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Abril registra mais de R$ 6 milhões de economia para os municípios que utilizaram o Jornal Oficial

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Os municípios associados economizaram R$ 6.030.623,76 com publicações no Jornal Oficial da Associação Mato-grossense dos Municípios – AMM em abril. O montante economizado é o maior deste primeiro quadrimestre. Além das prefeituras, as Câmaras Municipais, os Consórcios de Saúde e de Desenvolvimento Econômico também utilizam os serviços. Entre as principais publicações estão decretos, leis, portarias, balanços, editais, extratos de contrato, resultados de licitação, entre outros documentos. Os atos administrativos da AMM também são disponibilizados, visando garantir maior transparência na administração da instituição.

O presidente da AMM, Neurilan Fraga, afirmou que o serviço é muito utilizado pelos municípios, considerando a abrangência, a legitimidade e a credibilidade da publicação que se transformou em um importante instrumento de divulgação oficial para as administrações municipais. “O Jornal garante, mensalmente, uma economia significativa para as prefeituras e demais segmentos que utilizam a publicação.  É um dos principais serviços oferecidos pela AMM que busca aprimorar a ferramenta visando um atendimento com cada vez mais qualidade e eficiência aos municípios”, frisou.

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O jornal é elaborado em plataforma digital, com o objetivo de prestar melhor atendimento aos usuários. Para fazer as publicações, as prefeituras precisam antes aprovar na Câmara Municipal uma lei, reconhecendo o jornal como veículo oficial de publicação dos seus atos oficiais. Segundo o responsável pelo  serviço, Noides Cenio, os servidores cadastrados possuem login, senha e estão habilitados a fazer a inserção das matérias no sistema.

O acesso pode ser feito através de um link no site da AMM com o seguinte endereço:

https://diariomunicipal.org/mt/amm/.  

O Jornal Oficial foi criado em 2006, com as publicações disponibilizadas apenas de forma impressa. Devido à grande demanda e a necessidade de modernizar os serviços para melhorar o atendimento aos municípios, a AMM lançou a versão eletrônica em 2011, garantindo mais agilidade, facilidade de acesso e segurança, pois todas as publicações são acompanhadas por certificado digital.

Fonte: AMM

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TCE-MT dá parecer favorável às contas de Campos de Júlio e Vale de São Domingos por equilíbrio fiscal e boa gestão dos recursos públicos

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Com destaques para a boa gestão fiscal e o equilíbrio financeiro, as contas anuais de governo dos municípios de Campos de Júlio e Vale de São Domingos receberam pareceres prévios favoráveis do Plenário do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT). Os balanços foram relatados pelo conselheiro Antonio Joaquim e apreciados em sessão plenária ordinária da última terça-feira (18).

“No exercício de 2025, o município de Campos de Júlio registrou Índice de Gestão Fiscal (IGFM) de 0,96, o que demonstra que o município alcançou o conceito de gestão de excelência. Já o índice de gestão fiscal de Vale de São Domingos totalizou 0,75, o que demonstra que o município alcançou o conceito B, de boa gestão”, observou o conselheiro.

Os balanços também apresentaram equilíbrio orçamentário e financeiro, além de cumprimento dos limites e percentuais constitucionais e legais. “Ambas as gestões evidenciaram o cumprimento de todos os limites constitucionais e legais aplicáveis, especialmente em saúde e educação”, afirmou o relator.

Campos de Júlio e Vale de São Domingos superaram o percentual mínimo de aplicação em ensino, com investimentos de 26,66% e 30,45% (mínimo de 25%). Destaque também para a aplicação dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) na remuneração dos profissionais do magistério, que consumiu 98,25% e 97,78%, respectivamente (mínimo de 70%).

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Além de superarem o mínimo constitucional de 15% para a saúde, com índices de 24,61% e 18,16%, respectivamente, o comprometimento da receita com pessoal foi de 38,73% para o primeiro município e 32,86% para o segundo, respeitando o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Equilíbrio orçamentário

Com nível diamante de transparência (95,54%), a receita arrecadada por Campos de Júlio somou R$ 142,5 milhões, atingindo 96,58% da previsão inicial. A despesa realizada totalizou R$ 148 milhões, resultando em superávit de execução orçamentária ajustado de R$ 23,9 milhões e superávit financeiro global de R$ 63,8 milhões. A capacidade de pagamento também se mostrou elevada: havia R$ 2,66 disponíveis para cada R$ 1,00 de restos a pagar.

Já Vale de São Domingos alcançou o nível ouro de transparência. Ao comparar as receitas arrecadadas (R$ 46.782.440,91) com as despesas realizadas (R$ 46.080.807,20), o município apresentou um superávit de execução orçamentária de R$ 701,6 mil. A capacidade de pagamento ficou em R$ 3,33 disponíveis para cada R$ 1,00 de restos a pagar.

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Recomendações

Para contribuir para o aperfeiçoamento da gestão, o conselheiro Antonio Joaquim fez recomendações para que Campos de Júlio implemente medidas destinadas a ampliar as vagas em creches e eliminar a fila de espera, além de realizar ações de vigilância contra arboviroses e melhorar o controle da hanseníase.

Já para Vale de São Domingos, o conselheiro fez orientações como a adesão ao Programa de Certificação Institucional e Modernização da Gestão dos Regimes Próprios de Previdência Social (Pró-Gestão RPPS), o reforço das ações integradas de vigilância em saúde, saneamento, controle de vetores e educação em saúde e o fortalecimento das medidas de vigilância e controle da hanseníase.

Nos votos, o relator acolheu em parte as manifestações feitas pelo Ministério Público de Contas (MPC) e foi seguido por unanimidade do Plenário.

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