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Empaer comercializa 40 mil alevinos de tambatinga em apenas um dia

Em menos de 10 meses, o peixe chega a pesar de 1.800 gramas a 2.100 gramas pronto para o abate

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João de Melo – Empaer

Os alevinos desenvolvidos na empresa são híbridos de qualidade e livres de enfermidade

Os alevinos desenvolvidos na empresa são híbridos de qualidade e livres de enfermidade

Começou na sexta-feira (31.01), a venda de alevinos da espécie Tambatinga, na Estação de Piscicultura da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), localizada no município de Nossa Senhora do Livramento (42 km ao Sul de Cuiabá). O Chefe da Estação, Francisco de Souza Filho, fala que está previsto a comercialização de 800 mil alevinos para recria e engorda em cativeiro até o mês de maio. As vendas serão realizadas às sextas-feiras. 

 

No primeiro dia de venda do ano compareceram mais de 30 produtores rurais e foram vendidos em torno de 40 mil alevinos. Conforme Francisco, a espécie tambatinga é muito procurada pelo sabor do peixe, aparência e crescimento. Em menos de 10 meses, o peixe chega a pesar de 1.800 gramas a 2.100 gramas pronto para o abate. “Hoje colocamos a venda alevinos medindo de três a cinco centímetros e de cinco a oito centímetros. Na próxima semana a previsão é disponibilizar alevinos medindo de oito a dez centímetros”, explica.

 

O engenheiro de pesca da Empaer, Enock Alves dos Santos, fala que a empresa desenvolve alevinos de qualidade e híbridos livres de enfermidades.

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Durante a aquisição dos alevinos o produtor recebe orientação técnica com informações desde a seleção da área para escavação do viveiro até a comercialização do peixe. Para criação é recomendado que sejam utilizados 800 peixes num viveiro de  mil metros quadrados (20×50) que  sejam retirados todos após 12 meses.

 

De acordo com Enock, após a retirada dos peixes é importante esgotar a água do viveiro, deixar secar ao sol por alguns dias e retirar toda matéria orgânica que por ventura aparecer no fundo da represa. O ambiente limpo fica livre da geosmina, um tipo de alga que transmite o sabor de barro para a carne do peixe. “O manejo deve ser feito quando retirar todos os peixes, tornando a água mais rica em oxigênio. A transparência do tanque deve ficar próximo aos 30 centímetros da lâmina d’água”, esclarece Enock.

 

O produtor rural Apenides Fernandes do Nascimento e sua esposa, Nenise da Cruz, proprietários da Chácara Formosa, localizada na comunidade Mangueiral, no município de Nossa Senhora do Livramento, compraram cinco mil alevinos. Com uma venda mensal de mil quilos de pescado por mês, o produtor possui em sua área de cinco hectares, três represas para engorda de peixes. “Há mais de 10 anos, venho na Estação da Empaer comprar alevinos e nunca tive perda ou problemas na criação”, enfatiza.

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A Chácara Calu, localizada no Recanto da Siriema, no município de Cuiabá, possui duas represas para criação de peixes. O proprietário Carlos Tadeu Pedroso compra alevinos da empresa há mais de seis anos e nesta sexta-feira adquiriu 700 alevinos. Ele conta que no início a criação de peixes era apenas para o consumo da família e hoje está virando um negócio que pode dar lucro e renda.

 

O preço do milheiro do peixe está em torno de R$ 230, de três a cinco centímetros, de cinco a oito por R$ 280 e de oito a dez centímetros por R$ 330. Para realizar a compra acima de cinco mil alevinos é necessário fazer reserva e encomendar pelo telefone: (65) 99973 5421. O transporte é por conta do produtor.

 

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Cuiabá

Defesa Civil mantém área isolada após queda de reboco em prédio no Centro de Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Defesa Civil, mantém isolado o trecho da Rua Cândido Mariano, próximo à esquina com a Rua Pedro Celestino, onde parte do reboco da marquise do sétimo andar do Edifício Maria Joaquina se desprendeu. A medida foi adotada para preservar a integridade física de pedestres e motoristas, enquanto o condomínio providencia os reparos e a estrutura permanece sob monitoramento técnico. O incidente ocorreu na tarde de sábado (27).

Segundo o secretário municipal de Defesa Civil, coronel Alessandro Borges, a ocorrência foi registrada por volta das 18h15, após acionamento do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp). Equipes da Defesa Civil foram deslocadas imediatamente ao local e realizaram o isolamento de aproximadamente 25 a 30 metros da área abaixo da fachada para evitar novos acidentes.

Durante o incidente, parte do revestimento e fragmentos do piso atingiram um veículo estacionado, quebrando o para-brisa. Conforme a Defesa Civil, o desprendimento ocorreu em uma faixa de aproximadamente dois a três metros da fachada. Desde então, o local permanece interditado como medida preventiva até a conclusão dos serviços.

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“O objetivo foi garantir a segurança dos pedestres e evitar acidentes. A construtora responsável iniciará os reparos, enquanto a Defesa Civil continuará acompanhando a situação e monitorando a estrutura até que a manutenção seja concluída”, afirmou o secretário Alessandro Borges.

O síndico do condomínio, o arquiteto Júlio César Silva Ribeiro, informou que o isolamento atende às determinações da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros e permanecerá até que o risco seja eliminado. Segundo ele, o condomínio está reunindo propostas para contratação da empresa que executará os serviços, com expectativa de iniciar as intervenções ainda nesta semana. Além do reparo no ponto onde ocorreu o desprendimento, será realizada uma avaliação de toda a fachada para prevenir novos problemas.

“Vamos proteger toda a fachada para que não haja risco de novos desprendimentos. A decisão é manter a área isolada até que os órgãos técnicos considerem o local seguro”, explicou o síndico.

A interdição alterou temporariamente a rotina de comerciantes e de quem circula diariamente pela região central. O vendedor Alison Aurélio Rodrigues de Souza acredita que a restrição pode reduzir o movimento das lojas e defende rapidez na execução dos reparos.

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“Espero que seja resolvido o mais rápido possível. O isolamento foi importante para a segurança, mas agora é preciso agilizar a obra”, afirmou.

Entre os pedestres, a principal preocupação é com a segurança. A autônoma Rosemeri Priori considera que a manutenção preventiva é essencial em prédios antigos.

“É uma área de grande circulação. O importante é que as providências sejam tomadas rapidamente para evitar acidentes e garantir o bem-estar de todos”, disse.

A Prefeitura reforça que o isolamento permanecerá enquanto houver risco e orienta pedestres e motoristas a respeitarem a sinalização instalada no local. A Defesa Civil seguirá acompanhando a execução dos reparos para assegurar que a área seja liberada somente após avaliação técnica que comprove a segurança da estrutura.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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