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Retail design conferem mais conforto e bem-estar em pet shops
Emoção é ponto de partida focada na relação de confiança entre clientes, pets e o estabelecimento
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Emoção é a nova ferramenta dos pet shops para fidelizar clientes
Muitas vezes usadas como atrativo para clientes pelos pet shops, a exposição e a venda de animais em lojas já não são bem vistas pela maioria das pessoas. Além disso, desde 2015, o Conselho Federal de Medicina Veterinária estabeleceu que a permanência de animais em pet shops e outros pontos de venda só seja permitida se houver um médico veterinário presente. Alguns estados, como São Paulo e Paraná, já proibiram a venda de animais em lojas e pet shops, mesmo que haja um veterinário junto. Mato Grosso é um dos estados que estudam seguir a mesma regra.
Assim, os pet shops precisam se adequar à nova realidade e buscar diferentes formas de chamar atenção e fidelizar o cliente. Entre as muitas possibilidades de apresentação e organização para uma loja voltada aos animais um elemento é obrigatório: o uso da emoção.
“A emoção deve ser sentida na apresentação da loja. Um pet shop não vende apenas um produto, mas trabalha com um ente querido da pessoa: o animal. O cliente tem que perceber e entender que vai deixar o pet num lugar cujo carinho e o bem-estar são prioridades. A emoção tem que ser trabalhada em detalhes pelo negócio, que será a diferença dentro de um conceito vencedor”, aponta o publicitário Danilo Rondinelli.
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Ana Luiza Trefilio buscou o retail design para Garden Pet Store como o “pulo do gato” para o seu negócio
Especialista em retail design – termo que define o uso da arquitetura para proporcionar uma boa experiência de compra –, Rondinelli explica que os primeiros passos para quem pretende abrir ou repaginar um pet shop são entender do negócio e definir um conceito para ele. “Não dá pra abrir um lugar sem conceito. É necessário ter um conceito do negócio e explorar isso, mostrar seus diferenciais competitivos e deixá-los em evidência. Na definição deste conceito, o retail design é fundamental”.
Antes de elaborar um projeto é necessário entender bem sobre o consumidor e, também, o produto: quem é o consumidor; qual classe social atinge; qual é o produto e quanto custa. É importante ter um entendimento macro da situação, de negócio operacional aplicado aos elementos visuais.
Em relação aos pet shops, criatividade, limpeza, organização e iluminação são ainda mais pontuais, já que a loja precisa passar a confiança de que ali o bichinho de estimação receberá todo o cuidado que merece. Além dos cuidados com saúde e higiene, os pets shops estão oferecendo cada vez mais mimos aos animais, que têm recebido cuidados especiais em relação à alimentação e ao vestuário, além de brinquedos e acessórios. Essa grande diversidade de produtos e serviços relacionados aos animais de estimação tem gerado um constante crescimento do setor.
Dentro do retail design os produtos devem estar separados por categorias e bem expostos. Pet shops com produtos e materiais amontoados em um só lugar já começam não transmitindo confiança e organização. “O cliente, com certeza, vai pensar: ‘se não tem cuidados com os materiais e apresentação, não vai ter cuidado com meu pet’”, sugere o publicitário.
Foi a especialidade da arquitetura voltada para o varejo que fez a empresária Ana Luiza Trefilio buscar o retail design quando decidiu abrir o Garden Pet Store. “Vi o trabalho da Total Varejo em um restaurante de Cuiabá e gostei. Pensei que era aquele tipo de projeto que buscava para o meu empreendimento. O projeto do pet shop ficou como desejávamos”, conta ela.
O pet shop não vende apenas produtos, trabalha com um ente querido da pessoa: o animal
Além de pet shop, o Garden oferece uma gama de serviços, como banho e tosa, hotelzinho e day care. O projeto utilizou containers, que podem ser removidos e transportados para outros espaços, caso os proprietários desejem mudar de localidade. “Nosso planejamento é transformar o espaço em franquia. Por isso, pedimos um projeto pensando em quem não tem o terreno, loca o espaço e, eventualmente, tenha necessidade ou queira mudar de bairro ou cidade”, explica Ana Luiza.
Mercado em expansão
“O mercado de pet shop deu um boom nos últimos cinco anos, movido pelo crescente interesse e afeto pelos animais de estimação. Muitas empresas já perceberam isso e começaram a trabalhar de uma forma mais elaborada. Mas é um negócio que exige amor pelo trabalho, não adianta pensar em abrir um pet shop apenas como um negócio. Temos visto que as lojas com maior sucesso são aquelas conduzidas por pessoas que têm paixão e um cuidado genuíno com os pets, pois estão sempre pensando no que é melhor para os animais e seus tutores”, aconselha o publicitário.
