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COMÉRCIO

Atacadista amplia horário de funcionamento neste final de ano em Cuiabá e Várzea Grande

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Todas as lojas do Fort Atacadista de Cuiabá e Várzea Grande estão funcionando em horário especial neste final de ano. A intenção é abastecer os clientes e pequenos comerciantes que procuram as unidades. Nesta segunda-feira (23), as lojas ficam abertas até a meia noite. Já na véspera de Natal (24.12) as unidades funcionam das 6h às 20h. E no dia de Natal (25.12) as lojas estarão fechadas.

Ainda nesta terça-feira (24), os clientes da loja da Avenida da FEB terão a presença do Papai Noel, das 9h às 12h. As famílias poderão tirar fotos e registrar memórias em um espaço decorativo especialmente preparado para a ocasião.

Do dia 26 a 28 de dezembro, as lojas estarão abertas das 7h às 22h, com exceção do Fort da Avenida da FEB, que vai funcionar das 6h às 22h. Nos dias 29 e 30 de dezembro o funcionamento será das 7h às 23h, sendo que a loja da FEB será das 6h às 23h. Na véspera do Ano Novo (31.12), todas as unidades funcionarão das 6h às 20h. No dia do Ano Novo (01.01), as lojas da rede de atacarejo do Grupo Pereira estarão fechadas, só retornando no dia seguinte.

Além de ampliar horário, a rede também reforçou o estoque, principalmente do protagonista que reina absoluto nesta festa: o panetone. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias, Pães e Bolos Industrializados (Abimapi), o setor espera um crescimento de 3% a 5% no volume de vendas e 5% a 8% no faturamento de panetones em 2024. Este ano, as fabricantes desta delícia apostam em novos sabores, embalagens criativas e mais inovação em seus portfólios, que prometem agradar tanto os consumidores tradicionais quanto aqueles que buscam novas experiências.

Pensando nisso, a rede Fort Atacadista está oferecendo diversas opções do famoso pão doce italiano nas prateleiras. Com uma variedade, que vai desde o tradicional com frutas cristalizadas, passando pelo limão siciliano e doce de leite, até os recheados com muito chocolate, as marcas oferecem uma diversidade de sabores para atender a diferentes preferências. Um atrativo deste ano são as opções zero açúcar, sem lactose e sem glúten, além das caixas com personagens infantis.

Além do panetone, vários itens para as festas de fim de ano estão com condições especiais de parcelamento para pagamento no Vuon Card: espumantes, vinhos, azeites, destilados, chocolates, aves diversas, queijos e embutidos podem ser parcelados em até 10 vezes sem juros no Vuon, para compras realizadas até o dia 31 de dezembro de 2024.

O Fort Atacadista também está com a promoção “Casa do Natal”, que vai sortear três casas de R$400 mil cada para os seus clientes. A campanha é válida até 25 de dezembro. A cada R$100 em compras, os clientes ganham um cupom para participar do sorteio.

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COMÉRCIO

Estratégias e conceitos de vendas que as PMEs precisam dominar

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Foto: Freepik

Vender com consistência exige mais do que esforço comercial. Para pequenas e médias empresas, o crescimento sustentável costuma depender de método, leitura correta do mercado e domínio de conceitos que tornam a operação mais previsível.

Quando a área comercial trabalha sem critérios claros, a empresa tende a desperdiçar oportunidades, investir mal o tempo da equipe e perder margem.

Na prática, dominar fundamentos de vendas ajuda a organizar prioridades, melhorar abordagens e criar um processo replicável. Isso vale tanto para negócios com equipe estruturada quanto para operações em que o próprio gestor também participa das negociações. A seguir, estão reunidas dicas centrais para fortalecer a estratégia comercial com foco em eficiência, clareza e resultado.

Defina com precisão o perfil de cliente ideal

Uma operação comercial madura começa pela clareza sobre quem realmente faz sentido atender. Muitas PMEs (Pequenas e Médias Empresas) tentam vender para públicos amplos demais e, com isso, adotam discursos genéricos, ofertas pouco atrativas e abordagens que não conversam com dores reais.

Definir o perfil de cliente ideal significa identificar características objetivas dos compradores com maior chance de fechar negócio e permanecer ativos. Entre os critérios mais relevantes estão segmento, porte da empresa, ticket médio, região, momento de compra e tipo de problema que a solução resolve.

Esse recorte melhora a qualidade das prospecções e permite que a equipe comercial concentre energia em oportunidades mais aderentes. Também contribui para alinhar marketing, vendas e atendimento em torno do mesmo público.

Organize as etapas da jornada comercial

Vendas deixam de depender apenas de talento individual quando existe processo. Por isso, uma das medidas mais importantes para PMEs é estruturar a jornada comercial em etapas claras, com critérios mínimos para avanço.

Esse desenho pode incluir fases como atração, qualificação, apresentação, negociação, fechamento e pós-venda. O principal ganho está na visibilidade: fica mais fácil entender onde as oportunidades travam, quais contatos estão realmente maduros e que ações precisam ser reforçadas.

Dentro dessa lógica, compreender o funcionamento do funil de vendas ajuda a transformar a rotina comercial em um fluxo mais organizado. O conceito permite visualizar a passagem dos leads por cada estágio e favorece decisões mais objetivas sobre abordagem, priorização e acompanhamento. Para PMEs, isso costuma representar menos improviso e maior previsibilidade de receita.

