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Bancos estendem prazo para negativação de clientes com contas atrasadas
Medida começou a valer a partir desta sexta-feira (17.04)
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Bancos estendem prazo para negativação de clientes
A Secretaria Adjunta de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon-MT) informa a população que os bancos e birôs de crédito estenderam o processo de negativação de seus clientes, que em geral era de 10 dias, para 45 dias. A medida começou a valer nesta sexta-feira (17.04).
A decisão, tomada pela Associação Nacional dos Birôs de Crédito (ANBC) e pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), é válida por 90 dias, podendo ser prorrogada. De acordo com nota da Febraban, o objetivo é manter o fluxo de informações para avaliação do crédito e ao mesmo tempo conceder prazo adicional para que credores, consumidores e empresas possam renegociar seus créditos.
A medida beneficia clientes que, em razão dos impactos da pandemia da Covid-19, estão com dificuldades de manter o pagamento de suas contas em dia. No entanto, ela não isenta os consumidores do pagamento da dívida. Apenas estende o prazo de negativação dos inadimplentes que era de 10 dias para 45 dias. “Por isso, todos aqueles que tiverem condições devem sempre quitar seus débitos, evitando assim encargos financeiros gerados pelo atraso”, explica o secretário de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor, Edmundo Taques.
O Procon lembra, ainda, que as principais instituições financeiras do país integram a plataforma de reclamação on-line www.consumidor.gov.br, que é um serviço público e gratuito que permite a interlocução direta entre consumidores e empresas para solução alternativa de conflitos de consumo pela internet. “Caso haja algum problema nesse sentido, o consumidor poderá acessar o site e registrar sua reclamação”, salienta o secretário Edmundo.
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Metais preciosos, commodities e criptomoedas: o mundo dos investimentos alternativos
Os investimentos alternativos são instrumentos financeiros que permitem diversificar o portfólio além dos tradicionais mercados de ações e imobiliário. Embora ações e imóveis estejam entre as escolhas mais comuns, investir em ativos alternativos pode oferecer maior estabilidade em períodos de volatilidade. Esses instrumentos incluem, entre outros, metais preciosos, criptomoedas e commodities, setores que apresentam dinâmicas diferentes dos investimentos convencionais. A diversificação em ativos alternativos atende à necessidade de equilibrar o portfólio e mitigar os riscos associados a um mercado que, em certos momentos, pode se tornar extremamente instável.
Metais preciosos: um exemplo de estabilidade
Os metais preciosos, como ouro e prata, representam uma das categorias mais populares entre os investimentos alternativos. O ouro, em particular, é considerado um ativo de refúgio: em situações de incerteza econômica ou alta inflação, tende a manter ou aumentar seu valor. O desempenho do ouro é frequentemente indicado no Forex com o símbolo xauusd e, conforme ilustrado nesta página informativa online, pode oferecer aos investidores uma proteção contra a instabilidade dos mercados tradicionais. Esse símbolo reflete a taxa de câmbio entre o ouro e o dólar americano, um parâmetro acompanhado por quem deseja investir em um ativo seguro durante períodos de crise.
Commodities e agricultura: um mundo de recursos
Além dos metais preciosos, outras categorias de investimentos alternativos incluem commodities como petróleo, gás natural e produtos agrícolas. Investir em commodities significa participar de um mercado onde os preços são determinados não apenas pela oferta e demanda, mas também por fatores geopolíticos, climáticos e tecnológicos. Esses ativos têm uma função estratégica na gestão do portfólio, pois oferecem um potencial de crescimento independente das flutuações dos mercados de ações. As commodities agrícolas, em particular, são influenciadas pelas condições climáticas e inovações no setor alimentar, representando assim uma oportunidade para investidores com interesse em sustentabilidade e agroalimentação.
Criptomoedas: entre inovação e volatilidade
As criptomoedas são um dos investimentos alternativos mais recentes e representam um setor em constante crescimento. Essas moedas digitais, baseadas em tecnologias descentralizadas como o blockchain, são consideradas investimentos de alto risco, mas também de alto potencial de retorno. Sua natureza digital e a ausência de regulamentação central as tornam particularmente voláteis, mas, ao mesmo tempo, capazes de oferecer novas oportunidades financeiras. As criptomoedas oferecem uma visão inovadora do mundo econômico, desvinculada das lógicas dos bancos centrais e das autoridades governamentais, atraindo investidores que desejam diversificar o portfólio com ativos de perfil não convencional.
Arte e bens colecionáveis: um patrimônio tangível
Outra forma de investimento alternativo está nos bens colecionáveis e nas obras de arte. Esses investimentos, muitas vezes menos líquidos e vinculados a um crescimento de longo prazo, são escolhidos por quem deseja diversificar com um patrimônio tangível. A arte pode representar não apenas um investimento, mas também um valor cultural e estético, e seu valor tende a se manter independente dos mercados financeiros tradicionais. Desde pinturas clássicas até modernas obras digitais, o colecionismo pode oferecer uma proteção ao portfólio e enriquecer o patrimônio pessoal com um toque de exclusividade.
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