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Agente policial comemora aniversário com mais de 35 anos dedicados a segurança na fronteira

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Por João Arruda | Cáceres

Neste domingo (10.05), a família do policial civil Luís Afonso Rodrigues de Carvalho festejou seus 63 anos, juntamente com colegas de profissão. Durante 35 anos, Carvalho, como é conhecido, dedicou-se ao trabalho na área de segurança na complexa região de fronteira com a Bolívia, no município de Cáceres – a 210 quilômetros oeste de Cuiabá –, onde atuou em diversas unidades com várias ações durante esse tempo.

Carvalho é natural de Poconé, município vizinho a Cáceres, com muita semelhança cultural, pois ambos situam-se na Planície Pantaneira. Daí a facilidade de adaptação. Em Cáceres, casou-se com a escrivã Ana Teresa Silva Carvalho, tendo dois filhos.

Deixou a corporação para a aposentadoria. É bastante conhecido na cidade, onde cultivou amizades, apesar da profissão um tanto espinhosa.

Quando chegou a Cáceres, a área de segurança registrava um crescente número de roubos a carretas, com quadrilhas agindo em dois pontos – Serra do Mangaval e Serra da Criminosa –, ambas na Rodovia Federal BR-070, bastante próximas uma da outra.

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Nesse período, ocorreram chacinas com grande repercussão no estado e fora dele.

Carvalho cita que sempre buscou agir com isenção de ânimo em todas as situações; nunca, segundo ele, “comprou dores de vítimas”. Ele acredita que essas ações discretas fizeram crescer seu conhecimento e lhe renderam o reconhecimento da população cacerense quanto ao seu trabalho.

Amante do Cururu e do Siriri, é um dos festeiros do Grupo Cultural Pau de Novateiros e das Festas de São Benedito e São Sebastião, que se realizam anualmente na Província Serrana, região da Piraputanga e Ponta do Morro, em Cáceres.

João Arruda é jornalista, geógrafo e pesquisador em Cáceres, é filho,  neto, bisneto de brancos com duas avós uma Bororo e outra Guató.

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Emoção marca despedida do suboficial Clímaco da Agência Fluvial de Cáceres

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Por João Arruda | Cáceres

A secular Agência Fluvial de Cáceres, organização militar, celebrou com honras a transferência para a reserva remunerada de um dos seus componentes mais laureados e carismáticos em toda a Marinha do Brasil. Trata-se do suboficial Everaldo Clímaco, que completou seu tempo de serviços à Armada Brasileira. A cerimônia ocorreu anteontem (06/05), no município de Cáceres, a 210 quilômetros a oeste de Cuiabá, e foi presidida pelo capitão Stenio Lacerda.

A Marinha do Brasil foi criada pela Inglaterra, segue as tradições navais inglesas. Nesse hiato, o toque do apito ecoou no Centro Histórico da cidade, com as duas notas “lá e mi”, chamado “Toque Especial para o Mar” (vide vídeo), celebrando a carreira vitoriosa do militar Clímaco. Até um pássaro joão-de-barro gorjeou do alto da árvore louro-preto, como se também festejasse a ida dele à reforma.

Nascido em Porto Seguro, no estado da Bahia, desposou ainda adolescente o sonho de ingressar na Gola. Tão logo completou a idade, concorreu a uma vaga na escola chamada Centro de Adestramento da Ilha de Marambaia, em Mangaratiba, no estado do Rio de Janeiro, isso em fevereiro de 1998.

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Desde então, correu o país, ora embarcado em navios, submarinos ou em organizações em terra. Clímaco também esteve nos mares além, conhecendo outras nações mundo afora.

Até que foi designado a servir na conceituada Agência Fluvial de Cáceres, onde adaptou-se à cidade, colecionando incontáveis amigos. Torcedor do Vasco, é músico percussionista arraigado ao samba.

Recebeu elogios do seu comandante Stenio Lacerda, cumprimentos dos amigos. O Navio-Escola Piquiri fez soar a buzina como saudação ao Clímaco, paralelamente ao apito. Companheiros de farda prestigiaram. O suboficial Clodoaldo, hoje na reserva, exerce a função na Seduc de inspetor militar na Escola Estadual Cívico-Militar São Luiz. Ainda pelo 66° Batalhão de Infantaria Motorizada em Cáceres, o sargento Alves também se fez presente.

Casado com a carioca Cláudia Cavalcante Nascimento Clímaco, é pai de dois filhos: Ayko e Nikolas Cavalcante Clímaco.

Agora aposentado, está em dúvida se permanece na Princesinha do Paraguai ou regressa ao Rio de Janeiro. “Eu ainda não decidi, gostei tanto de Cáceres, da sua gente pantaneira, hospitaleira, que estou pensando em permanecer aqui nesta bela cidade de Mato Grosso. Para mim, uma das mais lindas do país; tem tudo: rios, cachoeiras, serras, matas. E o mais admirável, o povo é muito acolhedor”, pontuou Clímaco, convidando os amigos para outra comemoração no movimentado Bar do Juninho, batizado de “Reduto dos Flamenguistas”, em tom bem-humorado. Lascou esta: “local ideal para vascaíno festejar em campo do adversário”, brincou.

João Arruda é jornalista, geógrafo e pesquisador em Cáceres, é filho,  neto, bisneto de brancos com duas avós uma Bororo e outra Guató.

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