negocios
Abertura de mercado da carne bovina com o Kuwait é uma demonstração de confiança mútua
Um mercado que movimentou US$ 209,4 milhões em 2019 em produtos da pauta agropecuária nacional
SNA
Abertura de mercado da carne bovina com o Kuwait é uma demonstração de confiança mútua
O ano inicia com boas novas vindas dos países árabes. Desta vez foi o Kuwait, país que fez parte da missão Oriente Médio realizada pelo Ministério da Agricultura em setembro do ano passado. Pela primeira vez o país abre suas portas para receber a carne bovina nacional. Antes do anúncio o país mantinha negócios com uma série de outros produtos, entre eles: milho, suco de laranja, café solúvel, farelo de soja, café verde, carne de frango (industrializada), carne de pato (in natura), castanha de caju e carne de peru (in natura).
O CEO da SIIL Halal, Chaiboun Darwiche, uma das mais importantes Certificadoras Halal da América Latina, faz suas considerações sobre o anúncio: “Este passo reforça o compromisso das cadeias de produção agropecuária nacional em atender as necessidades deste mercado no que tange as exigências relacionadas à qualidade e segurança alimentar. Sobretudo aos critérios estabelecidos à fé islâmica. Há muito tempo o Brasil se destaca no mercado global sendo hoje o maior produtor de carnes Halal. Possuir a certificação Halal é um requisito fundamental para acessar o mercado do Kuwait bem como outros países composto por consumidores muçulmanos”, salienta.
De acordo com ele, com o crescimento da religião ao redor do mundo, possuir a certificação Halal nos produtos se torna uma oportunidade de acesso a novos mercados para as empresas nacionais. Da indústria de alimentos, passando por bebidas, cosméticos e remédios são alguns bons exemplos de segmentos que necessitam do selo Halal. “Somos hoje uma empresa de excelência e apta para auditar, monitorar e certificar todo o processo industrial da chegada da matéria prima até o produto chegar ao consumidor sempre em conformidade às normas internacionais”, enaltece Chaiboun Darwiche e reforça: “O setor deve estar atento a essas tendências globais que influenciarão sobremaneira a modo de consumo.”
Vale lembrar que as pesquisas da Pew Research Center apontaram que em 2010 havia 1,6 bilhão de muçulmanos e 2,17 bilhões de cristãos no planeta. “Em 2050, serão 2,76 bilhões de muçulmanos e 2,9 bilhões de cristãos. Se ambas as religiões mantiverem o atual índice de evolução, os seguidores do islamismo serão mais numerosos em 2070. Portanto, possuir a selo Halal nos produtos, mais que sinônimo de segurança alimentar e rastreabilidade é saber que aquele produto atende de forma singular a Jurisprudência Islâmica e consequentemente o consumidor muçulmano”, prevê Chaiboun Darwiche.
Sobre a Siil Halal: Fundada em 1º de abril de 2008, a Siil Halal é uma empresa especializada em Serviço de Inspeção Islâmica que atua como Certificadora Halal. O trabalho inicia desde o projeto da linha de produção até a embalagem de produtos permitidos para consumo islâmico, assim como na fiscalização dentro das normas e regras ditadas pela Jurisprudência Islâmica. Para saber como ingressar no mercado Halal acesse: www.siilhalal.com.br.
negocios
Metais preciosos, commodities e criptomoedas: o mundo dos investimentos alternativos
Os investimentos alternativos são instrumentos financeiros que permitem diversificar o portfólio além dos tradicionais mercados de ações e imobiliário. Embora ações e imóveis estejam entre as escolhas mais comuns, investir em ativos alternativos pode oferecer maior estabilidade em períodos de volatilidade. Esses instrumentos incluem, entre outros, metais preciosos, criptomoedas e commodities, setores que apresentam dinâmicas diferentes dos investimentos convencionais. A diversificação em ativos alternativos atende à necessidade de equilibrar o portfólio e mitigar os riscos associados a um mercado que, em certos momentos, pode se tornar extremamente instável.
