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Ginco Urbanismo e a transformação de Cuiabá: 25 anos construindo o futuro
Por André Tamura
Há quase 25 anos, a Ginco Urbanismo iniciou uma jornada que mudaria profundamente o modo como os cuiabanos se relacionam com a cidade e com o próprio conceito de moradia. Muito além de empreendimentos imobiliários, a Ginco ajudou a construir uma nova forma de viver em Cuiabá: mais planejada, conectada com a natureza, voltada à convivência e ao bem-estar. A empresa foi pioneira ao trazer para a capital mato-grossense o primeiro grande condomínio horizontal, desafiando o status quo de uma cidade que ainda engatinhava em termos de urbanismo de alto padrão.
O tempo mostrou que a aposta era certa. O mercado imobiliário de Cuiabá, antes visto como periférico em relação a outras capitais brasileiras, ganhou protagonismo e hoje apresenta um valor de metro quadrado competitivo, guiado pela tradicional lei da oferta e procura. Os ciclos de valorização são longos, e postergar a decisão de compra pode sair mais caro do que se imagina. A experiência da Ginco comprova essa tese: quem investiu há uma década nos empreendimentos da empresa viu seu patrimônio multiplicar-se. E, mais do que isso, viu sua qualidade de vida se transformar.
O mais recente salto da empresa é o ambicioso projeto Ginco Cidade Jardim, que dobrou as vendas da companhia em curto prazo e reafirma o espírito inovador que está no DNA da empresa. Com uma proposta que vai além da moradia, incluindo centro equestre, academia de ponta, planejamento urbanístico refinado e extensas áreas verdes, o empreendimento ganhou destaque nacional no jornal Valor Econômico e reposicionou Cuiabá no radar de grandes investidores e consumidores exigentes. Trata-se de uma proposta que atrai tanto quem quer deixar o apartamento quanto quem já vive em condomínio e busca um novo estilo de vida.
A trajetória da Ginco também se confunde com as transformações culturais da cidade. Nos anos 2000, o Florais Cuiabá encantava por suas quadras de tênis, esporte então popularizado pelo fenômeno Guga Kuerten. Depois vieram o squash, e agora são os esportes de areia, como beach tênis e futevôlei, que conquistam espaço nos projetos. A Ginco acompanha e antecipa essas mudanças, entendendo que moradia é também estilo de vida.
Importante notar que a demanda por esse tipo de produto nunca foi escassa. Antes mesmo de sua fundação, os sócios da Ginco identificaram entre 2 e 3 mil potenciais compradores na cidade. Hoje, são mais de 10 mil lotes vendidos e mais de 7 mil famílias atendidas, número que cresce não apenas pela necessidade, mas pela inspiração: quem visita um morador de condomínio da Ginco inevitavelmente passa a desejar aquela experiência. Os empreendimentos se tornaram marcas: Florais, hoje, é sinônimo de qualidade de vida em Cuiabá.
Vivemos uma era de expansão econômica em Mato Grosso, com índices de desemprego baixos e investimentos maciços, especialmente impulsionados pela relação comercial com a China. Nesse cenário, Cuiabá assume o papel de cidade prestadora de serviços de alto nível — e a Ginco, mais uma vez, se posiciona como protagonista dessa transformação. Não apenas desenvolve bairros, mas cria comunidades, estimula vínculos e transforma regiões inteiras.
A Ginco também interpreta com sensibilidade as novas dinâmicas familiares. A ideia de que o imóvel acompanha os ciclos da vida está cada vez mais presente. Da residência mais compacta que abriga uma pessoa solteira ou casal recém-casado à casa ampla em condomínio adequado para a família que cresce, cada etapa da vida pede um lar que reflita seu momento. A Ginco oferece essa possibilidade, sempre ancorada em critérios sólidos: localização estratégica, infraestrutura de excelência, valorização garantida e possibilidade de evolução patrimonial.
A história da Ginco é, em essência, a história do amadurecimento urbano e cultural de Cuiabá. Uma empresa que não apenas acompanha os ventos da mudança — mas os antecipa, os provoca e os transforma em oportunidades para toda a cidade. É por isso que, mais do que construir imóveis, a Ginco constrói futuros.
André Tamura é sócio e diretor financeiro da Ginco Urbanismo
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Canetas para emagrecimento podem ajudar a reduzir o risco de câncer?
