prestatencao
Desabafo da Mãe Terra para a Humanidade
Rodrigo Mendes
Meus amados filhos,
Eu sei, não está sendo fácil, me dói sentir esse vírus se alastrar por todo meu corpo, contaminando e adoecendo os meus próprios filhos humanos sobre meus braços. Acreditem! Enquanto eu respirar, ainda que seja com dificuldades, lutarei incansavelmente pela vida, sou Mãe, sou Terra, sou Gaia, o Amor incondicional por todas as criaturas que em mim habitam.
Há tempos venho apresentando sinais da uma saúde debilitada, sim; estou fraca, febril e triste, suportando e lutando contra as doenças em mim instaladas pelas ações desequilibradas dos meus próprios filhos, carreguei a humanidade em minha gestação por milhões de anos, me alimentei das estrelas, dos ventos, tempestades, céus e mares para nutri-los das mais puras energias.
Vocês são o resultado da evolução das espécies, mas agem como parasitas da natureza, estão no topo da cadeia alimentar, mas não entendem que todos somos a base, são as criaturas mais inteligentes da superfície, mas ignoram preservar as próprias fontes de vida, possuem o livre árbitro, mas não se sentem responsáveis pelos danos causados, mancham o ar que respiramos, arrancam as minhas raízes, me tacam fogo, devoram tudo, depois viram as costas e seguem a vida moderna, individualista e gananciosa, acreditando em um progresso intelectual e material sem crescimento moral e espiritual.
Em algum momento esta conta não iria fechar, o filho abandonou a própria Mãe morando na mesma casa, foi preciso PARAR o mundo para valorizar a VIDA, não há ricos e pobres, pretos ou brancos, ocidente ou oriente, bandeira vermelha ou amarela, esquerda ou direta, crianças, adultos ou idosos, religiosos ou ateus, SOMOS TODOS UM, a sua dor é a minha dor, a nossa recuperação dependerá da saúde consciencial coletiva.
Tenho esperança na cura, já posso sentir os primeiros socorros agindo sobre mim, tenho esperança no amor, tenho esperança na evolução da humanidade segurando a mão da natureza, o filho pródigo precisa retornar os olhos para o próprio lar, continuarei aguardando, continuarei resistindo, continuarei sendo a Mãe que tudo dá para os filhos.
O homem “moderno” um dia subjugou o conhecimento milenar de milhares de povos que aqui viviam em harmonia com a natureza, considerando-os até de raças inferiores, mas peço por favor filhos modernos, reflitam este provérbio dos meus filhos indígenas. “O que fere a terra fere também os filhos da terra. O homem não tece a teia da vida; é antes um de seus fios. O que quer que faça a essa teia, faz a si próprio.’’ *
Com amor e compaixão,
Sua Mãe Terra.
*Trecho retirado da Carta do Cacique Seattle em 1854 ao governo dos EUA
*Rodrigo Mendes é publicitário, músico, compositor e espiritualista.
artigos
O dever da Religião
Por Paiva Netto
Declarei ao ilustre jornalista italiano radicado no Brasil Paulo Rappoccio Parisi (1921-2016), na entrevista concedida a ele em 10 de outubro de 1981, que é dever da Religião proclamar a existência do Espírito imortal e efetivar os resultados práticos desse indispensável conhecimento na reforma do planeta.
Eis o pragmatismo que, por força da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, o Brasil oferece à humanidade, pois tais noções amadurecerão a consciência dos povos para a realidade espiritual de que ninguém consegue permanentemente escapar. Não se pode eternamente impedir a manifestação daquilo que nasce com o ser humano,
mesmo quando ateu: o sentido de Religiosidade que se expressa das mais variadas formas. Para além do debatido determinismo histórico, trata-se, acima de tudo, do Determinismo Divino, de que nos falava Alziro Zarur. Antes que fatalmente a Ciência conclua, em laboratório, sobre a perenidade da vida, cumpre à Religião não só abordar com maior objetividade a existência do Espírito após a morte, mas concomitantemente pesquisar o Mundo ainda Invisível.
Parceria Céu e Terra
Ora, a morte não deve ser motivo de assombro nem ser tratada com desdém ou negligência. Diante da eternidade da vida, é essencial extrair seus preciosos aprendizados, que ajudaram a moldar os destinos da humanidade, contribuindo para sua continuação até aqui. Esse intercâmbio entre Terra e Céu, Céu e Terra, quando estabelecido com as forças do Bem, nos dá confiança na vida. Contar com a cooperação bendita daqueles que nos antecederam na jornada espiritual, sabendo que estão mais vivos do que nunca, incentivando-nos a boas ações, no cumprimento de nossas tarefas prometidas antes de aqui renascer, é parceria infalível.
Há décadas, preconizo que o ser humano não é somente sexo, estômago e intelecto, isto é, um saco de sangue, ossos, músculos e nervos, apenas jungido às limitadoras perspectivas do plano material. Reduzi-lo a isso é promover a cultura do fedor. A morte não é o fim; a vida é perpétua. E o Espírito é suprema realidade.
José de Paiva Netto é jornalista, radialista e escritor – [email protected] — www.boavontade.com
-
esportes7 dias atrásAntonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial
-
esportes4 dias atrásCuiabá vence Ponte Preta fora de casa e sobe na tabela da Série B
-
AGRO & NEGÓCIO5 dias atrásConfinamento avança no Brasil e amplia eficiência da produção de carne bovina
-
AGRO & NEGÓCIO5 dias atrásExportações do setor batem recorde e reforçam protagonismo mundial
-
esportes4 dias atrásCuiabá vence a Ponte Preta fora de casa e sobe na tabela da Série B
-
esportes4 dias atrásMarquinhos empata com Leão e Ronaldo em número de jogos pela Seleção
-
AGRO & NEGÓCIO6 dias atrásTempo seco no Centro-Oeste, frio no Sul e chuvas no Norte e Nordeste
-
AGRO & NEGÓCIO6 dias atrásExportações de carne de peru crescem 23% e receita mais que dobra em 2026



