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Conheça aqui quem é a nova ministra da Saúde, que comanda a Fiocruz desde 2017
Nísia Trindade Lima, a nova ministra da saúde do governo Lula, que assume em janeiro é presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) desde 2017. Doutora em Sociologia (1997), mestre em Ciência Política (1989), pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj – atual Iesp), e graduada em Ciências Sociais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj, 1980).
Sua tese de doutorado ‘Um Sertão Chamado Brasil’ conquistou o Prêmio de Melhor Tese de Doutorado em Sociologia no Iuperj e virou livro que já está em sua 2ª edição. Pesquisadora de produtividade de nível superior do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), com reconhecimentos adicionais por sua produção científica e ações para aprimorar o diálogo entre ciência e sociedade, Nisia deve dar uma nova dinâmica ao Ministério.
Um dos grande desafios da nova ministra será recuperar a credibilidade do Ministério, que no governo que passou se notabilizou por distribuir informações, no mínimo, duvidosas. Tanto que, durante a pandemia, os órgãos de imprensa foram obrigados a formar um consórcio para colher informações de outras fontes, para traçar um perfil real do que estava acontecendo no país.
Autora de dezenas de artigos, livros e capítulos com reflexões sobre os dilemas da sociedade nacional, sobretudo as cisões entre os Brasis urbano e rural, moderno e atrasado. A obra de Nisia, que inclusive é referência na área do pensamento social brasileiro, história das ciências e saúde pública, indica que deveremos ter um Ministério da Saúde mais técnico e voltado para as necessidades reais da população e não do governo.
A nova ministra foi diretora da Casa de Oswaldo Cruz (entre 1998 e 2005), que é a unidade da Fiocruz voltada para pesquisa e memória em ciências sociais, história e saúde. Participou da elaboração do Museu da Vida, premiado museu de ciência da Fiocruz. Na Editora Fiocruz (2006-2011) atuou na implementação da Rede SciELO Livros. Foi vice-presidente de Ensino, Informação e Comunicação da Fiocruz (2011-2016), período em que coordenou as Semanas Nacionais de Ciência e Tecnologia na instituição e também a implantação de políticas de acesso aberto, com o objetivo de tornar disponível toda a produção científica da instituição.
No campo das ciências sociais vem contribuindo através de diferentes iniciativas para o fortalecimento das ações de pesquisa e ensino. Uma de suas realizações foi a criação da Biblioteca Virtual do Pensamento Social (BVPS), em colaboração com a UFRJ e rede de instituições. Participa dos conselhos editoriais dos periódicos: Revista da Sociedade Brasileira de História da Ciência; História, Ciências, Saúde-Manguinhos; Caderno de História da Ciência-Instituto Butantan; Escritos da Fundação Casa de Rui Barbosa; Medical History.
Outra marca da trajetória de Lima é o trabalho interdisciplinar em acordos de cooperação internacional. Organizou na instituição as comemorações do centenário da Fiocruz e dos 500 anos do descobrimento do Brasil (2000). Entre 2004-2005, coordenou na Fiocruz o Ano do Brasil na França em colaboração com instituições como EHESS, Instituto Pasteur, Inserm e CNRS. Em 2005, tornou-se membro dos comitês científico e executivo do 4º Congresso Mundial de Centros de Ciências – 4SCWC, sediado pelo Museu da Vida e Fiocruz.
Em 2009 integrou a comissão organizadora das Comemorações do Centenário da descoberta da doença de Chagas. Como presidente da Fiocruz, ela participou da proposta feita pelo Brasil à OMS em 2019 para declarar o dia 14 de abril como o Dia Mundial da Doença de Chagas, uma das principais doenças negligenciadas no mundo.
Como Presidente da Fiocruz, liderou as ações da instituição no enfrentamento da pandemia de Covid-19 no Brasil. A Fiocruz, dentre outras iniciativas, criou um novo Centro Hospitalar no campus de Manguinhos; coordenou no país o ensaio clínico Solidarity da Organização Mundial da Saúde (OMS); aumentou a capacidade nacional de produção de kits de diagnóstico e processamento de resultados de testagens; organizou ações emergenciais junto a populações vulneráveis; ofereceu cursos virtuais, para profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS), de manejo clínico e atenção hospitalar para pacientes de Covid-19; lançou manual de biossegurança em escolas; e tornou-se laboratório de referência para a OMS em Covid-19 nas Américas. Em fevereiro de 2020, a Fiocruz ministrou treinamento em diagnóstico laboratorial do novo coronavírus para especialistas da Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai, além de treinar especialistas dos LACENs dos 27 estados brasileiros.