Segundo pesquisa do IBGE de 2018, o Brasil possui mais de 132 milhões de animais de estimação, ocupando a segunda posição mundial. Com o aquecimento do mercado pet, a expectativa de faturamento para 2020 está em torno de R$ 20 bilhões.
Farmácia, alimentos/ração, produtos de beleza, boutique, cafezinho, entre outros, devem estar em espaços separados e definidos. A área de banho e tosa é fundamental para criar confiança no cliente. A indicação é que o espaço fique visível, integrado à loja, com paredes de vidro, para que o tutor veja como o pet está sendo atendido e o trabalho dos responsáveis pelo banho e a tosa se desenvolvendo.
“Um diferencial que muitos pets shops têm adotado são áreas em que os animais possam transitar pela loja enquanto seu tutor se movimenta pelo ambiente. O cliente não precisa ficar segurando o bichinho no colo ou na guia enquanto faz suas compras ou pedidos, o animal tem um espaço onde brincar ou se exercitar enquanto aguarda o seu humano”, conta Rondinelli.
Muitas lojas também estão trocando a venda de pets (onde ainda é permitido), por espaços para doação de animais abandonados, geralmente em parceria com ONGs de proteção, como forma de incentivar a adoção e contribuir com o bem-estar animal.
Mas, de nada adianta uma loja muito bem elaborada se não houver qualidade no serviço oferecido. Um atendimento de qualidade busca preservar o relacionamento com o cliente, faz com que ele se sinta valorizado e oferece maneiras eficientes de resolver o seu problema.
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Metais preciosos, commodities e criptomoedas: o mundo dos investimentos alternativos
Os investimentos alternativos são instrumentos financeiros que permitem diversificar o portfólio além dos tradicionais mercados de ações e imobiliário. Embora ações e imóveis estejam entre as escolhas mais comuns, investir em ativos alternativos pode oferecer maior estabilidade em períodos de volatilidade. Esses instrumentos incluem, entre outros, metais preciosos, criptomoedas e commodities, setores que apresentam dinâmicas diferentes dos investimentos convencionais. A diversificação em ativos alternativos atende à necessidade de equilibrar o portfólio e mitigar os riscos associados a um mercado que, em certos momentos, pode se tornar extremamente instável.
Metais preciosos: um exemplo de estabilidade
Os metais preciosos, como ouro e prata, representam uma das categorias mais populares entre os investimentos alternativos. O ouro, em particular, é considerado um ativo de refúgio: em situações de incerteza econômica ou alta inflação, tende a manter ou aumentar seu valor. O desempenho do ouro é frequentemente indicado no Forex com o símbolo xauusd e, conforme ilustrado nesta página informativa online, pode oferecer aos investidores uma proteção contra a instabilidade dos mercados tradicionais. Esse símbolo reflete a taxa de câmbio entre o ouro e o dólar americano, um parâmetro acompanhado por quem deseja investir em um ativo seguro durante períodos de crise.
Commodities e agricultura: um mundo de recursos
Além dos metais preciosos, outras categorias de investimentos alternativos incluem commodities como petróleo, gás natural e produtos agrícolas. Investir em commodities significa participar de um mercado onde os preços são determinados não apenas pela oferta e demanda, mas também por fatores geopolíticos, climáticos e tecnológicos. Esses ativos têm uma função estratégica na gestão do portfólio, pois oferecem um potencial de crescimento independente das flutuações dos mercados de ações. As commodities agrícolas, em particular, são influenciadas pelas condições climáticas e inovações no setor alimentar, representando assim uma oportunidade para investidores com interesse em sustentabilidade e agroalimentação.
Criptomoedas: entre inovação e volatilidade
As criptomoedas são um dos investimentos alternativos mais recentes e representam um setor em constante crescimento. Essas moedas digitais, baseadas em tecnologias descentralizadas como o blockchain, são consideradas investimentos de alto risco, mas também de alto potencial de retorno. Sua natureza digital e a ausência de regulamentação central as tornam particularmente voláteis, mas, ao mesmo tempo, capazes de oferecer novas oportunidades financeiras. As criptomoedas oferecem uma visão inovadora do mundo econômico, desvinculada das lógicas dos bancos centrais e das autoridades governamentais, atraindo investidores que desejam diversificar o portfólio com ativos de perfil não convencional.
Arte e bens colecionáveis: um patrimônio tangível
Outra forma de investimento alternativo está nos bens colecionáveis e nas obras de arte. Esses investimentos, muitas vezes menos líquidos e vinculados a um crescimento de longo prazo, são escolhidos por quem deseja diversificar com um patrimônio tangível. A arte pode representar não apenas um investimento, mas também um valor cultural e estético, e seu valor tende a se manter independente dos mercados financeiros tradicionais. Desde pinturas clássicas até modernas obras digitais, o colecionismo pode oferecer uma proteção ao portfólio e enriquecer o patrimônio pessoal com um toque de exclusividade.
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