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Fábrica da Coca-Cola de Várzea Grande recebe prêmio nacional
O prêmio tem como principal objetivo reconhecer as melhores práticas de Gestão do Sistema Coca-Cola Brasil com base nos critérios estabelecidos pela área técnica, com foco em metas e performance de qualidade do produto e do Sistema de Gestão
Divulgação
O secretário de Assuntos Estratégicos de Várzea Grande, Jayme Campos
A Fábrica da Coca-Cola em Várzea Grande foi premiada entre outras 29 industrias de todo o Brasil com o prêmio de 1º Lugar da Qualidade Brasil Ciclo 2016/2017, promovido pela Coca-Cola Brasil.
O prêmio tem como principal objetivo reconhecer as melhores práticas de Gestão do Sistema Coca-Cola Brasil com base nos critérios estabelecidos pela área técnica, com foco em metas e performance de qualidade do produto e do Sistema de Gestão Integrada de cada unidade fabril.
“A história da Coca-Cola se confunde com a própria história de nossa querida Várzea Grande e é excelente ver que uma empresa daqui que gera emprego e oportunidade para milhares de pessoas esteja sendo premiada pelos esforços e dedicação de seus funcionários e diretores”, disse a prefeita Lucimar Sacre de Campos que foi representada no evento pelo vice-prefeito, José Hazama e pelo secretário de Assuntos Estratégicos, Jayme Veríssimo de Campos.
Os tópicos para pontuação no Prêmio da Qualidade são baseados no Modelo de Excelência da Gestão(MEG) da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), adotado por inúmeras empresas, incluindo as já reconhecidas como “classe mundial” e as que estão caminhando nessa direção.
“Essa premiação é o reconhecimento do trabalho desenvolvido nesta unidade, bem como a todos os colaboradores que não tem medido esforços para que essa indústria cresça cada vez mais sem perder a qualidade nos produtos que oferecemos. Estamos muito felizes com este prêmio, isso mostra que a Coca-Cola produzida aqui em Mato Grosso, é atualmente a melhor Coca-Cola do Brasil”, destacou o Vice-presidente da área Técnica e Logística da Coca-Cola Brasil, Paulo Villas.
O secretário de Assuntos Estratégicos, Jayme Campos disse que todos os investimentos feitos pela Coca-Cola em Mato Grosso resultaram na conquista deste prêmio, e ter o reconhecimento nacional, em uma fábrica local, nos enche de orgulho, porque nós apostamos neste empreendimento, há muitos anos, com os incentivos fiscais, possibilitando não só fortalecimento do setor industrial, mas a forte contribuição na geração de emprego e renda.
“Continuamos abertos a novas empreitadas ainda mais com uma indústria como a Coca-Cola que é um exemplo de que a políticas de incentivos fiscais quando utilizada corretamente tem resultados importantes para Várzea Grande, para Mato Grosso e para o Brasil”, disse Jayme Veríssimo de Campos.
Já o secretário de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, Carlos Avalone apontou que Jayme Campos enquanto prefeito de Várzea Grande e Governador do Estado, e depois dele o governador Dante de Oliveira, deram um enorme impulso ao desenvolvimento do Estado com a política de incentivos fiscais que vem agora se consolidando no governo Pedro Taques, mas com transparência, eficiência e principalmente visando o crescimento de Mato Grosso.
Leonardo Mello, filho do fundador do Grupo Renosa, Luiz Carlos Lomba de Mello hoje incorporado no Grupo Solar que foi formado em 2013 a partir da fusão dos Grupos Norsa, Renosa e Guararapes e tem 12 Fábricas e 34 Centros de Distribuição que é responsável pela produção de 3 bilhões de litros/ano, assinalou que desde o início sua família sempre encontrou receptividade na classe política para os investimentos que tornaram a mesma uma das mais eficientes fábricas de refrigerante e água de Mato Grosso, do Centro Oeste e agora presente em várias partes do Brasil.
“Sempre nos sentimos estimulados em continuar trabalhando e principalmente acreditando no Brasil e em Mato Grosso”, apesar de todas as dificuldades”, disse Leonardo Mello.
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Emoção marca despedida do suboficial Clímaco da Agência Fluvial de Cáceres
Por João Arruda | Cáceres
A secular Agência Fluvial de Cáceres, organização militar, celebrou com honras a transferência para a reserva remunerada de um dos seus componentes mais laureados e carismáticos em toda a Marinha do Brasil. Trata-se do suboficial Everaldo Clímaco, que completou seu tempo de serviços à Armada Brasileira. A cerimônia ocorreu anteontem (06/05), no município de Cáceres, a 210 quilômetros a oeste de Cuiabá, e foi presidida pelo capitão Stenio Lacerda.
A Marinha do Brasil foi criada pela Inglaterra, segue as tradições navais inglesas. Nesse hiato, o toque do apito ecoou no Centro Histórico da cidade, com as duas notas “lá e mi”, chamado “Toque Especial para o Mar” (vide vídeo), celebrando a carreira vitoriosa do militar Clímaco. Até um pássaro joão-de-barro gorjeou do alto da árvore louro-preto, como se também festejasse a ida dele à reforma.
Nascido em Porto Seguro, no estado da Bahia, desposou ainda adolescente o sonho de ingressar na Gola. Tão logo completou a idade, concorreu a uma vaga na escola chamada Centro de Adestramento da Ilha de Marambaia, em Mangaratiba, no estado do Rio de Janeiro, isso em fevereiro de 1998.
Desde então, correu o país, ora embarcado em navios, submarinos ou em organizações em terra. Clímaco também esteve nos mares além, conhecendo outras nações mundo afora.
Até que foi designado a servir na conceituada Agência Fluvial de Cáceres, onde adaptou-se à cidade, colecionando incontáveis amigos. Torcedor do Vasco, é músico percussionista arraigado ao samba.
Recebeu elogios do seu comandante Stenio Lacerda, cumprimentos dos amigos. O Navio-Escola Piquiri fez soar a buzina como saudação ao Clímaco, paralelamente ao apito. Companheiros de farda prestigiaram. O suboficial Clodoaldo, hoje na reserva, exerce a função na Seduc de inspetor militar na Escola Estadual Cívico-Militar São Luiz. Ainda pelo 66° Batalhão de Infantaria Motorizada em Cáceres, o sargento Alves também se fez presente.
Casado com a carioca Cláudia Cavalcante Nascimento Clímaco, é pai de dois filhos: Ayko e Nikolas Cavalcante Clímaco.
Agora aposentado, está em dúvida se permanece na Princesinha do Paraguai ou regressa ao Rio de Janeiro. “Eu ainda não decidi, gostei tanto de Cáceres, da sua gente pantaneira, hospitaleira, que estou pensando em permanecer aqui nesta bela cidade de Mato Grosso. Para mim, uma das mais lindas do país; tem tudo: rios, cachoeiras, serras, matas. E o mais admirável, o povo é muito acolhedor”, pontuou Clímaco, convidando os amigos para outra comemoração no movimentado Bar do Juninho, batizado de “Reduto dos Flamenguistas”, em tom bem-humorado. Lascou esta: “local ideal para vascaíno festejar em campo do adversário”, brincou.

João Arruda é jornalista, geógrafo e pesquisador em Cáceres, é filho, neto, bisneto de brancos com duas avós uma Bororo e outra Guató.
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