Criou o Observatório Covid-19, rede transdisciplinar que realiza pesquisas e sistematiza dados epidemiológicos; monitora e divulga informações, para subsidiar políticas públicas, sobre a circulação do novo coronavírus e seus impactos sociais em diferentes regiões no Brasil. O Observatório Covid-19, por sua vez, está associado ao projeto de organização do Núcleo Interdisciplinar de Emergências em Saúde (NIES), que será um centro de estudos sociais da ciência e da saúde a ser instalado na Fiocruz mediante apoio do Wellcome Trust.
Outro destaque foi a inauguração do Biobanco COVID-19 (BC19-FIOCRUZ) em dezembro de 2021. O Biobanco será um legado para o Brasil, auxiliando pesquisadores na busca por respostas rápidas para futuras emergências de saúde pública. Outra ação significativa foi a criação da Rede FIOCRUZ de Vigilância Genômica, onde especialistas de diversas unidades da FIOCRUZ e institutos parceiros trabalham diariamente para gerar dados consistentes sobre o comportamento do SARS-CoV-2, colaborando com as análises epidemiológicas e de eficácia vacinal e potencializando o crescimento do Brasil preparação para enfrentar a Pandemia.
Lima, como presidente da Fiocruz, coordenou todo o acordo de encomenda tecnológica na articulação com o Ministério da Saúde do Brasil, a Universidade de Oxford, a farmacêutica AstraZeneca e as unidades de produção locais. A Fiocruz já forneceu ao Ministério da Saúde mais de 180 milhões de doses de vacinas. Com a conclusão da transferência de tecnologia da AstraZeneca, a Fiocruz tornou-se a primeira instituição do Brasil a produzir e distribuir uma vacina contra a COVID-19 ao Ministério da Saúde com produção 100% nacional.
Além disso, em setembro de 2021, a Fundação foi selecionada pela OPAS/OMS como centro de vacinas de mRNA. O Instituto de Tecnologia em Imunobiologia (Bio-Manguinhos) tornou-se um dos dois centros de desenvolvimento e produção de vacinas com tecnologia mRNA da América Latina.
Durante a pandemia de Covid-19, Nisia Lima também participou de diversos fóruns de cooperação transnacional para enfrentar a emergência sanitária. Ela foi membro da Força-Tarefa da Comissão Lancet COVID-19 sobre Ajuda Humanitária, Proteção Social e Grupos Vulneráveis e da Coalizão de Pesquisa Clínica de COVID-19, para acelerar a pesquisa clínica de COVID-19 em ambientes com recursos limitados. Ela co-presidiu o Grupo Diretor de Recuperação Econômica, um dos grupos do Roteiro de Pesquisa da ONU para a Recuperação da COVID-19. Ela também é membro do Comitê Diretivo do Colaborativo Regional de Produção de Vacinas (RVMC) e da Plataforma Regional da OPAS/OMS para Avançar na Produção de Vacinas contra COVID-19 e Outras Tecnologias de Saúde nas Américas.
Em dezembro de 2020, foi eleita membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC) na categoria Ciências Sociais. Em 1º de janeiro de 2022, ela se tornou membro da Academia Mundial de Ciências (TWAS) para o avanço da ciência nos países em desenvolvimento.
Em setembro de 2021, ela se tornou membro independente do Conselho da Coalizão de Inovações em Preparação para Epidemias (CEPI). Foi também agraciada com o grau de Cavaleira da Ordem Nacional da Legião de Honra da França, oferecido pelo Governo da França, em reconhecimento ao seu trabalho nas áreas da ciência e da saúde e pelos serviços prestados à sociedade em resposta à pandemia de Covid -19. Em novembro de 2022 recebeu o Prêmio Regional da TWAS para Diplomacia Científica, que homenageia indivíduos que tenham atuado em projetos de pesquisa transfronteiriços que contribuíram para a melhoria das relações internacionais.
Recebeu também as seguintes Medalhas de Mérito: Oswaldo Cruz do Ministério da Saúde (2018); Academia Brasileira de Medicina Militar (2018); Academia Brasileira de Ciências Farmacêuticas (2018); Rui Barbosa (2016); Euclides da Cunha (2008); 110 anos da Academia Brasileira de Letras (2007); e Centenário da Fiocruz (2000); Doutor Honoris Causa pela UFRJ; Carioca do Ano pela Revista Veja (2020); Prêmio Personalidade França-Brasil; Prêmio Personalidade Profissional; II Prêmio EMERJ de Direitos Humanos; Medalha Tiradentes (2021); e Comenda Celso Furtado (2022).
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Como reconhecer reações alimentares em bebês e crianças
Perceber quando um alimento está fazendo mal a um bebê ou a uma criança nem sempre é simples. Em muitos casos, a reação não aparece como um quadro único e evidente. Pode surgir na pele, no intestino, nas vias respiratórias ou em mais de um sistema ao mesmo tempo.