Metais preciosos: um exemplo de estabilidade
Os metais preciosos, como ouro e prata, representam uma das categorias mais populares entre os investimentos alternativos. O ouro, em particular, é considerado um ativo de refúgio: em situações de incerteza econômica ou alta inflação, tende a manter ou aumentar seu valor. O desempenho do ouro é frequentemente indicado no Forex com o símbolo xauusd e, conforme ilustrado nesta página informativa online, pode oferecer aos investidores uma proteção contra a instabilidade dos mercados tradicionais. Esse símbolo reflete a taxa de câmbio entre o ouro e o dólar americano, um parâmetro acompanhado por quem deseja investir em um ativo seguro durante períodos de crise.
Commodities e agricultura: um mundo de recursos
Além dos metais preciosos, outras categorias de investimentos alternativos incluem commodities como petróleo, gás natural e produtos agrícolas. Investir em commodities significa participar de um mercado onde os preços são determinados não apenas pela oferta e demanda, mas também por fatores geopolíticos, climáticos e tecnológicos. Esses ativos têm uma função estratégica na gestão do portfólio, pois oferecem um potencial de crescimento independente das flutuações dos mercados de ações. As commodities agrícolas, em particular, são influenciadas pelas condições climáticas e inovações no setor alimentar, representando assim uma oportunidade para investidores com interesse em sustentabilidade e agroalimentação.
Criptomoedas: entre inovação e volatilidade
As criptomoedas são um dos investimentos alternativos mais recentes e representam um setor em constante crescimento. Essas moedas digitais, baseadas em tecnologias descentralizadas como o blockchain, são consideradas investimentos de alto risco, mas também de alto potencial de retorno. Sua natureza digital e a ausência de regulamentação central as tornam particularmente voláteis, mas, ao mesmo tempo, capazes de oferecer novas oportunidades financeiras. As criptomoedas oferecem uma visão inovadora do mundo econômico, desvinculada das lógicas dos bancos centrais e das autoridades governamentais, atraindo investidores que desejam diversificar o portfólio com ativos de perfil não convencional.
Arte e bens colecionáveis: um patrimônio tangível
Outra forma de investimento alternativo está nos bens colecionáveis e nas obras de arte. Esses investimentos, muitas vezes menos líquidos e vinculados a um crescimento de longo prazo, são escolhidos por quem deseja diversificar com um patrimônio tangível. A arte pode representar não apenas um investimento, mas também um valor cultural e estético, e seu valor tende a se manter independente dos mercados financeiros tradicionais. Desde pinturas clássicas até modernas obras digitais, o colecionismo pode oferecer uma proteção ao portfólio e enriquecer o patrimônio pessoal com um toque de exclusividade.
-
esportes5 dias atrásPalmeiras desembarca em Cuiabá para decidir vaga nas quartas de final da Copa do Brasil
-
esportes5 dias atrásJogo entre Palmeiras e Fortaleza não terá interdições no trânsito
-
esportes5 dias atrásAtlético-MG marca nos acréscimos, vence o Juventude e avança às quartas da Copa do Brasil
-
AGRO & NEGÓCIO6 dias atrásAgronegócio movimentou R$ 45,6 bilhões no primeiro semestre
-
esportes5 dias atrásCom expulsão polêmica, Santos vence o Remo e confirma vaga nas quartas da Copa do Brasil
-
Educação6 dias atrásSeduc-MT divulga projetos selecionados para fortalecer a aprendizagem nas escolas do campo
-
POLÍTICA MT7 dias atrásWellington Fagundes enfrenta resistência de prefeitos do PL após aliança com o MDB
-
tce mt5 dias atrásTribunal de Contas reúne quase 1,2 mil participantes em webinar sobre políticas públicas para a primeira infância




