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Cipem faz imersão nas principais tendências do mercado em revestimentos

O presidente, Rafael Mason, juntamente com renomados profissionais da arquitetura, conheceram um pouco do trabalho desenvolvido pela empresa REWOOD, responsável pela fabricação de grandes vigas de madeira laminada colada MLC.

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Cipem faz imersão nas principais tendências do mercado em revestimentos

Conectado às tendências em revestimentos e materiais para construção civil, o presidente do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem) e parceiros realizaram um a uma indústria de madeira engenheirada em São Paulo (SP), nesta quarta-feira (11.03), onde também puderam participar da principal mostra do segmento de revestimentos da América Latina, a ‘Expo Revestir 2020’.

 

O evento segue com programação até a próxima sexta-feira (13). E é responsável por lançar as principais novidades em revestimentos no mercado, assim como apresentar soluções inovadoras para projetos de engenharia, arquitetura e decoração. Traz, além disso, informações, orientações e oportunidades de negócios para revendas de produtos de construção, e promove debates com experts mundiais no ‘Fórum Internacional de Arquitetura e Construção’.

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Presidente do Cipem, Rafael Mason

Presidente do Cipem, Rafael Mason, durante visita a uma fábrica em São Paulo

O presidente, Rafael Mason, juntamente com renomados profissionais da arquitetura, conheceram um pouco do trabalho desenvolvido pela empresa REWOOD, responsável pela fabricação de grandes vigas de madeira laminada colada MLC. Ambos ainda participaram de encontros de negócios com empresários do segmento da construção que promovem a edificação e o acabamento de empreendimentos com madeira.

 

A exemplo disso, o grupo fez uma visita técnica a um edifício, ainda em fase de construção, de quatro pavimentos, localizado na capital paulista. Como este, dezenas de outros prédios estão sendo erguidos pelo Brasil e o mundo, tendo como matéria-prima básica a madeira engenheirada. A escolha se deve à boa performance, resistência, durabilidade e sustentabilidade. Afinal, trata-se de um material renovável, que capta e estoca gás carbônico durante seu ciclo.

 

 “Sem dúvidas esta é uma semana importante para o mercado florestal, cada vez mais conectado às tendências mundiais da construção civil e designer de interiores. Foi muito positivo notar como cada vez mais o mercado da construção civil vem utilizando a madeira nativa oriunda dos Planos de Manejos Florestais Sustentáveis”, concluiu Mason, ao comentar sobre a possibilidade de participação na Expo Revestir 2021 com um estande do Cipem.

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Metais preciosos, commodities e criptomoedas: o mundo dos investimentos alternativos


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Os investimentos alternativos são instrumentos financeiros que permitem diversificar o portfólio além dos tradicionais mercados de ações e imobiliário. Embora ações e imóveis estejam entre as escolhas mais comuns, investir em ativos alternativos pode oferecer maior estabilidade em períodos de volatilidade. Esses instrumentos incluem, entre outros, metais preciosos, criptomoedas e commodities, setores que apresentam dinâmicas diferentes dos investimentos convencionais. A diversificação em ativos alternativos atende à necessidade de equilibrar o portfólio e mitigar os riscos associados a um mercado que, em certos momentos, pode se tornar extremamente instável.

Metais preciosos: um exemplo de estabilidade

Os metais preciosos, como ouro e prata, representam uma das categorias mais populares entre os investimentos alternativos. O ouro, em particular, é considerado um ativo de refúgio: em situações de incerteza econômica ou alta inflação, tende a manter ou aumentar seu valor. O desempenho do ouro é frequentemente indicado no Forex com o símbolo xauusd e, conforme ilustrado nesta página informativa online, pode oferecer aos investidores uma proteção contra a instabilidade dos mercados tradicionais. Esse símbolo reflete a taxa de câmbio entre o ouro e o dólar americano, um parâmetro acompanhado por quem deseja investir em um ativo seguro durante períodos de crise.

Commodities e agricultura: um mundo de recursos
Além dos metais preciosos, outras categorias de investimentos alternativos incluem commodities como petróleo, gás natural e produtos agrícolas. Investir em commodities significa participar de um mercado onde os preços são determinados não apenas pela oferta e demanda, mas também por fatores geopolíticos, climáticos e tecnológicos. Esses ativos têm uma função estratégica na gestão do portfólio, pois oferecem um potencial de crescimento independente das flutuações dos mercados de ações. As commodities agrícolas, em particular, são influenciadas pelas condições climáticas e inovações no setor alimentar, representando assim uma oportunidade para investidores com interesse em sustentabilidade e agroalimentação.

Criptomoedas: entre inovação e volatilidade
As criptomoedas são um dos investimentos alternativos mais recentes e representam um setor em constante crescimento. Essas moedas digitais, baseadas em tecnologias descentralizadas como o blockchain, são consideradas investimentos de alto risco, mas também de alto potencial de retorno. Sua natureza digital e a ausência de regulamentação central as tornam particularmente voláteis, mas, ao mesmo tempo, capazes de oferecer novas oportunidades financeiras. As criptomoedas oferecem uma visão inovadora do mundo econômico, desvinculada das lógicas dos bancos centrais e das autoridades governamentais, atraindo investidores que desejam diversificar o portfólio com ativos de perfil não convencional.

Arte e bens colecionáveis: um patrimônio tangível
Outra forma de investimento alternativo está nos bens colecionáveis e nas obras de arte. Esses investimentos, muitas vezes menos líquidos e vinculados a um crescimento de longo prazo, são escolhidos por quem deseja diversificar com um patrimônio tangível. A arte pode representar não apenas um investimento, mas também um valor cultural e estético, e seu valor tende a se manter independente dos mercados financeiros tradicionais. Desde pinturas clássicas até modernas obras digitais, o colecionismo pode oferecer uma proteção ao portfólio e enriquecer o patrimônio pessoal com um toque de exclusividade.

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