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POLÍCIA

Tempo de espera por cirurgias cai 41% com o programa Fila Zero do Governo de Mato Grosso

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O programa Fila Zero na Cirurgia, do Governo de Mato Grosso, reduziu em 41% o tempo de espera por cirurgias eletivas no Estado desde sua implantação, em abril de 2023. A média, que era de 77 dias antes da iniciativa, caiu para 45 dias em 15 de junho, conforme levantamento da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), reflexo da ampliação da oferta de procedimentos e da reorganização dos fluxos assistenciais na rede pública.

A segunda etapa do programa do Governo de MT prevê investimento de R$ 400 milhões para a realização de 588 mil procedimentos eletivos em 2026.

“Já ampliamos a estrutura da saúde em Mato Grosso, com hospitais regionais e unidades de alta complexidade. Agora é hora de dar resposta para as pessoas. O Fila Zero na Cirurgia 3.0 está dando mais celeridade aos procedimentos e reduzindo o tempo de espera, porque as pessoas não podem sofrer esperando atendimento”, destacou o governador Otaviano Pivetta.

Para o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Juliano Melo, o compromisso da gestão é em dar cada vez mais celeridade às cirurgias eletivas.

“O programa Fila Zero na Cirurgia vai ganhar ainda mais força nesta etapa, com a criação da nova Tabela SUS Mato Grosso, que entrou em vigência em maio e é muito mais atrativa do que a nacional”, explicou.

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Segundo o superintendente de Programação Controle e Avaliação, Jessé Mamede Untar, programa já promoveu 718.025 procedimentos, sendo 661.331 ambulatoriais e 56.694 hospitalares. Foram feitos, ao todo, 383.324 exames, 225.881 consultas e 105.923 cirurgias no período.

“A redução no tempo de espera para a realização de procedimentos eletivos reflete maior eficiência e resolutividade no atendimento prestado pelo Sistema Único de Saúde em Mato Grosso”, avaliou o superintendente.

Com a nova Tabela SUS, o Fila Zero já recebeu 25 novas propostas municipais e seis de consórcios intermunicipais de saúde, além de ter chegado a 90 prestadores hospitalares. O total de procedimentos contemplados aumentou de 466 para 556.

Cuiabá passa a ofertar cirurgia bariátrica por meio do Fila Zero

A Prefeitura de Cuiabá realizou, em em junho, no dia 19, as duas primeiras cirurgias bariátricas reguladas pela Central de Regulação Municipal de Cuiabá, por meio do programa Fila Zero. Os procedimentos foram feitos no Hospital e Maternidade Santa Helena pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Moradora do bairro Altos da Serra I, a auxiliar de serviços gerais em Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Norma Sueli Rodrigues Viana, 49 anos, passou pelo procedimento por videolaparoscopia, técnica minimamente invasiva feita por meio de pequenas incisões e com uso de câmera de alta definição, já teve alta e se recupera em casa.

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Ela pesava 116 quilos antes da cirurgia e espera ficar com 65 quilos, o que vai melhorar a sua saúde e trazer muitos benefícios e qualidade de vida.

“Quando fui no Santa Helena já levei todos os exames prontos. Faltou só o venoso. Fiz quarta-feira e operei na sexta-feira. Foi muito bem graças a Deus. Está indo tudo tranquilo. O peso vai debilitando a gente aos poucos. Estou com esperança de ter uma saúde melhor, com menos dores”, afirmou.


Crédito: Arquivo pessoal

Saiba mais sobre o programa

O Fila Zero na Cirurgia busca reduzir a espera por procedimentos eletivos em Mato Grosso por meio de parcerias com municípios, consórcios intermunicipais de saúde e instituições.

O Estado repassa os recursos previstos para os procedimentos contemplados pelo programa e, desta forma, os entes parceiros se beneficiam do incentivo para aprimorar outros serviços prestados à população.

Ao todo, 88 municípios já aderiram ao programa, que inclui unidades públicas de saúde, unidades privadas e filantrópicas e associações que participam através de consórcios.

O programa Fila Zero na Cirurgia contempla 556 procedimentos, considerando a média e alta complexidade eletiva. Até o momento, mais de R$ 343 milhões já foram repassados aos parceiros.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

SES habilita serviço de radioterapia e braquiterapia em hospital de Sinop

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A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT) habilitou o Hospital Santo Antônio, em Sinop, para a oferta de serviços de alta complexidade em radioterapia e braquiterapia pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A implantação foi firmada entre a SES-MT e a Fundação de Saúde Comunitária de Sinop, responsável pela unidade.

A habilitação amplia e descentraliza a assistência oncológica no Estado, que historicamente esteve concentrada nos polos das regiões de saúde Baixada Cuiabana e Sul, nos municípios de Cuiabá e Rondonópolis. Com o novo serviço, o Hospital Santo Antônio passa a atuar como referência para as Macrorregiões Norte, Leste e Centro-Noroeste, abrangendo 90 municípios e uma população estimada em 1.723.927 habitantes, conforme o Censo 2022 do IBGE.

Com a mudança, a unidade avança do perfil de Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON) simples para UNACON com Serviço de Radioterapia e Braquiterapia. A estrutura permitirá ampliar a continuidade do cuidado, reunindo, no mesmo ponto de atenção regional, etapas como diagnóstico, estadiamento, cirurgia, quimioterapia, radioterapia, braquiterapia e acompanhamento dos pacientes.

A medida também contribui para reduzir os deslocamentos de pacientes que precisam realizar sessões de radioterapia fora da região de residência. A referência regional reduz o deslocamento de centenas de quilômetros até a Capital para a realização do tratamento.

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Acesso ao tratamento

O novo contrato estabelece uma meta relacionada ao início oportuno do tratamento oncológico. O Plano de Metas prevê que o hospital deve comprovar que pelo menos 80% dos pacientes do SUS iniciaram a radioterapia ou tratamento específico em até 60 dias após a emissão do laudo anatomopatológico, em cumprimento à Lei Federal nº 12.732/2012.

A capacidade assistencial foi planejada a partir do histórico de atendimentos regulados de 2025. Considerando uma margem de 30% para absorção da demanda reprimida e a expansão do serviço após a regionalização, a meta estabelecida para a operação plena é de 624 atendimentos por ano.

A implantação ocorrerá de forma gradual. Nos três primeiros meses, a meta será de 16 atendimentos mensais; do quarto ao sexto mês, de 31 atendimentos; e, a partir do sétimo mês, será alcançada a capacidade plena de 52 atendimentos por mês.

No momento, o Estado já trabalha nos trâmites para início da operação.

Qualidade e segurança

O serviço também contará com retaguarda de urgência e emergência 24 horas por dia, sete dias por semana, para oferecer suporte aos pacientes em casos de intercorrências, reações ou complicações relacionadas às terapias radioterápicas e braquiterápicas.

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A implantação do serviço fortalece a política de regionalização da assistência do SUS em Mato Grosso e amplia o acesso da população a tratamentos oncológicos de alta complexidade.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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