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Leonardo DiCaprio visita cacique Raoni e segue para o Pantanal em viagem por Mato Grosso

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O ator norte-americano Leonardo DiCaprio está passando alguns dias em Mato Grosso. Durante a estadia no estado, ele visitou o cacique Raoni Metuktire, uma das principais lideranças indígenas do Brasil, em uma aldeia localizada na região de Peixoto de Azevedo, no norte mato-grossense. As informações foram divulgadas pela revista Veja e confirmadas por veículos de imprensa locais.

Após o encontro com o líder indígena, DiCaprio seguiu para o Pantanal acompanhado da namorada, a modelo italiana Vittoria Ceretti, da atriz Laura Harrier e de um grupo de amigos.

Essa é a segunda vez que o ator visita comunidades indígenas no Brasil. Em 2004, ele esteve na Amazônia, no Parque do Xingu, acompanhado da então namorada, a modelo brasileira Gisele Bündchen.

A relação de DiCaprio com pautas ambientais se estende por quase três décadas. O ator atua na defesa da preservação das florestas e dos oceanos, no combate às mudanças climáticas, na proteção da biodiversidade e na conservação de espécies ameaçadas de extinção.

Em 1998, ele criou uma fundação voltada ao financiamento de projetos ambientais. Anos depois, tornou-se um dos fundadores da Re:wild, organização dedicada à conservação da natureza e à proteção de ecossistemas e espécies em diferentes regiões do mundo.

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Além do apoio financeiro a iniciativas ambientais, DiCaprio utiliza sua visibilidade internacional para divulgar campanhas e produções relacionadas à crise climática. A passagem por Mato Grosso reforça o interesse do ator por áreas de preservação ambiental e pela cultura dos povos originários.

 

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Mato Grosso

Mauro Mendes atribui morte de motociclista em Cuiabá à impunidade e defende penas mais duras

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Ex-governador e candidato ao Senado, Mauro Mendes

O candidato ao Senado Mauro Mendes afirmou que o atropelamento que matou o motociclista Paulo Messias Simão Costa, de 23 anos, na madrugada deste domingo (30/08), em Cuiabá, é resultado da impunidade que assola o país. Ele reforçou sua defesa por leis mais duras para evitar tragédias. O motorista responsável pelo crime é um homem de 22 anos, sem CNH, embriagado, que foi expulso de uma boate, saiu dirigindo uma BMW em alta velocidade, atingiu dois motociclistas e matou um deles na hora.

“Mais um retrato do Brasil da impunidade. As pessoas continuam matando, acreditando que não vai acontecer nada. Isso aconteceu neste fim de semana aqui em Cuiabá”, lamentou. Para Mauro, a sensação de que a punição será branda contribui para que motoristas assumam comportamentos de risco.

Conforme informações da Polícia Militar, o motorista de uma BMW azul atingiu primeiro uma motocicleta na Avenida Isaac Póvoas, no cruzamento com a Avenida Presidente Marques. O condutor da moto sofreu cortes no tornozelo e no braço. Na sequência, o mesmo veículo seguiu pela avenida e, no cruzamento com a Rua Joaquim Murtinho, bateu na motocicleta conduzida por Paulo Messias, que morreu no local.

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Após a colisão, o motorista abandonou a BMW em frente ao Hospital Municipal Santa Casa e fugiu a pé. A ocorrência foi registrada pela Polícia Militar como morte consumada, danos materiais decorrentes de acidente de trânsito, omissão de socorro e lesão corporal. O veículo foi encaminhado ao pátio da Semob por estar com a documentação em atraso.

Para Mauro, a possibilidade de uma punição que resulte em poucos anos de prisão não corresponde à gravidade de uma morte.

“Esse cidadão, esse elemento, esse criminoso fez isso porque acredita na impunidade. Ele acha que pode beber, sair dirigindo em alta velocidade e que nada vai acontecer. Nós precisamos mudar as leis deste país e fazer com que as pessoas tenham medo da pena”, disse.

O candidato defendeu mudanças na legislação para aumentar a responsabilização em casos como o ocorrido em Cuiabá, além do endurecimento das penas como forma de ampliar a percepção de que os delitos terão consequências.

“Não pode ser condenado a 12 ou 15 anos por ter matado alguém, cumprir apenas um sexto da pena, passar três anos na cadeia e estar aí na rua, enquanto aquele cidadão de bem nunca mais vai sair do cemitério. Defendo que as leis sejam mais duras para casos como esse e para qualquer crime neste país.”

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