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Uso de drogas (incluindo bebidas alcoólicas) é um dos mais graves problemas de saúde pública do mundo

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Por Edmundo Pacheco l Portal Mato Grosso

Mato Grosso foi o estado que apresentou o maior número de apreensões de cocaína nas estradas em 2021. Conforme dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF), foram 12,8 mil quilos da droga apreendidos. O grande volume de apreensão de cocaína no estado é mais que o dobro do segundo colocado, o estado de Mato Grosso do Sul, que registrou 5,2 mil kg apreendidos em 2021. Em terceiro lugar, está Goiás, onde foram apreendidos 3,6 mil kg da droga.

No Brasil, em 2021 a PRF apreendeu 40.094,539 kg de cocaína. Mato Grosso ocupou o primeiro lugar com o maior número de apreensão seguido de Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná e Minas Gerais. No total foram apreendidos 37.221 compridos de cocaína; 1,7 mil kg de crack e 585,8 mil kg de maconha.

Entre os meses de janeiro a dezembro, na comparação com o mesmo período do ano de 2020, houve um aumento de 31,4% na quantidade de drogas apreendidas, com destaque para a cocaína, com o acréscimo de aproximadamente 40%. Foram 2,3 bilhões de reais em apreensões de drogas realizadas pela PRF nas rodovias federais do estado ano passado.

E acredite, é pouco. Muito pouco. Uma ínfima parcela do volume que passa despercebido diariamente pelas rodovias. Não fosse este um comércio altamente rentável, ninguém se arriscaria, como o empresário preso ontem (26.07) em Primavera do Leste (veja aqui).

Apesar de não produzir nenhum grama de cocaína, o Brasil é atualmente o maior exportador da droga para a Europa, África e Ásia (até o avião do presidente já foi usado para o contrabando – relembre o caso aqui).

A essa altura você pode estar se perguntando porque o SUA SAÚDE AQUI está falando sobre apreensões de drogas, já que este é um assunto que aparentemente nada tem a ver com o tema saúde. Mas tem.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a dependência em drogas lícitas ou ilícitas como uma doença que acomete cerca de 5% da população mundial, entre 15 e 64 anos de idade.

O Sistema Único de Saúde (SUS) gasta mais de R$2 bilhões por ano com atendimento de dependentes químicos. E, claro, não estamos falando apenas de cocaína, craque e fins, mas de todas as drogas, o que inclui o mais nefasto (por ser permitido e até incentivado) que é o álcool.

Tecnicamente, segundo definição da Organização das Nações Unidas (ONU), droga é toda e qualquer substância que é capaz de modificar a função dos organismos vivos, resultando em mudanças fisiológicas ou de comportamento. As mais frequentes são álcool, nicotina, cocaína, anfetaminas e êxtase, inalantes, ópio, ansiolíticos benzodiazepínicos, craque e maconha.

Em 2019, último ano do qual se tem dados mundiais, o consumo de drogas foi responsável pela morte de aproximadamente meio milhão de pessoas, segundo informações do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).

Os dados são alarmantes, mas, infelizmente, não contribuíram muito para a diminuição do consumo: em 2021, cerca de 275 milhões de pessoas usaram drogas, e mais de 36 milhões sofreram de transtornos associados ao seu uso, segundo o Relatório Mundial sobre Drogas 2021, divulgado pelo UNODC.

Em relatórios anteriores, o UNODC já apontava um número mundial crescente de pessoas consumindo drogas lícitas e não lícitas: entre 2010 e 2019, houve um aumento de 22%, creditado, em parte, ao crescimento da população mundial. As projeções indicam que, até 2030, haverá um aumento de 11% no número de pessoas que usam drogas em todo o mundo.

O alcoolismo, por exemplo, é responsável pela morte de cerca de 3 milhões de pessoas por ano, número que representa 5,3% das mortes mundiais. Mais de 200 doenças e lesões estão relacionadas ao uso do álcool, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Além disso, especialistas atentam para a relação entre o uso excessivo de álcool e diferentes formas de violência, entre elas a violência doméstica (que inclui os feminicídios por exemplo) e a violência no trânsito.

