Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

esportes

Fluminense vence o Botafogo no Maracanã e entra no G-4

Publicados

em

Em um confronto eletrizante no Maracanã, o Fluminense superou o Botafogo por 1 a 0 na noite desta quinta-feira, em partida válida pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. Lucho Acosta foi o herói tricolor, marcando o gol decisivo no segundo tempo, mesmo com a equipe atuando com um jogador a menos por boa parte da etapa final.

A vitória coloca o Fluminense em uma confortável terceira posição na tabela, somando agora sete pontos. Já o Botafogo, com a derrota, permanece com três pontos e ocupa a 11ª colocação.

O jogo

O clássico começou com ambas as equipes buscando o ataque. O Fluminense criou a primeira grande oportunidade logo aos quatro minutos, em chute de John Kennedy que foi defendido pelo goleiro Neto. Os donos da casa mantiveram maior posse de bola, mas pecaram na finalização. Do outro lado, o Botafogo tentava explorar os contra-ataques, sem sucesso efetivo. Nos minutos finais da etapa inicial, o ritmo seguiu intenso, com Serna finalizando sem perigo e, em seguida, Canobbio acertando a trave na melhor chance do Fluminense no primeiro tempo. O placar permaneceu inalterado até o intervalo.

Emoções e decisão na segunda etapa

Leia mais:  Fluminense empata com Cruzeiro e segue no G-4 do Brasileirão

O segundo tempo retornou com a mesma intensidade. O Fluminense esteve perto de abrir o placar com John Kennedy, que errou o alvo. No entanto, a persistência tricolor foi recompensada aos nove minutos: após um rebote do goleiro Neto em duas tentativas anteriores, Lucho Acosta mostrou frieza e balançou as redes, inaugurando o marcador.

A desvantagem no placar forçou o Botafogo a sair mais para o jogo, e Arthur Cabral quase empatou em chute por cima do travessão. Aos 16 minutos da etapa complementar, a partida ganhou um novo drama: Canobbio, do Fluminense, foi expulso após uma cotovelada em Montoro, deixando a equipe tricolor com dez jogadores em campo.

Mesmo com a superioridade numérica, o Botafogo não conseguiu transformar a vantagem em pressão efetiva. O Fluminense, bem postado, soube aproveitar os espaços e ainda criou chances, como a finalização de Serna defendida por Neto. Nos acréscimos, o Botafogo esboçou uma última investida, com Danilo carimbando a trave em cobrança de falta, mas o Fluminense resistiu e administrou o resultado até o apito final, garantindo uma importante vitória no campeonato.

Próximos confrontos:

Fluminense: Enfrenta o Bangu no Campeonato Carioca em 16 de fevereiro, às 18h00 (de Brasília), no Maracanã.

Leia mais:  Estádio Geraldão recebe decisão estadual com expectativa de público recorde

Botafogo: Encara o Flamengo, também pelo Carioca, em 15 de fevereiro, às 17h30 (de Brasília), no Nilton Santos.

FICHA TÉCNICA
                                                 FLUMINENSE 1 x 0 BOTAFOGO
Competição Campeonato Brasileiro
Local Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data 12 de fevereiro de 2025 (quinta-feira)
Horário 19h30 (de Brasília)
Cartões Amarelos Samuel Xavier, Lucho Acosta, Guga, Freytes e Canobbio (Fluminense); Ythallo, Newton e Montoro (Botafogo)
Cartões Vermelhos Canobbio (Fluminense)
Árbitro Rafael Rodrigo Klein
Assistentes Maira Mastella Moreira e Michael Stanislau
VAR Daniel Nobre Bins
Gol Lucho Acosta, aos 10′ do 2ºT (Fluminense)
Escalação Fluminense Fábio, Samuel Xavier (Guga), Jemmes, Freytes e Renê; Bernal, Martinelli e Lucho Acosta (Guilherme Arana); Serna (Ganso), Canobbio, John Kennedy (Hércules)
Técnico Fluminense Luis Zubeldía
Escalação Botafogo Neto, Ythallo (Nathan Fernandes), Newton e Alexander Barboza; Vitinho (Kadir), Allan (Barrera), Danilo e Alex Telles (Matheus Martins); Artur (Villalba), Arthur Cabral e Montoro
Técnico Botafogo Martín Anselmi

Fonte: Esportes

Propaganda

esportes

Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

Publicados

em

Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

Leia mais:  Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

Leia mais:  Cuiabano Leonardo Storck faz história com campanha épica em Roland Garros

Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

Continue lendo

Polícia

MATO GROSSO

Política Nacional

AGRO & NEGÓCIOS

ESPORTES

VARIEDADES

CIDADES

Mais Lidas da Semana