Também pode ocorrer logo após a ingestão ou somente horas, e até dias, depois. Por isso, o reconhecimento depende menos de um sinal isolado e mais da observação cuidadosa do conjunto de sintomas, da frequência com que aparecem e da relação temporal com a alimentação.
O IBGE mostrou que, entre as 38 milhões de crianças menores de 13 anos no país, 82,9% tiveram atendimento em serviços de atenção primária em 2022. Esse cenário reforça um ponto central: sintomas persistentes ou repetidos na infância precisam ser avaliados com método, sem improviso e sem exclusões alimentares feitas por conta própria.
Então, como reconhecer reações alimentares em bebês e crianças? Aqui vão algumas dicas. Confira!
1. Saiba que as reações alimentares da APLV não são todas iguais!
Nem toda resposta ruim a um alimento é alergia. Algumas reações são imunológicas, como as alergias alimentares, enquanto outras podem estar ligadas a intolerâncias, irritação gastrointestinal, infecções, excesso de determinado alimento ou mesmo coincidências comuns da infância.
A alergia à proteína do leite de vaca é uma resposta do sistema imunológico a proteínas presentes no alimento. Já a intolerância, como ocorre em alguns quadros com lactose, envolve dificuldade de digestão e tem outra lógica clínica.
Essa distinção importa porque os sinais podem parecer parecidos no início. Vômitos, diarreia, distensão abdominal, irritabilidade e lesões de pele não confirmam, sozinhos, uma alergia. Segundo a cartilha federal sobre alergia alimentar, o problema exige avaliação clínica detalhada, histórico alimentar e, quando indicado, testes específicos.
Em bebês, a leitura correta dos sintomas é ainda mais delicada, porque refluxo, cólicas, assaduras e alterações de evacuação também podem acontecer em crianças sem alergia.
2. Conheça os sintomas mais comuns da APLV em bebês e crianças
As reações alimentares podem se manifestar de formas diferentes conforme a idade, o mecanismo imunológico envolvido e o alimento ingerido. Na infância, os sinais cutâneos costumam chamar atenção primeiro. Urticária, vermelhidão, coceira, inchaço em lábios ou pálpebras e piora de dermatite podem surgir após a exposição ao alimento desencadeante.
Também são frequentes sintomas gastrointestinais. Entre eles estão vômitos repetidos, recusa alimentar, dor abdominal, cólicas intensas, diarreia, constipação persistente, sangue ou muco nas fezes e dificuldade de ganho de peso. Em alguns quadros, podem aparecer tosse, chiado, rouquidão e congestão nasal logo após a ingestão.
Quando há dúvida sobre a combinação desses sinais, materiais confiáveis com informações sobre os sintomas da APLVajudam a organizar a observação, mas não substituem a avaliação pediátrica e, quando necessário, alergológica.
3. Entenda que o tempo da reação ajuda a interpretar o quadro
O momento em que os sintomas aparecem oferece pistas importantes. Nas reações imediatas, os sinais costumam surgir em minutos ou até duas horas depois da ingestão. Nesses casos, são mais comuns urticária, inchaço, vômitos rápidos e sintomas respiratórios. Esse padrão costuma ser mais fácil de relacionar ao alimento consumido, embora ainda exija confirmação clínica.
Já as reações tardias podem demorar horas ou dias. Elas frequentemente envolvem o trato gastrointestinal e a pele, com sintomas mais sutis e persistentes, como fezes alteradas, irritabilidade, piora do eczema e baixo ganho ponderal.
Em bebês pequenos, esse padrão pode confundir famílias e até profissionais menos familiarizados, porque se mistura com queixas comuns da rotina. Por isso, anotar o que foi ingerido, quando surgiram os sintomas e como eles evoluíram costuma ser mais útil do que tentar identificar um culpado imediatamente.
4. Saiba identificar os sinais de alerta que exigem atendimento imediato
Alguns sintomas não devem ser observados em casa à espera de melhora espontânea. Dificuldade para respirar, chiado súbito, inchaço de língua, sonolência excessiva, palidez intensa, desmaio, vômitos incoercíveis e sinais de desidratação são exemplos de urgência. Quando há comprometimento de mais de um sistema, como pele e respiração ao mesmo tempo, existe risco de reação grave.
Em crianças pequenas, o agravamento pode ser rápido. A abordagem segura é procurar atendimento de emergência sem oferecer novos alimentos, medicamentos ou fórmulas por iniciativa própria, salvo orientação prévia do médico assistente. Em quadros de repetição, o plano de ação familiar precisa ser definido por profissional habilitado, inclusive com orientações objetivas para escola, creche e cuidadores.
