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A escala para o bem como propósito individual e de marca

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Paulo Camargo

Paulo Camargo

Todos os dias, falamos internamente sobre sugestões de novos produtos, desenvolvimento do nosso negócio e seus principais indicadores, planos para melhorar a vida dos nossos colaboradores, ideias para apoiar nossos fornecedores, e somos provocados pelos nossos clientes a evoluir. Rotina comum em muitas empresas. Mas o que mais me deixa orgulhoso de estar onde estou é ter a missão de, a partir desses dados, fazer uma autoanálise e entender se o nosso sucesso está sendo sustentado, acima de tudo, no propósito de usarmos a escala da nossa marca para o bem. Isso significa usar o nosso tamanho, a nossa liderança e influência para gerar ações com impacto positivo para a empresa e para a sociedade. O que traz um desafio diário de se olhar no espelho, a cada manhã, e se perguntar o quanto esse propósito individual e de marca está sendo entregue. 

 

Neste processo evolutivo, a voz do cliente precisa estar muito presente. Entender seus anseios e suas expectativas é fundamental para continuarmos oferecendo propostas relevantes para as pessoas.  Agora em agosto, anunciamos mudanças importantes em um de nossos principais produtos: o McLanche Feliz. Resultado de uma evolução contínua no cardápio, as novas combinações no cardápio infantil ratificam nosso compromisso com as famílias e com a oferta de comida e qualidade, na medida em que apresentam sensível redução na quantidade de gorduras, sódio e açúcares, além de incluir mais frutas e vegetais entre as opções de composição desse menu.

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A decisão acompanha os novos hábitos de consumo da sociedade, comprovados por meio de pesquisa** encomendada por nós e realizada por uma empresa independente. O levantamento feito na América Latina mostrou que a cada 10 mães e pais, seis acreditam que seus filhos comem melhor do que eles nessa mesma idade, a partir do acesso mais fácil às informações nutricionais

 

Outro ponto importante entre as pessoas ouvidas é que 8 em cada 10 pessoas consideram positiva a iniciativa de que as redes de serviço rápido ofereçam alternativas mais equilibradas, uma vez que a maioria afirmou que leva seus filhos pelo menos uma vez por mês em redes de fast food.

 

Conectados com o consumidor e com nosso propósito de marca, seguiremos fazendo evoluções necessárias para que o nosso negócio honre seu propósito de usar sua escala para o bem.  E qual tem sido o combustível para tantas decisões complexas e que envolvem mudanças estruturais no nosso negócio? A responsabilidade que temos com as pessoas e com uma das marcas mais valiosas do planeta. Uma responsabilidade que é individual e de cada integrante da nossa companhia. Só assim, continuarei a responder ao meu espelho a cada manhã:   “Sim, hoje mais uma vez vamos usar a nossa escala para o bem.”

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Paulo Camargo é presidente da Divisão Brasil da Arcos Dorados, maior franquia independente do McDonald’s no mundo, com atuação em 20 países da América Latina e Caribe

 

(**) Pesquisa realizada com 2.300 pessoas no Brasil, Argentina, Colômbia, Peru, Chile e México

 

 

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O dever da Religião

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Por Paiva Netto

Declarei ao ilustre jornalista italiano radicado no Brasil Paulo Rappoccio Parisi (1921-2016), na entrevista concedida a ele em 10 de outubro de 1981, que é dever da Religião proclamar a existência do Espírito imortal e efetivar os resultados práticos desse indispensável conhecimento na reforma do planeta.

Eis o pragmatismo que, por força da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, o Brasil oferece à humanidade, pois tais noções amadurecerão a consciência dos povos para a realidade espiritual de que ninguém consegue permanentemente escapar. Não se pode eternamente impedir a manifestação daquilo que nasce com o ser humano,

mesmo quando ateu: o sentido de Religiosidade que se expressa das mais variadas formas. Para além do debatido determinismo histórico, trata-se, acima de tudo, do Determinismo Divino, de que nos falava Alziro Zarur. Antes que fatalmente a Ciência conclua, em laboratório, sobre a perenidade da vida, cumpre à Religião não só abordar com maior objetividade a existência do Espírito após a morte, mas concomitantemente pesquisar o Mundo ainda Invisível.

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Parceria Céu e Terra

Ora, a morte não deve ser motivo de assombro nem ser tratada com desdém ou negligência. Diante da eternidade da vida, é essencial extrair seus preciosos aprendizados, que ajudaram a moldar os destinos da humanidade, contribuindo para sua continuação até aqui. Esse intercâmbio entre Terra e Céu, Céu e Terra, quando estabelecido com as forças do Bem, nos dá confiança na vida. Contar com a cooperação bendita daqueles que nos antecederam na jornada espiritual, sabendo que estão mais vivos do que nunca, incentivando-nos a boas ações, no cumprimento de nossas tarefas prometidas antes de aqui renascer, é parceria infalível.

Há décadas, preconizo que o ser humano não é somente sexo, estômago e intelecto, isto é, um saco de sangue, ossos, músculos e nervos, apenas jungido às limitadoras perspectivas do plano material. Reduzi-lo a isso é promover a cultura do fedor. A morte não é o fim; a vida é perpétua. E o Espírito é suprema realidade.

 

José de Paiva Netto é jornalista, radialista e escritor – [email protected] — www.boavontade.com

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