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HISTÓRIA DOS MUNICIPIOS DE MATO GROSSO

História do município de Araguainha

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Araguainha teve o início de sua colonização por conta de incursões garimpeiras. Aprígio José de Lima é tido como pioneiro. Foi a determinação do garimpeiro Aprígio Lima o fator determinante de ocupação definitiva daquela região à margem esquerda do Rio Araguaia.

A procura por preciosas gemas, que teoricamente lhe garantiria seu sustento e de toda a família, foi o fator determinante para Aprígio Lima, na década de 1930, construir seu primeiro rancho na região. Em seguida vieram as primeiras roças, para o necessário suporte estrutural.

A agricultura desenvolvia-se satisfatoriamente, mas, eis que, no ano de 1943, um terrível enchente levou toda a safra de cereais que seria colhida por Aprígio. Apesar do grave prejuízo não desanimaram, e já no ano seguinte as “cheias” eram coisas do passado.

Novos achados diamantíferos nos monchões substituíram o pesadelo pelo sonho. Atraídos pelas notícias de novos achados, que ecoaram pelos quatro cantos da terra, centenas de garimpeiros deslocaram-se para a região à procura de riqueza fácil. Desta forma, a partir de 1944, inúmeros comerciantes aportaram em Araguainha. A qualidade da terra atraiu agricultores e pecuaristas, pessoas que não se afeiçoavam ao trato com monchões à procura de gemas preciosas, preferindo o cultivo de lavouras e a criação de gado. 

Iniciou-se então a povoação destinada a perdurar, levando o nome de Couto Magalhães – homena-gem ao advogado, naturalista, escritor e notável homem público que governou a Província de Mato Grosso, de 02 de fevereiro de 1866 à 13 de abril de 1868 – Dr. José Vieira Couto de Magalhães, no período da Guerra do Paraguai.

O progresso era certo. As autoridades de Alto Araguaia determinaram o arruamento do patrimônio, que foi executado pelo cidadão Peniel Alves de Oliveira. Pouco tempo depois um engenheiro civil fez a medição de ruas e dividiu o povoado em 105 lotes urbanos. Com a boa nova, mais pessoas chegaram à localidade de Couto Magalhães, que se tornou ponto de referência; eram comerciantes, agricultores e garimpeiros. Todos engrossaram o coro do notável avanço. Em seguida, os próprios moradores do lugar construíram, em regime de mutirão, um campo de aviação, peça indispensável para o crescente negócio de pedras preciosas. Nominam-se pio-neiros de Couto Magalhães: Domiciano Alves de Oliveira, João de Oliveira Martins, Joaquim Borges de Oliveira, Germano Dias da Silva, Peniel Alves de Oliveira, dentre outros.

A Lei nº. 693, de 12 de dezembro de 1953, criou o município de Ponte Branca, sendo que de seu território constava o distrito de Araguainha, que deixou para trás a denominação Couto Magalhães – de breve história.

A Lei nº. 1946, de 11 de novembro de 1963, de autoria do deputado Manoel J. Arruda criou o município: 

Artigo 1º – Fica criado o município de Araguainha, com território desmembrado do município de Ponte Branca.

Significado do nome

Termo de origem geográfica, em referência ao Rio Araguaia, que banha grande parte do território municipal e faz divisa com o Estado de Goiás, na região leste de Mato Grosso.

VEJA AQUI DADOS DO IBGE SOBRE O MUNICÍPIO DE ARAGUAINHA

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HISTÓRIA DOS MUNICIPIOS DE MATO GROSSO

História do município de Tangará da Serra

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Ponto de passagem de históricas expedições, o lugar onde se assenta a sede municipal de Tangará da Serra abrigava um barracão de seringueiros, conforme informações vindas do povo paresí.

Em 1960, Joaquim Oléas e Wanderley Martinez fundaram a empresa Sociedade Imobiliária Tupã para Agricultura Ltda – SITA. O objetivo era a implantação de um pólo agrícola, em face da fertilidade do solo e clima propício da região. 

O lugar, sede da futura cidade, recebeu o nome de Tangará, nome propositadamente escolhido, pois o tangará é pássaro de cores bem definidas, de cabeça encarnada e de canto muito belo. O pássaro tangará recebe outros nomes: fandangueiro, dançador, dançarino e uirapuru. Existe uma lenda que o canto do tangará é tão melodioso que, quando canta, os outros pássaros emudecem para escutá-lo. Com a denominação da localidade de Tangará, os fundadores da colonização queriam dizer que no futuro seria uma povoação excelente e admirável. O termo “da Serra” foi adotado para diferenciar o município mato-grossense do homônimo potiguar e catarinense.

Os primeiros nomes da posse efetiva de Tangará foram de José Itamura, Jonas e Arlindo Lopes. A primeira escola a funcionar em Tangará foi Escola Municipal Santo Antonio, na zona rural, fundada a 18 de julho de 1965, no sítio do Sr. Antônio Galhardo. Nesta época a primeira professora foi dª Iracema da Silva Casa Grande.

Na zona urbana, a primeira escola a funcionar foi a Escolas Reunidas, criada pelo Decreto nº 264, do Diário Oficial de 28 de junho de 1967, tendo como coordenador o Sr. José Davi Nodari, funcionário da prefeitura de Barra do Bugres. Mais tarde a escola passou a chamar-se Grupo Escolar de Tangará da Serra. Nesta fase a diretora era Maria Laura Jhansel – Irmã Mírian. A partir de 1974 mudou novamente de nome: Grupo Escolar Dr. Ataliba Antônio de Oliveira Neto, atuando como diretora a Irmã Osvalda.

Corria fama de terra excelente a da Gleba de Tangará. A administração da colonizadora dera certo. Inicialmente a região pertencia a Diamantino. No entanto, com a criação do município de Barra do Bugres, a região passou para o novo município.

A Lei nº 2.906, de 06 de janeiro de 1969, criou o distrito de Tangará da Serra, no município de Barra do Bugres. A Lei Estadual nº 3.687, de 13 de maio de 1976, pelo deputado José Amando, criou o município. Nas primeiras eleições municipais foi eleita prefeita a Sra. Thaís Bergo, que acumulou prestígio graças à boa administração que teve frente ao executivo municipal de Tangará da Serra.

SIGNIFICADO DO NOME

A denominação da localidade surgiu através de Joaquim Oléas e Wanderley Martinez, donos da empresa Sociedade Imobiliária Tupã para Agricultura Ltda – SITA, que implantou na região um pólo agrícola, tendo como sede a cidade de Tangará. O termo “da Serra” foi adotado para diferenciar o município mato-grossense de homônimo potiguar e catarinense

VEJA AQUI DADOS DO IBGE SOBRE O MUNICÍPIO DE TANGARÁ DA SERRA

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