Veja aqui algumas doenças causadas pelo uso de álcool:

1 – Dependência química – A dependência de álcool é uma doença crônica que pode se desenvolver sem que a pessoa perceba. O tempo para alguém se tornar dependente pode variar, por isso é preciso ter bastante cuidado com o consumo do álcool.

2 – Gastrite – A desidratação provocada pelo álcool tem como efeito colateral uma ação direta sobre a mucosa do estômago. Quando esse processo se repete, a pessoa pode desenvolver um quadro de gastrite aguda.
3- Hepatite – Você provavelmente já ouviu falar que o fígado é o órgão mais afetado pela ação agressiva do álcool sobre o organismo. A hepatite alcoólica é uma inflamação que provoca alterações no fígado e pode apresentar sintomas como náuseas, vômitos, perda de apetite e perda de peso sem causa aparente.

4 – Cirrose – Em um estágio mais avançado de consumo de álcool, o fígado pode sofrer danos mais graves e irreversíveis, o que se caracteriza por um quadro de cirrose, com a cicatrização de lesões.

Esta doença implica na perda gradativa das funções do fígado e pode, em alguns casos, levar a óbito.

5 – Pancreatite – O pâncreas é outro órgão que pode ser duramente prejudicado pelo uso prolongado do álcool. A substância pode causar uma alteração no tecido do pâncreas, o que leva à redução do seu tamanho. Em muitos casos, os danos que levam à pancreatite são irreversíveis. A forte dor abdominal é o principal sintoma desta doença.

6 – Neuropatia alcoólica – A Polineuropatia Alcoólica Periférica (PAP), conhecida também como neuropatia alcoólica, se caracteriza pela lesão do sistema nervoso central periférico.

O impacto pode se dar em nervos de todas as partes do corpo, mas os efeitos mais frequentes se dão nas mãos e nos pés, com uma sensação repentina de formigamento.

7 – Ansiedade e depressão – Doenças emocionais também podem ter como principal causa o consumo excessivo ou prolongado de álcool. Diversos distúrbios mentais e emocionais podem surgir como complicações pelo uso do álcool. Duas das doenças mais recorrentes nesse sentido são a ansiedade e a depressão.

8 – Problemas cardíacos e vasculares – O uso pesado de álcool aumenta a liberação de hormônios relacionados ao estresse que atuam na contração de vasos sanguíneos e influenciam na pressão arterial, podendo causar hipertensão. Além disso, o consumo pesado por período prolongado de álcool também leva ao aumento da fração nociva do colesterol (conhecido como LDL) e triglicerídeos, e à alteração no funcionamento de plaquetas. Assim, eventos como arritmias, inflamação do músculo cardíaco (miocardiopatia) e infartos agudos são consequências possíveis do alcoolismo. Assim como as artérias do coração são prejudicas pelo beber pesado e crônico, artérias de outros órgãos do corpo também podem ser afetadas, como as do cérebro, aumentando o risco para o acidente vascular cerebral (AVC).

Agora veja algumas das doenças causadas pelo uso de drogas, como maconha, cocaína e crack:

AIDS – doença incurável que se pega através do contato direto com o sangue do indivíduo contaminado, como ao partilhar seringas ou no contato íntimo desprotegido.

Doenças venéreas: com o uso das drogas, o indivíduo não se lembra de usar o preservativo e pode ser infectado com doenças como gonorreia e sífilis, por exemplo.

Endocardite infeciosa: as drogas injetáveis podem levar micro-organismos, que infectam as válvulas cardíacas e prejudicam seu funcionamento. Além disso, pode aumentar o tamanho do coração, dificultando a passagem de sangue, gerando outras complicações.

Enfisema Pulmonar: causado pela presença de pequenas partículas de pó que se instalam nos alvéolos e que dificultam a troca gasosa.

Desnutrição: o uso de drogas compromete o sistema que regula a fome e o indivíduo deixa de comer, ficando desnutrido.

Comprometimento cerebral: o uso de drogas pode causar lesões permanentes no cérebro e comprometer todo o estado de saúde do usuário.

Cirrose e câncer no fígado: diagnosticadas principalmente nos usuários que consomem grandes quantidades de bebidas alcoólicas.

