sr. Ademar Alves Garcia, Sebastião Rodrigues, Anildo Gref, Antonio de Deus da Silva e outros, que oportunamente serão lembrados. As dificuldades iniciais foram muitas. Mesmo para pessoas habituadas ao penoso trabalho no campo, feito as famílias que para lá foram. Nada foi fácil. As maiores dificuldades foram encontradas no clima e ecossistema diferentes. No entanto, o que mais judiou desta gente foi o fato de não haverem estradas vicinais que permitissem o escoamento de suas safras. Realmente um desrespeito ao trabalhador da terra, que planta, colhe e depois não tem como reverter seu suor em lucros.

Tiveram que conviver com a triste realidade por muito tempo. Com o passar dos anos um novo alento surgiu, com a possibilidade de financiamentos para a cultura de seringueira. A partir de então a comunidade reagiu.

A Lei Estadual nº. 4.406, de 30 de novembro de 1981, criou o distrito de Gaúcha, com território jurisdicionado ao município de Paranatinga. A Lei Estadual nº. 6.686, de 17 de novembro de 1995, de autoria do deputado Humberto Melo Bosaipo, criou o município de Gaúcha do Norte, que foi instalado no dia 1º de janeiro de 1997.

Significado do nome

A denominação que lembra o pampa rio-grandense, na verdade é uma referência à Colonizadora Gaúcha, que povoou a região. Esta empresa tem suas origens na cidade paranaense de Cascavel, onde seus diretores tinham uma rede de lojas de departamentos chamada “Lojas Gaúcha”, famosa pela diversidade de mercadorias e credibilidade na praça.

VEJA AQUI DADOS DO IBGE SOBRE O MUNICÍPIO DE GAÚCHA DO NORTE

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HISTÓRIA DOS MUNICIPIOS DE MATO GROSSO

História do município de Tangará da Serra

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Ponto de passagem de históricas expedições, o lugar onde se assenta a sede municipal de Tangará da Serra abrigava um barracão de seringueiros, conforme informações vindas do povo paresí.

Em 1960, Joaquim Oléas e Wanderley Martinez fundaram a empresa Sociedade Imobiliária Tupã para Agricultura Ltda – SITA. O objetivo era a implantação de um pólo agrícola, em face da fertilidade do solo e clima propício da região. 

O lugar, sede da futura cidade, recebeu o nome de Tangará, nome propositadamente escolhido, pois o tangará é pássaro de cores bem definidas, de cabeça encarnada e de canto muito belo. O pássaro tangará recebe outros nomes: fandangueiro, dançador, dançarino e uirapuru. Existe uma lenda que o canto do tangará é tão melodioso que, quando canta, os outros pássaros emudecem para escutá-lo. Com a denominação da localidade de Tangará, os fundadores da colonização queriam dizer que no futuro seria uma povoação excelente e admirável. O termo “da Serra” foi adotado para diferenciar o município mato-grossense do homônimo potiguar e catarinense.

Os primeiros nomes da posse efetiva de Tangará foram de José Itamura, Jonas e Arlindo Lopes. A primeira escola a funcionar em Tangará foi Escola Municipal Santo Antonio, na zona rural, fundada a 18 de julho de 1965, no sítio do Sr. Antônio Galhardo. Nesta época a primeira professora foi dª Iracema da Silva Casa Grande.

Na zona urbana, a primeira escola a funcionar foi a Escolas Reunidas, criada pelo Decreto nº 264, do Diário Oficial de 28 de junho de 1967, tendo como coordenador o Sr. José Davi Nodari, funcionário da prefeitura de Barra do Bugres. Mais tarde a escola passou a chamar-se Grupo Escolar de Tangará da Serra. Nesta fase a diretora era Maria Laura Jhansel – Irmã Mírian. A partir de 1974 mudou novamente de nome: Grupo Escolar Dr. Ataliba Antônio de Oliveira Neto, atuando como diretora a Irmã Osvalda.

Corria fama de terra excelente a da Gleba de Tangará. A administração da colonizadora dera certo. Inicialmente a região pertencia a Diamantino. No entanto, com a criação do município de Barra do Bugres, a região passou para o novo município.

A Lei nº 2.906, de 06 de janeiro de 1969, criou o distrito de Tangará da Serra, no município de Barra do Bugres. A Lei Estadual nº 3.687, de 13 de maio de 1976, pelo deputado José Amando, criou o município. Nas primeiras eleições municipais foi eleita prefeita a Sra. Thaís Bergo, que acumulou prestígio graças à boa administração que teve frente ao executivo municipal de Tangará da Serra.

SIGNIFICADO DO NOME

A denominação da localidade surgiu através de Joaquim Oléas e Wanderley Martinez, donos da empresa Sociedade Imobiliária Tupã para Agricultura Ltda – SITA, que implantou na região um pólo agrícola, tendo como sede a cidade de Tangará. O termo “da Serra” foi adotado para diferenciar o município mato-grossense de homônimo potiguar e catarinense

VEJA AQUI DADOS DO IBGE SOBRE O MUNICÍPIO DE TANGARÁ DA SERRA

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