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Bombeiros combatem incêndio em carreta na BR-364
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na madrugada de segunda-feira (15.6), um incêndio em uma carreta na BR-364, nas proximidades do km 35, no município de Alto Garças (a 360 km de Cuiabá).
A equipe do 1° Núcleo Bombeiro Militar (1º NBM) foi acionada via telefone funcional durante a madrugada. Segundo informações iniciais, uma carreta graneleira carregada com milho apresentou princípio de incêndio na região do eixo da roda traseira.
Ao chegar ao local, a equipe iniciou imediatamente o combate direto às chamas. A ação rápida dos militares permitiu a extinção do incêndio e evitou que o fogo se alastrasse para outras partes do veículo ou atingisse a carga transportada.
Em seguida, foi realizado o trabalho de rescaldo para eliminar possíveis focos remanescentes. Apesar da situação, ninguém ficou ferido. A ocorrência contou com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que atuou na sinalização e controle do fluxo da via. Não há informações sobre as causas do incêndio.
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Justiça condena Energisa a pagar R$ 2 milhões por falhas no fornecimento de energia
A concessionária Energisa Mato Grosso foi condenada pela Justiça a implementar melhorias imediatas no fornecimento de energia elétrica em Alto Garças. A decisão atende a uma ação civil pública movida pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, que investigou interrupções constantes e diárias no serviço. Além da obrigação de regularizar a prestação do serviço, a empresa deverá pagar R$ 2 milhões por danos morais coletivos.
A investigação, conduzida pela 1ª Promotoria de Justiça da cidade sob responsabilidade do promotor Thiago Marcelo Francisco dos Santos, revelou que as quedas de energia eram crônicas, ocorrendo diversas vezes ao dia. O Ministério Público demonstrou que o problema persistia há anos, afetando diretamente o abastecimento de água, o funcionamento de unidades de saúde e causando prejuízos em equipamentos eletrônicos de moradores e órgãos públicos.
Em sua defesa, a Energisa argumentou que as falhas eram provocadas por fatores externos, como condições climáticas, e afirmou que realizou investimentos na rede local. No entanto, o juiz Leandro Bozzola Guitarrara rejeitou as alegações, destacando que a frequência das interrupções evidencia falhas estruturais e não situações excepcionais. Na sentença, o magistrado reforçou que o serviço público essencial deve ser pautado pela continuidade, eficiência e segurança.
O montante de R$ 2 milhões fixado para a indenização por danos morais coletivos será destinado conforme a Lei da Ação Civil Pública, com a garantia de que os recursos sejam aplicados em benefício direto da população de Alto Garças. A concessionária agora tem a obrigação técnica de assegurar que o fornecimento de eletricidade seja estabilizado para cessar os transtornos enfrentados pela coletividade.
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