Insuficiência renal: devido ao acúmulo de toxinas no sangue, os rins ficam sobrecarregados e deixam de filtrar o sangue corretamente, gerando a doença.

Distúrbios comportamentais: depressão, euforia, perda do sentido da realidade e outras. Existem muitas outras doenças que podem ser causadas pelo uso das drogas, e a sua gravidade vai depender da quantidade de droga ingerida, que com o passar do tempo, tende a ser cada vez maior. Estas doenças geralmente começam a se manifestar após alguns meses do início do uso das drogas.

 

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Como treinar ombro em casa: guia de exercícios

Descubra como treinar ombros em casa com exercícios eficazes para ganhar força e definição. Este guia completo oferece dicas práticas e técnicas para resultados visíveis.

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É muito importante treinar os ombros para ter força e estabilidade. Você pode fazer isso em casa, sem precisar de equipamentos caros.

Basta usar o seu corpo e objetos simples, como garrafas de água. Praticar exercícios de ombro em casa ajuda a fortalecer esses músculos. Isso melhora a postura e diminui o risco de lesões.

Você pode fazer elevações laterais, remadas inversas e flexões de ombros, ajustando o peso e as repetições conforme sua capacidade.

A importância do treino de ombros para a saúde e estética

O treino de ombro em casa é essencial para a saúde e beleza do corpo. Ele ajuda a prevenir lesões como osteoartrite e tendinite. Também melhora a capacidade de levantar pesos e aumenta a força muscular.

“Para começar, é fundamental compreender a anatomia do ombro, incluindo seus músculos e articulações. Com as orientações adequadas, é possível personalizar o treino de acordo com as necessidades de cada indivíduo. Treinar os ombros não só melhora a postura, mas também reduz significativamente o risco de lesões”, comentou um dos melhores ortopedistas de ombro em Goiânia.

Benefícios do fortalecimento dos ombros

Fortalecer os ombros traz muitos benefícios. Melhora a força e a flexibilidade do corpo. Também ajuda a ganhar massa muscular e aumenta a amplitude de movimento.

Anatomia básica do ombro

A anatomia do ombro envolve músculos e articulações. Conhecer essa anatomia é crucial para fazer exercícios seguros e eficazes. Isso permite adaptar o treino para cada pessoa.

Por que treinar ombros em casa é eficaz?

O treino de ombros em casa é eficaz porque se ajusta a cada pessoa. Exercícios simples, como a elevação lateral com halteres, são muito eficazes. Com as dicas certas, é possível melhorar a saúde e a estética do corpo.

Como treinar ombro em casa: exercícios básicos sem equipamentos

Para começar o treino de ombro em casa, o ideal é iniciar com exercícios simples que não exigem equipamentos especiais.

Movimentos como elevações laterais, frontais e rotacionais são excelentes opções e podem ser realizados com pesos leves, como mochilas preenchidas com arroz ou feijão.

Por exemplo, a elevação lateral pode ser feita com pesos de 1 ou 2 kg, utilizando mochilas com arroz ou feijão. Já a elevação frontal pode ser executada com pacotes de 1 kg, como os de arroz ou feijão.

Para quem prefere um exercício sem peso, a prancha com elevação de braço é uma ótima alternativa, focando no fortalecimento dos deltoides.

Para um treino eficaz, recomenda-se realizar 2 a 3 séries de 10 a 12 repetições, de 2 a 3 vezes por semana. Escolha de 3 a 4 exercícios por sessão e ajuste a intensidade e o volume ao longo do tempo, conforme sua evolução.

Após o treino, não se esqueça de alongar os braços para relaxar a musculatura e prevenir tensões.

Com essas orientações, você pode montar um treino de ombro em casa, sem a necessidade de equipamentos específicos, contribuindo para o fortalecimento e a definição muscular.

Lembre-se sempre de manter a postura correta e priorizar a segurança durante a execução. Em caso de dúvidas, consulte um profissional de saúde ou um personal trainer para orientações personalizadas.

Técnicas avançadas para maximizar seus resultados

Para ter um treino de ombro eficaz em casa, é essencial usar técnicas avançadas. Isso inclui exercícios variados, ajustes de intensidade e progressão. Também é importante cuidar do tempo de descanso e recuperação.

