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BRASIL E MUNDO

Anvisa suspende corticoide e remédio para colesterol; veja quais lotes

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Por Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu nesta segunda-feira (18) a comercialização, distribuição e uso de medicamentos depois de notificações de problemas em lotes específicos de produtos fabricados pelos laboratórios Hypofarma e Cimed.

No caso da Hypofarma, a medida atinge o medicamento Fosfato Dissódico de Dexametasona 4 mg/ml solução injetável (caixa com 50), utilizado como corticoide anti-inflamatório.

A empresa informou o recolhimento voluntário do lote 25091566 após identificar escurecimento da solução quando o produto é diluído em associação com determinados medicamentos.

Já a Cimed comunicou o recolhimento voluntário do lote 2424299 dos medicamentos Atorvastatina cálcica 40mg e Rosuvastatina 20 mg, ambos utilizados para controle do colesterol.

Segundo a empresa, houve suspeita de mistura de embalagens com cartuchos de Rosuvastatina identificados em lote de Atorvastatina. A Anvisa também suspendeu a comercialização, distribuição e uso dos produtos relacionados a esse lote específico (2424299).

Fitoterápicos proibidos

A agência sanitária também informou hoje que determinou a apreensão e proibiu a fabricação, comercialização, distribuição, importação, propaganda e uso de uma série de medicamentos e fitoterápicos sem registro, notificação ou cadastro sanitário. Entre os produtos proibidos estão:

  • Composto Cura Tudo
  • Composto Anti-álcool
  • Garrafada Cura Tudo
  • Ki Sinusite/Rinite
  • Composto Saúde do Homem
  • Composto Tira Fumo
  • Composto para Diabetes
  • Composto Taradão
  • Composto para Psoríase
  • Garrafada do Seu Geraldo
Leia mais:  Vorcaro deixa sala especial na PF e é levado para cela comum em Brasília

A medida também vale para todos os lotes dos fitoterápicos da marca Status Verde:

  • Composto Anti-Diabetes
  • Valeriana Composta
  • Erva Baleeria
  • 7 Magnésios
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BRASIL E MUNDO

Vorcaro deixa sala especial na PF e é levado para cela comum em Brasília

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O banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, foi transferido nesta segunda-feira (18) para uma cela comum na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. A mudança foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, responsável pela relatoria das apurações que envolvem suspeitas de fraudes ligadas à instituição financeira.

Desde março, Vorcaro estava custodiado em uma sala de estado-maior na sede da PF, o mesmo espaço que chegou a abrigar o ex-presidente Jair Bolsonaro antes da concessão de prisão domiciliar. Nesse período, ele tinha acesso facilitado a advogados que conduziram a proposta de acordo de delação apresentada neste mês à Polícia Federal e à Procuradoria-Geral da República.

Com a formalização da proposta, o banqueiro retorna agora à carceragem da corporação, onde passa a cumprir regras mais rígidas para contato com a defesa. A alteração no local de custódia ocorre em meio ao avanço das investigações sobre o caso Banco Master.

Vorcaro voltou a ser preso no dia 4 de março, durante a terceira etapa da Operação Compliance Zero, conduzida pela Polícia Federal. A investigação apura supostas fraudes financeiras no Master e também suspeitas relacionadas à tentativa de compra da instituição pelo Banco Regional de Brasília, o BRB, banco público vinculado ao Governo do Distrito Federal.

Leia mais:  Terras raras: "Brasil não abre mão de sua soberania", diz Lula

A movimentação em torno do acordo de colaboração e a decisão de transferi-lo para uma cela comum marcam um novo desdobramento de uma investigação que segue sob acompanhamento do STF, da PF e da PGR.

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