Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

comodoro

Bombeiros localizam menino de 4 anos perdido em mata

Publicados

em

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) localizou, neste sábado (28.12), uma criança de 4 anos, pertencente à etnia indígena Nambikwara, que havia se perdido em uma região de mata nas proximidades da aldeia em Comodoro (a 639 km de Cuiabá).

A equipe da 8ª Companhia Independente Bombeiro Militar (8ª CIBM) foi acionada pelos membros da aldeia, na sexta-feira (27.12), com a informação de que duas crianças, de 7 e 4 anos, estavam desaparecidas.

Imediatamente, os bombeiros deslocaram-se até o local e foram informados de que a criança de 7 anos já havia sido encontrada, mas a mais nova ainda permanecia com o paradeiro desconhecido.

Diante disso, as buscas foram iniciadas na área, que é caracterizada por vegetação densa e de difícil acesso. Para intensificar os esforços, foi solicitado o reforço do Núcleo Operacional de Busca, Resgate e Salvamento com Cães (Nobresc).

Os cães desempenham um papel crucial na varredura da área, utilizando mudanças de comportamento e latidos para indicar os locais por onde o desaparecido pode ter passado.

Leia mais:  Experiência em Comodoro inspira debate sobre educação prisional

A equipe especializada de busca, acompanhada da cadela Árya, deu continuidade à operação na manhã deste sábado. O trabalho foi iniciado com a divisão da área em quadrantes, permitindo que cada grupo atuasse de forma coordenada e eficiente. A presença do binômio (militar/cão) foi essencial para otimizar a varredura do terreno.

Os bombeiros conseguiram localizar a criança com vida, próxima a um córrego. O menino não apresentava ferimentos aparentes, mas foi encaminhado ao hospital para avaliação e os cuidados médicos necessários. Após o resgate, o pajé da tribo expressou sua gratidão pelo empenho e dedicação dos militares na busca pela criança.

Além dos esforços dos bombeiros militares, a Fundação Nacional do Índio (Funai) e as comunidades indígenas locais desempenharam um papel crucial para o sucesso da operação.

Propaganda

comodoro

Experiência em Comodoro inspira debate sobre educação prisional

Publicados

em

A experiência desenvolvida na Cadeia Pública de Comodoro, apresentada durante a III Capacitação – Práticas de Leitura no Sistema Prisional e Remição de Pena, promovida pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e Secretarias de Estado de Educação e Justiça , despertou reflexões sobre a importância de ampliar o compartilhamento de iniciativas exitosas entre as unidades prisionais do estado.

Com o tema “Letras que Libertam: Educação e Leitura no Sistema Prisional”, a professora e facilitadora Luana Pâmela Cordeiro de Sousa Belmont apresentou na tarde desta quarta-feira (3) os resultados do trabalho de alfabetização e incentivo à leitura realizado junto às pessoas privadas de liberdade da unidade de Comodoro, evidenciando o potencial transformador da educação no processo de ressocialização.

Durante sua exposição, a educadora relatou que decidiu atuar de forma mais intensiva na alfabetização após constatar que alguns custodiados não sabiam sequer assinar o próprio nome.

“Fiquei incomodada com o fato de algumas pessoas não saberem nem assinar o nome. Muitas vezes existe a ideia de que o sistema prisional não é um espaço para adquirir conhecimento, mas encontrei pessoas com muita vontade de aprender. Elas queriam escrever o próprio nome, os nomes dos filhos e participar dos projetos de remição pela leitura”, contou.

Leia mais:  Experiência em Comodoro inspira debate sobre educação prisional

Atualmente, cerca de 120 pessoas privadas de liberdade participam das atividades de remição pela leitura na unidade prisional. Paralelamente, dez estudantes integram as turmas de alfabetização, organizadas de acordo com os diferentes níveis de aprendizagem.

Segundo a professora, o trabalho é desenvolvido com metodologias adaptadas à realidade dos alunos e busca fortalecer não apenas a alfabetização, mas também a autonomia e a autoestima dos participantes.

“Eu sempre digo que é impossível alguém passar pelas aulas sem aprender pelo menos o básico. Quero que saiam dali com condições de buscar uma oportunidade de trabalho, conversar com os filhos e ter mais independência. Trabalhamos a partir da realidade deles, do próprio nome, das experiências que carregam”, explicou.

A apresentação evidenciou o impacto positivo das ações educacionais desenvolvidas dentro do sistema prisional e suscitou discussões entre os participantes sobre a possibilidade de reunir experiências exitosas em um banco de boas práticas. A iniciativa permitiria registrar, compartilhar e difundir projetos que vêm apresentando resultados positivos em diferentes unidades prisionais de Mato Grosso, fortalecendo as políticas de educação e ressocialização.

Leia mais:  Experiência em Comodoro inspira debate sobre educação prisional

Para Luana, independentemente do contexto em que esteja inserida, a educação continua sendo uma das mais importantes ferramentas de transformação social.

“A educação é um instrumento poderoso. Ela cria oportunidades, amplia horizontes e permite que as pessoas construam novas perspectivas para suas vidas”, afirmou.

A III Capacitação – Práticas de Leitura no Sistema Prisional e Remição de Pena é realizada pelo Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF) do TJMT, em parceria com a Coordenadoria de Educação de Jovens e Adultos (Coeja) da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) e o Núcleo de Educação no Sistema Penitenciário (NESP) da Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT). O evento é coordenado pelo juiz auxiliar do GMF/TJMT, Pierro de Faria Mendes, responsável pelo Eixo Práticas Educativas.

 

 

Continue lendo

Polícia

MATO GROSSO

Política Nacional

AGRO & NEGÓCIOS

ESPORTES

VARIEDADES

CIDADES

Mais Lidas da Semana