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HISTÓRIA DOS MUNICIPIOS DE MATO GROSSO

História do município de Barão de Melgaço

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O município de Barão de Melgaço tem história antiga. O primeiro morador a se fixar, onde mais tarde seria a cidade, foi Lourenço Tomé, que ali morou muitos anos, trabalhando numa pequena roça, com mulher e filhos.

Melgaço, assim como toda a região ribeirinha do rio abaixo, viu os progressos das usinas de cana de açúcar.  Por essa época de desenvolvimento, a Lei nº. 178, de 2 de abril de 1897, criou a Paróquia de Melgaço, jurisdicionado à Santo Antônio do Rio Abaixo.

De acordo com o Decreto nº. 22, de 4 de julho de 1890, consolidado pela Lei nº. 211, de 10 de maio de 1899, o Distrito Paroquial de Melgaço passou a integrar o município de Santo Antonio do Rio Abaixo. Entretanto, com a Resolução nº. 315, de 25 de março de 1902, foi transferida para Melgaço, a sede do município de Santo Antonio do Rio Abaixo, bem como a sede da comarca. Esta mesma Resolução eleva a Freguesia de Melgaço à categoria de Vila e reduz à categoria de Fre-guesia, a então Villa de Santo Antonio do Rio Abaixo. Assim sendo, o município e a comarca de Santo Antonio do Rio Abaixo passaram a ter como sede administrativa a Vila de Melgaço.

Em 1906, com a Resolução nº. 447, de 3 de agosto, foi suprimida a comarca de Santo Antonio do Rio Abaixo e ficou também estabelecida a sede do município, na freguesia do mesmo nome, que a partir de então ficou elevada à categoria de Vila. Consequentemente, por esta mesma Resolução, a Vila de Melgaço ficou reduzida à categoria de Freguesia. O município de Santo Antonio do Rio Abaixo passou a constituir termo judiciário da comarca de Cuiabá.

Com o Decreto-Lei nº. 145, de 29 de março de 1938, Melgaço foi elevado à categoria de Vila. Neste mesmo ano, pelo Decreto nº. 208, de 26 de outubro, o município de Santo Antonio do Rio Abaixo passou a ser denominado Santo Antonio, figurando no mesmo, o distrito de Melgaço. O Decreto-Lei-Federal nº. 545, de 31 de dezembro de 1943, determinou que Santo Antonio passasse a se chamar Leverger e Melgaço denominou-se Chacororé. Estas denominações perduraram até 1948. A Lei nº. 319, de 30 de setembro de 1948, alterou a denominação de Chacororé, que passou a chamar-se Barão de Melgaço.

A Lei Estadual nº. 690, de 12 de dezembro de 1953, de autoria do deputado Leal de Queiróz, criou o município de Barão de Melgaço. A instalação ocorreu a 13 de março de 1954, passando a integrar a comarca de Santo Antonio de Leverger. 

O nome de Melgaço projetou-se na história do Brasil por ocasião da Guerra do Paraguai. Nesta época o Almirante e Ex-presidente da Província, Augusto Leverger, mais tarde Barão de Melgaço, assentou um contingente de militares voluntários nas colinas de Melgaço, exatamente onde hoje se situa o bairro Chacororé, no sítio urbano. Leverger construiu trincheiras e mandou instalar canhões. A espera pelos paraguaios foi inútil, por causa da baixa do nível do rio eles não vieram, ficaram em Corumbá. A luta não houve, mas ficou a demonstração de patriotismo do bravo comandante e seus comandados. Hoje não resta nenhum vestígio daquele importante posicionamento bélico, infelizmente.

Significado do nome

O nome da cidade é homenagem a João Augusto Manoel Leverger, francês naturalizado brasileiro que ganhou o título de Barão, no período provincial, por conta de atos de heroísmo no período da Guerra do Paraguai. O termo Melgaço é referências às águas lodosas e estagnadas, designando terreno pantanoso na expressão e sentido europeu. É referência ao solo pantaneiro onde está assentada a sede municipal de Barão de Melgaço.

VEJA AQUI DADOS DO IBGE SOBRE O MUNICÍPIO DE BARÃO DE MELGAÇO



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HISTÓRIA DOS MUNICIPIOS DE MATO GROSSO

História do município de Tangará da Serra

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Ponto de passagem de históricas expedições, o lugar onde se assenta a sede municipal de Tangará da Serra abrigava um barracão de seringueiros, conforme informações vindas do povo paresí.

Em 1960, Joaquim Oléas e Wanderley Martinez fundaram a empresa Sociedade Imobiliária Tupã para Agricultura Ltda – SITA. O objetivo era a implantação de um pólo agrícola, em face da fertilidade do solo e clima propício da região. 

O lugar, sede da futura cidade, recebeu o nome de Tangará, nome propositadamente escolhido, pois o tangará é pássaro de cores bem definidas, de cabeça encarnada e de canto muito belo. O pássaro tangará recebe outros nomes: fandangueiro, dançador, dançarino e uirapuru. Existe uma lenda que o canto do tangará é tão melodioso que, quando canta, os outros pássaros emudecem para escutá-lo. Com a denominação da localidade de Tangará, os fundadores da colonização queriam dizer que no futuro seria uma povoação excelente e admirável. O termo “da Serra” foi adotado para diferenciar o município mato-grossense do homônimo potiguar e catarinense.

Os primeiros nomes da posse efetiva de Tangará foram de José Itamura, Jonas e Arlindo Lopes. A primeira escola a funcionar em Tangará foi Escola Municipal Santo Antonio, na zona rural, fundada a 18 de julho de 1965, no sítio do Sr. Antônio Galhardo. Nesta época a primeira professora foi dª Iracema da Silva Casa Grande.

Na zona urbana, a primeira escola a funcionar foi a Escolas Reunidas, criada pelo Decreto nº 264, do Diário Oficial de 28 de junho de 1967, tendo como coordenador o Sr. José Davi Nodari, funcionário da prefeitura de Barra do Bugres. Mais tarde a escola passou a chamar-se Grupo Escolar de Tangará da Serra. Nesta fase a diretora era Maria Laura Jhansel – Irmã Mírian. A partir de 1974 mudou novamente de nome: Grupo Escolar Dr. Ataliba Antônio de Oliveira Neto, atuando como diretora a Irmã Osvalda.

Corria fama de terra excelente a da Gleba de Tangará. A administração da colonizadora dera certo. Inicialmente a região pertencia a Diamantino. No entanto, com a criação do município de Barra do Bugres, a região passou para o novo município.

A Lei nº 2.906, de 06 de janeiro de 1969, criou o distrito de Tangará da Serra, no município de Barra do Bugres. A Lei Estadual nº 3.687, de 13 de maio de 1976, pelo deputado José Amando, criou o município. Nas primeiras eleições municipais foi eleita prefeita a Sra. Thaís Bergo, que acumulou prestígio graças à boa administração que teve frente ao executivo municipal de Tangará da Serra.

SIGNIFICADO DO NOME

A denominação da localidade surgiu através de Joaquim Oléas e Wanderley Martinez, donos da empresa Sociedade Imobiliária Tupã para Agricultura Ltda – SITA, que implantou na região um pólo agrícola, tendo como sede a cidade de Tangará. O termo “da Serra” foi adotado para diferenciar o município mato-grossense de homônimo potiguar e catarinense

VEJA AQUI DADOS DO IBGE SOBRE O MUNICÍPIO DE TANGARÁ DA SERRA

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