arqueologia
Museu de Pedras Ramis Bucair
|
Divulgação |
![]() |
|
Fóssil |
Fundado no ano de 1959 pelo agrimensor e historiador Ramis Bucair, na Rua Galdino Pimentel, antiga “Rua do Meio”, no centro histórico de Cuiabá. O acervo particular conta com mais de quatro mil peças arqueológicas, etnográficas e geológicas. Além de uma coleção de pedras semi-preciosas, semi-jóias fósseis de dinossauro, cristais, rochas, pedras com inscrições rupestres e até um meteorito.
O museu ainda é mantido pelo seu criador e fundador e não recebe subsídios de nenhum órgão público. O horário de visita é de segunda a sexta, das 7h às 11h ou das 13h às 17h.
Telefone de contato 65 3321 1936 .
Isabela Moreira
Pela primeira vez cientistas analisaram o DNA de humanos que viveram antes, durante e depois da revolução agrícola, ocorrida há cerca de 8,5 mil anos. O objetivo é simples: dos nossos ancestrais de forma a entender como essas alterações influenciaram a sociedade ao longo dos séculos. Até então, os únicos materiais de estudo dos pesquisadores eram ossos e restos físicos da história da Europa. Em termos de comparação, os ossos mais recentes são de 45 mil anos atrás.
“Há décadas temos tentado descobrir o que aconteceu no passado”, disse Rasmus Nielse, geneticista da Universidade da Califórnia, Berkeley, nos Estados Unidos, em entrevista ao The New York Times. “E agora temos um estudo que é quase uma máquina do tempo.”
Nielse se refere ao uso de DNA de esqueletos antigos. A partir deles é possível saber, além dos impactos da agricultura nos humanos, a origem do genoma dos europeus contemporâneos. Para realizar o estudo em questão, publicado na Nature na última segunda-feira (23), o geneticista David Reich, da Escola de Medicina de Harvard, nos Estados Unidos, e sua equipe analisaram os genomas de 230 europeus que viveram entre 8,5 mil e 2,3 mil anos atrás. Os cientistas compararam esses genes com o de humanos vivos atualmente.
A pesquisa sugere que, antes da revolução agrícola, a Europa era composta por populações de caçadores e coletores. Isso mudou com a chegada de um novo povo, cujo DNA lembra o das pessoas do Oriente Médio – tudo indica que eles trouxeram as técnicas de agricultura consigo ao chegar na região.
Por meio da pesquisa, foi possível desmentir alguns boatos que corriam há anos, como o de que os europeus passaram a beber leite a partir do momento em que começaram a criar gado, por exemplo. De acordo com Reich, o gene LCT, relacionado à digestão do leite, de fato se tornou mais comum do que era antes na Europa com a introdução da agricultura, mas ele só começou a aparecer com frequência há somente 4 mil anos.
O estudo permitiu que os pesquisadores mapeassem as mudanças na cor da pele dos europeus. Há 9 mil anos os coletores e caçadores que viviam na Europa tinham origem africana e possuíam pele escura. Os agricultores que chegaram na região em seguida tinham a tez mais clara, o que se reforçou com um gene variante que surgiu anos depois.
Por fim, os cientistas revelaram que após o advento da agricultura, os europeus ficaram mais baixos, principalmente no sul do continente.
*Com supervisão de André Jorge de Oliveira
-
esportes6 dias atrásAtlético-MG e Remo ficam no empate em 2 a 2 no Mangueirão pelo Brasileirão
-
esportes6 dias atrásFluminense reage no segundo tempo, empata com o Botafogo, mas amplia jejum no Brasileirão
-
esportes6 dias atrásSão Paulo perde de virada para o Grêmio e chega ao oitavo jogo sem vencer no Brasileirão
-
AGRO & NEGÓCIO5 dias atrásSimpósio mostra como elevar o lucro da pecuária a pasto
-
esportes3 dias atrásCorinthians encerra negociação e decide não renovar contrato de Memphis Depay
-
AGRO & NEGÓCIO5 dias atrásDeclaração do ITR começa nesta segunda-feira; veja as novas regras
-
AGRO & NEGÓCIO5 dias atrásEstado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano
-
esportes3 dias atrásFluminense empata com Independiente Rivadavia e deixa decisão das oitavas em aberto





