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Doação de bens ineficazes contribui para renda de famílias

Ao todo foram 3.240 itens, entre aparelhos eletrônicos e mobiliários, que estavam sem utilização nas unidades do Detran no Estado

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Da Assessoria

Parceria entre Detran MT e Cooperativa Alternativa de Catadores, Reciclagem e Preservação do Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso

Parceria entre Detran MT e Cooperativa Alternativa de Catadores, Reciclagem e Preservação do Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso

Nos últimos meses, o Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT), por meio da Coordenadoria de Patrimônio e da Comissão de Desfazimento, realizou um intenso trabalho em que selecionou e recolheu para doação 3.240 bens inservíveis, pertencentes a todas as unidades da Autarquia em Mato Grosso.

 

A primeira etapa do processo ocorreu em outubro do ano passado, com a doação de 2.700 itens que não tinham mais serventia nas unidades do Detran-MT de Cuiabá e Várzea Grande. Tais bens ficaram por mais de um ano e meio acumulados em um dos pátios da sede da Autarquia, na Capital.

 

Segundo a Coordenadoria de Patrimônio, entre os itens que não eram mais utilizados estavam mesas, cadeiras, lâmpadas, aparelhos de ar condicionado, longarinas, produtos de informática, cofres, bebedouros, armários e outros.

Carolina Alonso – Detran-MT

Bens inservíveis de unidades do Detran-MT

Bens inservíveis de unidades do Detran-MT

A segunda etapa abrangeu as unidades do Detran-MT do interior do Estado, sendo recolhidos para doação cerca de 540 bens inservíveis entre aparelhos eletrônicos e mobiliários que estavam sem utilização nas 62 Ciretrans do interior.

 

Todo o material foi dividido de forma igual para a Cooperativa Alternativa de Catadores, Reciclagem e Preservação do Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso (Coorepam) e para a Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis de Várzea Grande (ASSCAVAG).

 

No ano passado, o Detran-MT publicou um edital de chamamento público para doação dos bens. A associação e a cooperativa foram as únicas que atenderam todas as normativas do edital.

 

O diretor da Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis de Várzea Grande, Izaias Pereira de Barros, disse que os bens retirados dos órgãos públicos passam por uma triagem dos que podem ser reaproveitados ou reciclados.

 

“Os itens que não tem serventia são vendidos e o lucro repartido de forma igualitária entre os catadores de materiais recicláveis da associação”, falou.

 

Diversos bens conseguem ser reaproveitados ou reciclados, como cadeiras, armários e computadores que estão sendo utilizados no escritório da Associação e também em uma sala de aula que é extensão da Escola Estadual Licínio Monteiro, instalada dentro da Associação.

 

A sala de aula foi criada há cinco anos com os materiais reaproveitáveis e é utilizada por 31 alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) do ensino fundamental e médio, que trabalham na Associação.

Carolina Alonso – Detran-MT

Materiais inservíveis

Materiais inservíveis para o Detran MT, são recuperados e utilizados em escolas públicas

Segundo o diretor da ASSCAVAG, a extensão da sala de aula é uma parceria com a Secretaria de Educação do Estado (Seduc) para contemplar os associados que trabalham no local e a noite frequentam às aulas.

 

Do outro lado da cidade, em Cuiabá, a presidente da Cooperativa Alternativa de Catadores, Reciclagem e Preservação do Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso (Coorepam), Fátima Ferreira de Almeida, conta que os materiais reaproveitáveis doados pelo Detran-MT são vendidos a empresas que trabalham com reciclagem e o dinheiro é revertido aos integrantes da cooperativa, sustentando uma média de 30 famílias.

 

Processo de limpeza

 

Para fazer a seleção, recolhimento e posterior doação dos bens inservíveis, o Detran-MT instaurou, em 2019, uma comissão formada por quatro servidores que foram responsáveis por receber, catalogar e separar os lotes dos itens que foram distribuídos em partes iguais para a cooperativa e a associação.

