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A melhor odontologia do mundo é no Brasil, você sabia?

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Da Assessoria

Rosário Casalenuovo Júnior

Rosário Casalenuovo Júnior

Você sabia que a 1ª faculdade de odontologia do mundo foi fundada no Brasil? Pode ser por isso que temos uma das melhores odontologia restauradora e estética do mundo e também uma das mais baratas.  Mas qual a diferença da odontologia brasileira para as demais?

Vamos lá! No ano de 1884, foi fundada no Rio de Janeiro a primeira faculdade de odontologia do MUNDO.  Isso porque a odontologia era uma especialização da medicina. Assim, para atuar como dentista, deveria-se fazer medicina para depois escolher a especialidade da de odontologia.

No nosso Brasil, Arissia Varonil, separou a odontologia, nada mais normal pois vivíamos na época onde a teoria de Descartes imperava (reduzia ao corpo humano a uma máquina formada de peças ), época cartesiana, mecanicista, embora René Descartes tenha morrido no ano de 1650,  sua filosofia iluminista persiste até hoje na ciência, por ser mais estrutural.

Tudo visto pela radiografia e pelos olhos é o que existe, desconsiderando a vida. Assim seguiu a odontologia nacional, focada no que é palpável, o que é visto pelo raio X, apenas estrutural, simplesmente restauradora dentária, retirando os dentes e colocando próteses (dentadura), evoluindo para restauração, canal nos dentes mortos, próteses fixas nos dentes, estudo da patologia bucal (doenças da boca que é diferente das doenças causadas pela boca), ortodontia e recentemente o implante as lentes de contato e agora nos últimos 5 anos a Harmonização Oro Facial.

O dentista brasileiro é muito habilidoso e rápido para o aprendizado. Movido pela concorrência acirrada, o cirurgião dentista não pode sentar no mocho e deixar o tempo passar. Hoje é normal ver profissionais com mais de uma especialidade. Eu, por exemplo, tenho 3 especialidades e já em formação de mais uma. Isso é muito raro na medicina e em outras profissões.

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Porém, o foco continua sendo apenas nos dentes, tudo gira em torno deste pequeno órgão. O organismo é deixado de lado no Brasil e por isso a medicina fica desconectada da odontologia.

Embora a medicina também se fundamentou na filosofia matemática de Descartes que foca em um órgão e na doença e desconsidera a relação da integração e a vida do organismo, seguindo apenas no segmento e cometendo o mesmo erro da odontologia ao separar da medicina.

Vale destacar que temos nos principais países científicos como Alemanha, Canadá, USA, França, Rússia, Espanha, China, Japão, outra odontologia que integram com o organismo e que está dentro da medicina, integrada à medicina. Embora a maior parte seja ruim de mão, mas analisa o paciente como um todo. Por isso temos a Odontologia Biológica (estuda materiais e doenças que causam danos ao organismo), a Odontologia Funcional (respiração, apneia, dores e disfunções) e a Odontologia Neurofocal (memórias no Sistema Nervoso que levam a doenças), que interagem com o organismo e com a medicina, fisioterapia, fonoaudiologia.

Nos cursos que faço dessas áreas, a medicina participa junto, onde temos os colegas de classe médicos e dentistas sentados lado a lado trazendo visões distintas, porém integradas. Isso é o que falta para a odontologia brasileira e por isto os pacientes reclamam de problemas adquiridos depois que iniciou os tratamentos odontológicos, que visa apenas a troca de restaurações, a colocação de facetas de porcelana, implantes.

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A boca não é apenas dentes, afinal, é por ela entra muitas doenças. Como escrevi em outro artigo, 45% dos que morrem por problemas cardíacos é causado pela boca. Dessa forma, a odontologia integrativa, que detém o conhecimento e que poderia evitar essas mortes e até mesmo os cânceres e várias outras doenças.

O Brasil é um país de contrastes, ao mesmo tempo que temos pessoas que vivem no primeiro mundo, há conterrâneos que vivem de forma primitiva. Na clínica odontológica é a mesma coisa: há clínicas que possuem a tecnologia de última geração no mundo, a odontologia digital, mas há também as que ainda estão no passado.

Porém digo que tecnologia é apenas 10%, os outros 90% é o intelectual, o conhecimento científico, o dentista saindo da caverna dos dentes e buscando o organismo como um todo. Assim ninguém segura o dentista brasileiro. Parabéns a todos os profissionais que tem a performance de artista, psicólogo, médico, engenheiro, fisioterapeuta, mas principalmente ser humano. 

Dr. Rosário Casalenuovo Júnior, é Membro da Academia Libero-Latino-Americana de Disfunção Crâneo-mandibular e Dolor Facial; Membro da Academia Libero Latino Americana de Estética Médica e Interdisciplinar, Diretor Clínico do Instituto Machado de Odontologia e Presidente da ABOR-MT (Associação Brasileira de Ortodontia – SEC.MT).

 

 

 

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O dever da Religião

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Por Paiva Netto

Declarei ao ilustre jornalista italiano radicado no Brasil Paulo Rappoccio Parisi (1921-2016), na entrevista concedida a ele em 10 de outubro de 1981, que é dever da Religião proclamar a existência do Espírito imortal e efetivar os resultados práticos desse indispensável conhecimento na reforma do planeta.

Eis o pragmatismo que, por força da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, o Brasil oferece à humanidade, pois tais noções amadurecerão a consciência dos povos para a realidade espiritual de que ninguém consegue permanentemente escapar. Não se pode eternamente impedir a manifestação daquilo que nasce com o ser humano,

mesmo quando ateu: o sentido de Religiosidade que se expressa das mais variadas formas. Para além do debatido determinismo histórico, trata-se, acima de tudo, do Determinismo Divino, de que nos falava Alziro Zarur. Antes que fatalmente a Ciência conclua, em laboratório, sobre a perenidade da vida, cumpre à Religião não só abordar com maior objetividade a existência do Espírito após a morte, mas concomitantemente pesquisar o Mundo ainda Invisível.

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Parceria Céu e Terra

Ora, a morte não deve ser motivo de assombro nem ser tratada com desdém ou negligência. Diante da eternidade da vida, é essencial extrair seus preciosos aprendizados, que ajudaram a moldar os destinos da humanidade, contribuindo para sua continuação até aqui. Esse intercâmbio entre Terra e Céu, Céu e Terra, quando estabelecido com as forças do Bem, nos dá confiança na vida. Contar com a cooperação bendita daqueles que nos antecederam na jornada espiritual, sabendo que estão mais vivos do que nunca, incentivando-nos a boas ações, no cumprimento de nossas tarefas prometidas antes de aqui renascer, é parceria infalível.

Há décadas, preconizo que o ser humano não é somente sexo, estômago e intelecto, isto é, um saco de sangue, ossos, músculos e nervos, apenas jungido às limitadoras perspectivas do plano material. Reduzi-lo a isso é promover a cultura do fedor. A morte não é o fim; a vida é perpétua. E o Espírito é suprema realidade.

 

José de Paiva Netto é jornalista, radialista e escritor – [email protected] — www.boavontade.com

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