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Abandone as suas roupas

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Da Assessoria

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Francisney Liberato Batista Siqueira

Eu sou do tipo de pessoa que gosta de rotina e de organização. Seja na vida profissional, no estudo, no lazer ou em viagens, para mim tudo funciona em sistemas. O motivo deste olhar programático, tem o enfoque de alcançar a melhor performance em tudo que me proponho a fazer, e afastar as chances de fracassar. Entretanto, por vezes é necessário abrir mão de algumas rotinas, ou quem sabe, readequá-las, para conhecer o “novo” e suas perspectivas.

 

Conseguimos visualizar o apego a um padrão quando, analisamos o aspecto da vestimenta. Vejo que há muita gente que de tanto gostarem de algum vestuário específico, acabam sempre optando pela mesma peça. Por isso, a impressão que tenho é que, quando alguns gostam de uma determinada roupa, repetem-na, pois já sabem como ficarão e assim, sentirão mais seguros ao usá-las.

 

No meu guarda-roupa, há algumas opções de camisas e calças, contudo, quando tenho a oportunidade de escolher o que vestir, meu olhar tem a tendência à algumas determinadas peças, ou seja, as mesmas roupas. No entanto, analisando de maneira analítica e comportamental, isso não é bom, mesmo porque além de demonstrar que só tenho aquelas roupas, mostra um apego ao que é “velho”.

A escolha das mesmas roupas expressa muito mais do que o aspecto supérfluo, estão diretamente relacionadas com o padrão mental que alimentamos e a forma como vemos o mundo e suas variantes

Não há problemas em repetir as mesmas roupas, pois é possível achar graça na rotina, porém, por vezes necessitamos de dar tréguas e “descanso” ao que é “velho”, pois a repetição do óbvio, talvez seja a grande zona de conforto que nos limita a conhecer nossas próprias nuances, que ao contrário do que parece, enraíza a resistência ao desbravamento do novo, como uma oportunidade de expansão do pensamento.

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Caso queiramos viver bem e ampliar a nossa experiência e conhecimento é necessário mudar, ou readequar antigos padrões, isso traz para nossa vida experiências, que poderão contribuir com quem está ao nosso redor.

 

Por óbvio, a maneira como você pensava há 20 anos jamais será a mesma do padrão mental que você tem hoje, você não possui as mesmas ideias e pensamentos de quando era uma criança, prova de que é normal e possível mudar e se aperfeiçoar.

 

Largue o velho e parta para o novo. A responsabilidade é exclusivamente sua, você deve ter a sua própria identidade e não pode atrelar a sua vida a de outra pessoa. A escolha entre largar a roupa velha ou não, está em suas mãos.

 

Você pode mudar a forma de pensar. Você precisar ousar e tentar novas perspectivas. Não podemos ficar à mercê das roupas velhas e do nosso mundinho, restrito e isolado. Se você não optar em mudar, não terá a oportunidade de pelo menos tentar ver o “novo” e de ter uma roupa nova e cheirosa. Não podemos ficar à margem de nós mesmos.

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Chegou o momento de abandonar as roupas velhas, de querer mais e de ser melhor. Não restrinja a sua vida com base nas suas perspectivas e conhecimento. Tenha resultados diferentes. Mude o seu destino.

 

O escritor Fernando Teixeira de Andrade foi feliz ao nos desafiar: “Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos”.

 

É preciso largar o passado; os costumes errados; os pensamentos equivocados e abandonar as influências negativas. Parta para o novo!

 

Francisney Liberato Batista Siqueira é Secretário de Controle Externo, Auditor Público Externo do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, Palestrante Nacional, Professor, Coach, Mentor, Advogado e Contador. Autor do Livro “Mude sua vida em 50 dias”.

www.francisney.com.br

 

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artigos

O dever da Religião

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Por Paiva Netto

Declarei ao ilustre jornalista italiano radicado no Brasil Paulo Rappoccio Parisi (1921-2016), na entrevista concedida a ele em 10 de outubro de 1981, que é dever da Religião proclamar a existência do Espírito imortal e efetivar os resultados práticos desse indispensável conhecimento na reforma do planeta.

Eis o pragmatismo que, por força da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, o Brasil oferece à humanidade, pois tais noções amadurecerão a consciência dos povos para a realidade espiritual de que ninguém consegue permanentemente escapar. Não se pode eternamente impedir a manifestação daquilo que nasce com o ser humano,

mesmo quando ateu: o sentido de Religiosidade que se expressa das mais variadas formas. Para além do debatido determinismo histórico, trata-se, acima de tudo, do Determinismo Divino, de que nos falava Alziro Zarur. Antes que fatalmente a Ciência conclua, em laboratório, sobre a perenidade da vida, cumpre à Religião não só abordar com maior objetividade a existência do Espírito após a morte, mas concomitantemente pesquisar o Mundo ainda Invisível.

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Parceria Céu e Terra

Ora, a morte não deve ser motivo de assombro nem ser tratada com desdém ou negligência. Diante da eternidade da vida, é essencial extrair seus preciosos aprendizados, que ajudaram a moldar os destinos da humanidade, contribuindo para sua continuação até aqui. Esse intercâmbio entre Terra e Céu, Céu e Terra, quando estabelecido com as forças do Bem, nos dá confiança na vida. Contar com a cooperação bendita daqueles que nos antecederam na jornada espiritual, sabendo que estão mais vivos do que nunca, incentivando-nos a boas ações, no cumprimento de nossas tarefas prometidas antes de aqui renascer, é parceria infalível.

Há décadas, preconizo que o ser humano não é somente sexo, estômago e intelecto, isto é, um saco de sangue, ossos, músculos e nervos, apenas jungido às limitadoras perspectivas do plano material. Reduzi-lo a isso é promover a cultura do fedor. A morte não é o fim; a vida é perpétua. E o Espírito é suprema realidade.

 

José de Paiva Netto é jornalista, radialista e escritor – [email protected] — www.boavontade.com

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