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MELLO (Clóvis de)
Advogado, professor, escritor, poeta, literato e orador (Cuiabá-MT, 18/05/1933). Bacharel em Direito e Pós-Graduado em Direito Tributário na USP. Exerceu a profissão de advogado em Mato Grosso a partir de 1956. Foi juiz federal Substituto em Mato Grosso (1967), Chefe da Polícia do Estado de Mato Grosso, juiz federal Titular na 9ª Vara Federal de São Paulo (1976-83), presidente do IPEMAT (1964/68), presidente da Região Escoteira de Mato Grosso na União dos Escoteiros do Brasil (1971/74). Escreveu diversos livros sobre Direito. É sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso, e da Academia Mato-Grossense de Letras, (Cadeira 35), da qual também foi presidente, do Instituto Brasileiro de Direito Tributário, da International Fiscal Association, dentre outras instituições. Sua atuação se estendeu também à Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional de Mato Grosso onde participou de seu Conselho, assim como representou a OAB no âmbito federal. Orador brilhante, seus discursos primam pela elegância e pertinência, visto sua brilhante inteligência.
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MURTINHO (Joaquim Duarte)
Médico, engenheiro civil, professor, financista, político e estadista (Cuiabá-MT, 07/12/1848, Rio de Janeiro-RJ, 19/11/1911). Nascido em família da alta sociedade cuiabana, Murtinho estudou em bons colégios no Rio de Janeiro. Escolheu Engenharia Civil, depois de ter concluído o estudo secundário no Rio de Janeiro, optando também por Medicina Homeopática, Economia Política e Ciências Físicas e Naturais. Na área de medicina dedicou-se aos mais carentes, fazendo curas assombrosas com seus diagnósticos rápidos e precisos, usando mais a intuição do que os laboratórios. Progressivamente foi assumindo o lugar de engenheiro. Foi também professor de Química Orgânica Experimental, Meteorologia, Biologia Industrial e Zoologia. Seu vigor científico deu-lhe destaque internacional e assegurou-lhe a posição de Homem de Estado. Tendo-se eleito Senador por Mato Grosso, participou da primeira Constituinte Republicana de 1891. Como médico particular do Marechal Deodoro da Fonseca, teve grande influência política em nosso Estado, como se observou na nomeação e exoneração do primeiro Governador, General Antônio Maria Coelho. Ao assumir a Presidência da República o Vice-presidente Manuel Vitorino Pereira (1896-97), Joaquim Murtinho foi nomeado Ministro da Indústria, Viação e Obras Públicas, permanecendo até o retorno do presidente Prudente de Moraes às suas funções. O presidente seguinte, Campos Sales, nomeia Joaquim Murtinho Ministro da Fazenda, considerando-se ele, da forma como o presidente se considerava, “um homem que serve a República e não um homem que se serve da República” . Escreveu livros e teses científicas sobre o tema, dentre os quais “Respiração em Geral”, de 1872. É patrono da Cadeira 26 da Academia Mato-Grossense de Letras. No campo empresarial tinha participação em extração e processamento de erva-mate no sul de Mato Grosso através da Cia. Matte Laranjeira, da qual era sócio. Tornou-se uma figura nacionalmente conhecida, sendo que seu nome figura em inúmeros municípios em placas de ruas, avenidas e praças. A atuação de Murtinho, nas finanças do Brasil, ao fim de sua vida, era mundialmente reconhecida. Jornais do Brasil, do Uruguai, da Argentina, dos Estados Unidos, do México, da Inglaterra, da França, da Alemanha e ouros países foram unânimes em lhe reconhecer o mérito. O Jornal do Comércio, na edição e 12 de maio de 1914 abria notícia da seguinte forma: “O Brasil tem no saudoso estadista um dos seus maiores beneméritos, um dos seus filhos mais preclaros. Nunca serão demasiadas as homenagens prestadas à memória de Joaquim Murtinho, um dos maiores e mais prestimosos servidores da Nação”.
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