As chamadas “canetas para emagrecimento” vêm transformando o tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2. Mas os benefícios desses medicamentos podem ir além da perda de peso. Estudos recentes sugerem que eles também podem estar associados à redução do risco de alguns tipos de câncer relacionados à obesidade, uma hipótese que tem despertado crescente interesse entre pesquisadores de todo o mundo.Inicialmente desenvolvidos para o controle do diabetes tipo 2, fármacos como a semaglutida e a tirzepatida ganharam destaque mundial pela capacidade de promover perda de peso significativa e melhorar diversos indicadores metabólicos.
Agora, uma nova frente de pesquisas vem ganhando destaque: a possibilidade de que esses medicamentos também contribuam para reduzir o risco de alguns tipos de câncer relacionados à obesidade.
A relação entre obesidade e câncer já é amplamente conhecida pela medicina. O excesso de gordura corporal está associado a um estado de inflamação crônica de baixo grau, alterações hormonais e resistência à insulina, fatores que podem favorecer o desenvolvimento de diferentes tipos de tumores.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a obesidade está relacionada ao aumento do risco de pelo menos 13 tipos de câncer, incluindo câncer de mama pós-menopausa, intestino, fígado, rim, pâncreas e endométrio.
Nesse contexto, pesquisadores passaram a investigar se os medicamentos capazes de promover perda de peso expressiva também poderiam contribuir para reduzir esse risco.
Estudos observacionais publicados nos últimos anos apontaram que pacientes tratados com agonistas do receptor de GLP-1, grupo ao qual pertence a semaglutida, apresentaram menor incidência de alguns cânceres associados à obesidade quando comparados a indivíduos com características semelhantes que não utilizaram essas medicações. Em uma análise apresentada no congresso da American Society of Clinical Oncology (ASCO) em 2025, envolvendo mais de 170 mil adultos com obesidade e diabetes, pessoas que utilizaram essas medicações apresentaram menor risco de desenvolver cânceres relacionados à obesidade quando comparadas àquelas que utilizavam outros medicamentos para o diabetes.
Além da perda de peso, os pesquisadores avaliam a hipótese de que esses medicamentos possam exercer efeitos biológicos adicionais, como a redução de processos inflamatórios, melhora da sensibilidade à insulina e modulação de mecanismos metabólicos que influenciam o crescimento celular.
Entretanto, é importante destacar que ainda não existem evidências suficientes para afirmar que esses medicamentos previnem câncer de forma direta. A maior parte dos dados disponíveis é baseada em estudos observacionais, que demonstram associações, mas não estabelecem necessariamente uma relação de causa e efeito.
Especialistas ressaltam que serão necessários estudos clínicos de longo prazo para confirmar se a redução do risco observada está relacionada exclusivamente à perda de peso ou se existe algum mecanismo protetor específico proporcionado pelos medicamentos.
Outra área que desperta interesse científico é o possível impacto dessas terapias em pacientes já diagnosticados com câncer. Pesquisas preliminares investigam se a melhora do perfil metabólico e a redução da inflamação poderiam influenciar positivamente a resposta a determinados tratamentos oncológicos. No entanto, essa hipótese ainda está em fase inicial de investigação e não faz parte das recomendações clínicas atuais.
O que já se sabe com segurança é que combater a obesidade representa uma das estratégias mais importantes para a prevenção de doenças crônicas. Além de reduzir o risco cardiovascular, melhorar o controle glicêmico e aumentar a qualidade de vida, a perda de peso também está associada à diminuição de fatores que contribuem para o desenvolvimento de diversos tipos de câncer.
Por isso, o surgimento de tratamentos cada vez mais eficazes para a obesidade representa um avanço relevante para a saúde pública. À medida que a obesidade é reconhecida como uma doença crônica complexa e um importante fator de risco para diversas enfermidades, incluindo o câncer, torna-se ainda mais evidente a importância de ampliar o acesso a tratamentos eficazes e baseados em evidências.
Mais do que uma questão estética, o controle do peso corporal deve ser compreendido como parte fundamental da prevenção de doenças e da promoção da longevidade.
A ciência continua investigando os possíveis benefícios adicionais dessas medicações. Os resultados iniciais são promissores, mas ainda exigem cautela, acompanhamento e validação por novos estudos.
Embora ainda não possam ser considerados medicamentos para prevenção do câncer, os agonistas de GLP-1 vêm ampliando a compreensão sobre os impactos do tratamento da obesidade na saúde a longo prazo. Se os resultados observados até agora forem confirmados por estudos futuros, poderemos estar diante de mais um benefício relevante dessas terapias que já revolucionaram o tratamento da obesidade.
Até lá, a principal mensagem permanece a mesma: prevenir e tratar a obesidade é investir em mais saúde, qualidade de vida e proteção contra inúmeras doenças.
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