 

“Alguns desses bens que separamos para doação estavam há mais de 30 anos encostados nas unidades, juntando mosquitos e insetos. E, graças ao apoio e autorização do presidente do Detran, Gustavo Vasconcelos, conseguimos realizar esse trabalho de limpeza das unidades, sem gerar custos para a autarquia e ainda contribuindo com o trabalho da cooperativa e da associação”, destacou o presidente da Comissão de Desfazimento da Diretoria de Administração Sistêmica, Antônio Boroviec.

 

O presidente do Detran-MT, Gustavo Vasconcelos, ressaltou que o trabalho de limpeza e desfazimento desses bens que não são mais utilizados pelas unidades da Autarquia é uma questão de saúde pública, uma vez que os mobiliários inservíveis acumulados podem se tornar locais para criadouros de aracnídeos e insetos causadores de doenças.

 

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Metais preciosos, commodities e criptomoedas: o mundo dos investimentos alternativos


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Os investimentos alternativos são instrumentos financeiros que permitem diversificar o portfólio além dos tradicionais mercados de ações e imobiliário. Embora ações e imóveis estejam entre as escolhas mais comuns, investir em ativos alternativos pode oferecer maior estabilidade em períodos de volatilidade. Esses instrumentos incluem, entre outros, metais preciosos, criptomoedas e commodities, setores que apresentam dinâmicas diferentes dos investimentos convencionais. A diversificação em ativos alternativos atende à necessidade de equilibrar o portfólio e mitigar os riscos associados a um mercado que, em certos momentos, pode se tornar extremamente instável.

Metais preciosos: um exemplo de estabilidade

Os metais preciosos, como ouro e prata, representam uma das categorias mais populares entre os investimentos alternativos. O ouro, em particular, é considerado um ativo de refúgio: em situações de incerteza econômica ou alta inflação, tende a manter ou aumentar seu valor. O desempenho do ouro é frequentemente indicado no Forex com o símbolo xauusd e, conforme ilustrado nesta página informativa online, pode oferecer aos investidores uma proteção contra a instabilidade dos mercados tradicionais. Esse símbolo reflete a taxa de câmbio entre o ouro e o dólar americano, um parâmetro acompanhado por quem deseja investir em um ativo seguro durante períodos de crise.

Commodities e agricultura: um mundo de recursos
Além dos metais preciosos, outras categorias de investimentos alternativos incluem commodities como petróleo, gás natural e produtos agrícolas. Investir em commodities significa participar de um mercado onde os preços são determinados não apenas pela oferta e demanda, mas também por fatores geopolíticos, climáticos e tecnológicos. Esses ativos têm uma função estratégica na gestão do portfólio, pois oferecem um potencial de crescimento independente das flutuações dos mercados de ações. As commodities agrícolas, em particular, são influenciadas pelas condições climáticas e inovações no setor alimentar, representando assim uma oportunidade para investidores com interesse em sustentabilidade e agroalimentação.

Criptomoedas: entre inovação e volatilidade
As criptomoedas são um dos investimentos alternativos mais recentes e representam um setor em constante crescimento. Essas moedas digitais, baseadas em tecnologias descentralizadas como o blockchain, são consideradas investimentos de alto risco, mas também de alto potencial de retorno. Sua natureza digital e a ausência de regulamentação central as tornam particularmente voláteis, mas, ao mesmo tempo, capazes de oferecer novas oportunidades financeiras. As criptomoedas oferecem uma visão inovadora do mundo econômico, desvinculada das lógicas dos bancos centrais e das autoridades governamentais, atraindo investidores que desejam diversificar o portfólio com ativos de perfil não convencional.

Arte e bens colecionáveis: um patrimônio tangível
Outra forma de investimento alternativo está nos bens colecionáveis e nas obras de arte. Esses investimentos, muitas vezes menos líquidos e vinculados a um crescimento de longo prazo, são escolhidos por quem deseja diversificar com um patrimônio tangível. A arte pode representar não apenas um investimento, mas também um valor cultural e estético, e seu valor tende a se manter independente dos mercados financeiros tradicionais. Desde pinturas clássicas até modernas obras digitais, o colecionismo pode oferecer uma proteção ao portfólio e enriquecer o patrimônio pessoal com um toque de exclusividade.

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