Priorize a qualificação antes de negociar

Nem toda oportunidade merece virar proposta. Um erro frequente em pequenas e médias empresas é acelerar a negociação sem validar se há real aderência entre necessidade, orçamento, urgência e poder de decisão.

A qualificação reduz esse desperdício. Ela ajuda a separar contatos curiosos de oportunidades concretas, o que preserva tempo da equipe e melhora a taxa de conversão. Perguntas bem formuladas tendem a esclarecer pontos essenciais, como:

  • qual problema precisa ser resolvido;
  • qual impacto esse problema gera na operação;
  • quem participa da decisão;
  • qual prazo existe para a contratação;
  • se há orçamento compatível.

Quando a empresa qualifica melhor, a conversa comercial deixa de ser apenas persuasiva e passa a ser mais consultiva, técnica e útil.

Estruture uma proposta de valor fácil de entender

Muitas PMEs conhecem bem o próprio produto, mas têm dificuldade para explicar por que ele merece ser escolhido. Nesse cenário, a proposta de valor precisa ser direta, específica e conectada ao que o cliente enxerga como prioridade.

Uma boa proposta de valor não se limita a listar funcionalidades. Ela mostra, de forma objetiva, qual problema é resolvido, que benefício concreto pode ser percebido e por que a solução se diferencia das demais alternativas.

Quanto mais clara for essa mensagem, maior tende a ser a compreensão do mercado sobre a utilidade da oferta. Isso fortalece apresentações, materiais comerciais, páginas de produto e até o discurso da equipe em reuniões iniciais.

Use indicadores para corrigir a rota comercial

A gestão de vendas perde força quando trabalha apenas com percepção. PMEs que desejam evoluir precisam acompanhar indicadores simples, porém relevantes, para identificar gargalos e oportunidades de melhoria.

Entre os principais, merecem atenção a taxa de conversão por etapa, tempo médio de fechamento, ticket médio, volume de oportunidades abertas, taxa de perda e origem dos leads mais qualificados. Esses dados ajudam a responder questões práticas: a equipe está prospectando bem? As propostas estão competitivas? O ciclo está longo demais? Há excesso de esforço em contatos pouco promissores?

O uso disciplinado de indicadores melhora a tomada de decisão e evita ajustes baseados apenas em impressão. Mesmo operações enxutas podem ganhar eficiência quando monitoram poucos números, mas de forma consistente.

Fortaleça a escuta ativa nas conversas de venda

Uma venda bem conduzida raramente nasce de um roteiro rígido. Em grande parte dos casos, ela depende da capacidade de entender contexto, objeções, prioridades e limitações do potencial cliente.

A escuta ativa tem papel decisivo nesse processo. Trata-se de ouvir com atenção, aprofundar respostas relevantes e confirmar entendimentos antes de apresentar a solução. Isso reduz ruídos, evita propostas desalinhadas e aumenta a percepção de valor durante a conversa.

Para a PME, essa prática também contribui para gerar aprendizado comercial. Ao observar padrões nas dúvidas e resistências dos contatos, a empresa passa a ajustar melhor argumentos, ofertas e posicionamento.

Antecipe objeções com argumentos consistentes

Preço, prazo, implementação, troca de fornecedor e retorno esperado costumam aparecer entre as objeções mais comuns. O problema não está na objeção em si, mas na falta de preparo para tratá-la com clareza.

Antecipar objeções significa mapear os principais pontos de resistência e desenvolver respostas coerentes, realistas e alinhadas à proposta da empresa. Isso não envolve pressionar o cliente, e sim esclarecer riscos, expectativas e diferenciais de forma madura.

Quando a equipe conhece bem os obstáculos mais recorrentes, a negociação se torna mais segura. Além disso, o discurso comercial ganha consistência, o que ajuda a transmitir profissionalismo e confiança.

Integre vendas e pós-venda desde o início

O fechamento não deve ser visto como ponto final da estratégia comercial. Para PMEs, a experiência após a venda influencia recompra, retenção, indicações e percepção de valor da marca.

Por isso, é recomendável que a operação comercial alinhe expectativas desde a negociação. Promessas desalinhadas, prazos mal explicados e falta de transição entre vendas e atendimento costumam gerar frustração e retrabalho.

Quando o pós-venda entra no planejamento desde cedo, a empresa amplia a capacidade de fidelização e cria uma base mais sólida para crescimento recorrente. Em muitos negócios, vender melhor também significa garantir que a entrega sustente o relacionamento no médio e no longo prazo.

Revise o processo comercial com frequência

Estratégia de vendas não é documento estático. Mudanças no perfil do cliente, no comportamento do mercado e nas condições da própria empresa exigem revisão contínua do processo.

Para isso, vale reavaliar periodicamente critérios de qualificação, argumentos de venda, etapas do funil, canais de aquisição e indicadores acompanhados. Pequenos ajustes frequentes costumam ser mais eficazes do que grandes reformulações feitas apenas quando os resultados já pioraram.

Nas PMEs, essa revisão constante tem um valor adicional: ela evita que a operação comercial dependa exclusivamente da memória ou da experiência individual de algumas pessoas. Com método e aprendizagem contínua, a empresa constrói uma área de vendas mais previsível, profissional e preparada para sustentar o crescimento.

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