Para mulheres, exercícios como o military press e o side raise são muito bons. Eles ajudam a fortalecer os deltoides.

Variações de exercícios para diferentes níveis

Exercícios como o military press e o side raise podem ser ajustados para todos. Para o military press, faça 4 séries de 10 repetições. Isso ajuda muito na hipertrofia.

O side raise é ótimo para trabalhar a cabeça medial do deltóide. Faça 4 séries de 10 repetições. Essas mudanças são cruciais para um treino de ombro bem-sucedido em casa.

Ajustes de intensidade e progressão

É muito importante ajustar a intensidade e a progressão do treino. Isso ajuda a evitar lesões e traz melhores resultados.

Para mulheres, um bom protocolo é fazer 4 séries de 10 repetições no military press e no side raise. Com o tempo, aumente a carga ou o número de repetições. Isso fará o treino mais eficaz.

Tempo de descanso e recuperação

O descanso e a recuperação são essenciais para um treino de ombro bem-sucedido. Deixe 1 a 2 minutos de descanso entre as séries. Evite usar técnicas avançadas demais para não sobrecarregar os músculos.

Além disso, faça o treino de ombro em dias diferentes do treino de peito. Isso ajuda a melhorar o desempenho.

Erros comuns e como evitá-los no treino de ombro

Para evitar lesões e fazer um treino de ombro bem em casa, é essencial saber os erros comuns. É importante não fazer mais de 4 séries de desenvolvimento e elevações frontais se fizer mais de 8 séries de supino/paralela.

Também é bom esperar pelo menos 3 dias para treinar ombros depois de fazer treino de peito.

Outro erro comum é não aquecer bem ou fazer os exercícios de forma errada. Para evitar isso, faça 8 a 12 repetições com uma cadência de 1 segundo subindo e 2 segundos descendo. Isso ajuda a isolar o deltoide médio corretamente.

Faça exercícios de rotação interna e externa para estabilizar o ombro e evite a ‘fatiga’ no final do exercício. Para encontrar os melhores exercícios para ombro em casa, mude os exercícios e não faça a mesma rotina.

Varie os métodos de desenvolvimento, como usar cabos e máquinas. Faça exercícios de rotação interna e externa. Com essas dicas, você evita lesões e faz um treino de ombro seguro e eficaz.

Montando sua rotina personalizada de treino

De acordo com especialistas em ortopedia da clínica COE, localizada em Goiânia, para fazer uma rotina de treino de ombro em casa, é importante pensar bem na frequência e nos exercícios. A rotina deve se ajustar ao seu nível de condicionamento e objetivos.

Exercícios como elevação lateral e remada aberta são bons para o ombro. Também é essencial fazer alongamentos para evitar lesões e melhorar a movimentação.

Frequência ideal de treinos

A frequência de treinos de ombro em casa varia conforme o seu nível e objetivos. Em geral, 2-3 treinos por semana são o suficiente para ver resultados.

Combinando exercícios efetivamente

Para combinar exercícios, várias opções que trabalhem diferentes músculos do ombro são necessárias. Também é crucial dar tempo de descanso e recuperação entre os treinos.

Adaptando o treino ao seu nível

Adaptar o treino ao seu nível envolve ajustar a intensidade e duração dos exercícios. Incluir exercícios de aquecimento e alongamento é fundamental para evitar lesões e melhorar a movimentação.

Transforme seus ombros com dedicação e consistência

Para melhorar seus ombros, é essencial ser dedicado e consistente. Faça os exercícios regularmente para ver resultados.

É importante fazer 2-3 sessões por semana, com um dia de descanso. Cada exercício deve ser feito em 3 séries. Faça 8-15 repetições em cada série.

O treino em casa pode ser tão bom quanto em academia. Mantenha-se motivado e focado. Defina metas alcançáveis e veja seu progresso.

Se necessário, mude o treino. Com esforço, seus ombros vão ficar fortes e definidos. Você vai se sentir mais elegante.

Não desista quando enfrentar desafios. Mantenha o foco e celebre cada pequena vitória. Seus ombros fortes mostram seu esforço e dedicação. Comece agora e veja seus ombros mudarem!

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