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Animal raro, onça preta é filmada caminhando numa estrada de Cocalinho

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O casal Yane Katharine e Marlon Augusto filmou, quase que por acaso, a aparição de um animal raro em Mato Grosso. Eles viajavam por uma estrada de terra na divisa entre Goiás e Mato Grosso, no município de Cocalinho (860 km de Cuiabá) quando avistaram no meio da estrada um animal preto, que a princípo pensaram se tratar de um bezerro e, depois ao chegarem mais perto de um cachorro.

Quando aproximaram ainda mais o carro, eles não acreditaram. Estavam diante de uma raridade: uma onça preta. Yane, que tem 22 anos e trabalha como manicure em Goiânia, conta que eles seguiam em direção a Cocalinho e já estavam a cerca de 12 Km da cidade. O ponto exato onde a onça foi vista fica ao lado de uma plantação de soja.

Yane conta que quando identificaram que o animal era uma onça, pararam o carro e começaram a filmar e fotografar. O animal não se assustou, mas após algum tempo caminhando na estrada, pulou uma cerca e entrou vegetação a dentro.

A onça-preta é uma variação da onça-pintada, mas ambas são da mesma espécie. Análises genéticas comprovam que ambas são representantes da espécie Panthera onca.

A coloração escura é devido a uma mutação genética que aumenta a quantidade de melanina, uma das proteínas responsáveis pela cor da pele e dos pelos.

Aqui outro vídeo, onde você conhece mais sobre esse animal raro

 

Com informações do site Metropoles

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Operação “Desmonte” desarticula célula de facção criminosa e prende envolvidos em homicídio de adolescente

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A Polícia Civil deflagrou na manhã desta terça-feira (27.1) a Operação “Desmonte”, cumprindo 15 ordens judiciais em Cocalinho, com o objetivo de desarticular uma célula de facção criminosa envolvida no homicídio qualificado, sequestro, cárcere privado e ocultação do cadáver de um adolescente de 14 anos. A ação resultou no cumprimento de oito mandados de prisão temporária e sete de busca e apreensão domiciliar, expedidos pela 1ª Vara Criminal de Água Boa.

A operação integra a “Operação Inter Partes”, da Polícia Civil, inserida no programa “Tolerância Zero Contra Facções Criminosas” do Governo de Mato Grosso, que visa intensificar o combate ao crime organizado em todo o estado.

Sequestro e execução do adolescente

O crime que vitimou Lhyverson Nhatan da Silva Rodrigues ocorreu em 28 de outubro. O adolescente havia chegado a Cocalinho no mesmo dia e, após fazer contato por meio de uma rede social, saiu de casa para um encontro e não retornou mais.

Após semanas de investigações minuciosas, o corpo do jovem foi encontrado sepultado em uma cova rasa em uma área de mata isolada na zona rural de Cocalinho. As características das vestes eram compatíveis com as que a vítima usava no dia de seu desaparecimento.

As apurações revelaram que o assassinato foi motivado por disputas entre facções criminosas e que a execução de Lhyverson seguiu o padrão de um “tribunal do crime”, prática comum de organizações criminosas. Os investigados atuaram em grupo, com divisão de tarefas, atraindo a vítima por meio de um perfil falso em rede social, sequestrando-o, conduzindo-o a uma área rural isolada, realizando o “julgamento” seguido de tortura, execução e, por fim, ocultando o corpo e destruindo vestígios.

Alvos e lideranças criminosa

Entre os alvos da operação, destaca-se um indivíduo identificado como o “disciplina” da facção criminosa na região. Essa função de alta hierarquia é responsável por aplicar punições, coordenar execuções e manter a ordem interna da organização no município. Além disso, há denúncias de que o mesmo investigado atuava em crimes de extorsão contra comerciantes locais.

Os outros cinco investigados possuem um extenso histórico criminal e envolvimento direto ou indireto em ocorrências análogas, incluindo homicídios praticados a mando de facções criminosas e ocultação de cadáveres.

Para o delegado Carlos Alberto Silva, responsável pelas investigações, o trabalho policial demonstrou que o crime contra o adolescente não foi um caso isolado, mas sim parte de um padrão de atuação sistemática e reiterada do grupo criminoso no município.

“A ação policial, além de identificar e prender os responsáveis pelo homicídio do adolescente, desarticula uma célula local da facção criminosa, que vem praticando sistematicamente execuções, torturas e ocultação de cadáveres no município”, afirmou o delegado.

O nome “Desmonte” foi escolhido em alusão ao desmantelamento da estrutura da célula da facção criminosa em Cocalinho, marcando um passo significativo no combate a essas organizações na região e buscando interromper o ciclo de violência que tem afetado a comunidade.

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