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Após 33 anos, mulher reencontra mãe biológica em Mato Grosso

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Aline Katsch, reencontrou a mãe biológica, Dona Rosa

A estagiária da Delegacia Especializada de Narcóticos (Denarc) de Cuiabá, Aline Katsch, reencontrou a mãe biológica, Dona Rosa, 33 anos depois de ter sido adotada. O encontro foi realizado nesta semana, em Lucas do Rio Verde, com o auxílio da Polícia Civil de Mato Grosso.

A localização foi possível a partir de uma informação que Aline mantinha sobre a própria origem. Conforme o delegado Ronaldo Binotti, responsável pela Denarc, a única pista disponível era o nome da mãe, anotado em uma carta.

Com base nesse dado, os policiais fizeram consultas aos bancos de dados da Polícia Civil e identificaram uma mulher residente em Lucas do Rio Verde. A equipe contou ainda com o suporte da Delegacia da Mulher do município para confirmar a identidade e reconstruir a história familiar.

Depois da confirmação, mãe e filha puderam se encontrar pessoalmente pela primeira vez em mais de três décadas. Segundo o delegado, o momento foi marcado pela emoção e superou as expectativas.

“Graças a Deus, o encontro saiu melhor do que o imaginado. Aline e Dona Rosa felizes e dispostas a começar uma nova história juntas”, relatou Binotti.

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*Com informações do Só Noticias

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Mato Grosso

Justiça manda soltar empresária cuiabana presa na Operação Bóreas

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Advogada e empresária, Thatiana Rabelo Mesquita Theodoro

 

A Justiça Federal do Tocantins determinou a libertação da advogada e empresária cuiabana Thatiana Rabelo Mesquita Theodoro, detida na terça-feira (25) durante a Operação Bóreas, conduzida pela Polícia Federal. A decisão foi confirmada na noite desta quinta-feira (27) pelo advogado Fernando Faria, que representa a investigada. O processo tramita em segredo de Justiça.

A investigação apura a atuação de um grupo suspeito de estruturar voos, utilizar aeronaves e pistas clandestinas e oferecer suporte logístico para o transporte de cocaína e armas de fogo da Bolívia e do Peru para o Brasil.

Antes da decisão judicial, a defesa já havia classificado a prisão como “absurda e arbitrária”. Segundo Fernando Faria, a medida não apresentaria fundamentação legal suficiente para ser mantida.

O advogado afirmou que uma das informações consideradas na investigação seria uma mensagem trocada entre Thatiana e o irmão, Márcio Rabello Mesquita Theodoro, em 2024. Para a defesa, o conteúdo não estaria relacionado diretamente ao foco da apuração e os fatos seriam antigos para justificar a prisão preventiva decretada em 2026.

Márcio está preso desde fevereiro de 2025, quando foi localizado em uma aeronave que transportava 475 quilos de cloridrato de cocaína e pasta base, no Tocantins.

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“Essa prisão é absurda, arbitrária, sem fundamento algum. A busca e a prisão, ilegais. Prisão preventiva ilegal. Uma mensagem de 2024? Estamos em 2026. Hoje o contexto é totalmente diferente, não tem nada a ver a polícia motivar isso aí para prender uma advogada que tem residência fixa, que tem emprego, que toca e emprega pessoas aqui em Cuiabá há muitos anos. Tem uma filha de nove anos”, declarou o defensor antes da decisão.

Thatiana é sócia e administradora da TRMT Restaurante Ltda., empresa responsável pelo Tatu Bola Bar, situado nas proximidades da Praça Popular, em Cuiabá. Durante o cumprimento dos mandados na residência dela, foram apreendidos joias, relógios, veículos e dinheiro em espécie.

De acordo com Fernando Faria, os valores encontrados são compatíveis com a renda da empresária. A defesa também sustenta que o Tatu Bola Bar não tem ligação com os crimes investigados.

Operação Bóreas

Deflagrada pela Polícia Federal do Tocantins, a Operação Bóreas cumpriu três mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão nas cidades de Cuiabá e Palmas.

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A 4ª Vara Federal de Palmas determinou ainda a apreensão de aeronaves, além do bloqueio e sequestro de bens e valores relacionados aos investigados. A PF também solicitou a inclusão de dez pessoas na lista de Difusão Vermelha da Interpol.

A operação tem como objetivo desarticular uma organização suspeita de manter uma estrutura aérea clandestina para transportar cocaína e armas de fogo procedentes da Bolívia e do Peru com destino ao território brasileiro.

*Com informações do Midia News

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