5. Entenda que o leite de vaca merece atenção especial na primeira infância
Entre os alimentos mais associados a alergia na infância, o leite de vaca ocupa posição de destaque, especialmente nos primeiros anos de vida. O protocolo da Secretaria de Saúde do Distrito Federal para crianças menores de dois anos destaca que a suspeita de APLV deve considerar história clínica, sintomas compatíveis e resposta à conduta diagnóstica orientada. Isso é relevante porque muitos bebês têm contato precoce com fórmulas, derivados lácteos e preparações que contêm leite de forma pouco evidente.
O Ministério da Saúde também reforça, no Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos, a importância de práticas adequadas de alimentação na primeira infância. Dados do ENANI mostram que 96,2% das crianças brasileiras menores de dois anos já haviam sido amamentadas alguma vez, 45,8% estavam em aleitamento materno exclusivo antes dos seis meses e 60,3% mantinham aleitamento materno aos 12 meses ou mais.
Esses números ajudam a contextualizar a alimentação infantil no país, mas não autorizam conclusões automáticas sobre alergia. Cada caso depende de avaliação individual.
6. Saiba que o diagnóstico da APLV exige método e evita erros comuns
Um dos erros mais frequentes é retirar alimentos da dieta com base apenas em suspeitas vagas. Isso pode atrasar o diagnóstico correto, empobrecer a alimentação e aumentar a ansiedade da família. Em pediatria, o diagnóstico costuma partir de uma boa anamnese, do exame clínico e da investigação do padrão dos sintomas. Dependendo do caso, o profissional pode indicar dieta de exclusão orientada, testes laboratoriais e teste de provocação oral em ambiente apropriado.
Também é importante lembrar que exames isolados não resolvem tudo. O padrão ouro para confirmar muitas alergias alimentares continua sendo o teste de provocação oral, quando indicado e realizado com segurança. Além disso, o Brasil conta com uma camada adicional de proteção no dia a dia: a rotulagem obrigatória de alergênicos estabelecida pela Anvisa na RDC nº 26/2015, que determina a declaração dos principais alimentos alergênicos, inclusive leite, nos rótulos de industrializados.
7. Tenha em mente que a observação cuidadosa protege mais que suposições
Reconhecer reações alimentares em bebês e crianças é, acima de tudo, um exercício de atenção qualificada. O que protege não é o alarme exagerado nem a minimização dos sintomas, mas a observação consistente, o registro do que acontece e a busca por avaliação profissional quando os sinais se repetem ou preocupam.
Na infância, detalhes fazem diferença. Sintomas pequenos, quando persistentes, podem contar uma história importante. Então, fique sempre alerta!
Referências:
BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC nº 26, de 2 de julho de 2015. 2015. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2015/rdc00262606_2015.pdf.
BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Rotulagem de alergênicos: perguntas e respostas. 2024. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/alimentos/perguntas-e-respostas-arquivos/rotulagem-de-alergenicos.pdf.
BRASIL. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. IBGE pesquisa pela primeira vez como pais e responsáveis avaliam a atenção primária à saúde infantil. 2022. Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/35909-ibge-pesquisa-pela-primeira-vez-como-pais-e-responsaveis-avaliam-a-atencao-primaria-a-saude-infantil.
BRASIL. Ministério da Saúde. Guia alimentar para crianças brasileiras menores de 2 anos. 2019. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-brasil/eu-quero-me-alimentar-melhor/Documentos/pdf/guia-alimentar-para-criancas-brasileiras-menores-de-2-anos.pdf.
BRASIL. Secretaria-Geral da Presidência da República. Cartilha da alergia alimentar. [s.d.]. Disponível em: https://www.gov.br/secretariageral/pt-br/consea/acervo/publicacoes/seguranca-alimentar-e-nutricional/cartilha-da-alergia-alimentar.pdf.
DISTRITO FEDERAL. Secretaria de Estado de Saúde. Protocolo de manejo nutricional na alergia às proteínas do leite de vaca para crianças menores de 2 anos de idade. [s.d.]. Disponível em: https://www.saude.df.gov.br/documents/37101/0/Protocolo+de+Manejo+Nutricional+na+Alergia+as+Proteinas+do+Leite+de+Vaca+para+Criancas+Menores+de+2+Anos+de+Idade.pdf.
ENANI. Relatório 4: Aleitamento materno. 2020. Disponível em: https://enani.nutricao.ufrj.br/download/relatorio-4-aleitamento-materno/.
MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO E ASSISTÊNCIA SOCIAL, FAMÍLIA E COMBATE À FOME. Fome infantil recua quase 30% no Brasil em um ano, mostram dados do MDS. 2026. Disponível em: https://www.gov.br/mds/pt-br/noticias-e-conteudos/desenvolvimento-social/noticias-desenvolvimento-social/fome-infantil-recua-quase-30-no-brasil-em-um-ano-mostram-dados-do-mds.
Este é um material informativo sobre APLV. Consulte sempre seu médico e/ou nutricionista.
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