Mato Grosso
MT Iluminado ultrapassa 350 mil luminárias instaladas em 132 municípios
O Governo de Mato Grosso já instalou 353.495 luminárias de LED em todo o Estado. As lâmpadas fazem parte do programa MT Iluminado, que tem o objetivo de fazer com que todas as vias públicas de Mato Grosso sejam iluminadas com a tecnologia LED.
No total, o Governo de Mato Grosso adquiriu 425.454 luminárias e já entregou 370.094 para os 132 municípios que participam do programa. O investimento para modernizar o parque de iluminação pública do Estado chega a quase R$ 180 milhões.
Esse número deve aumentar nas próximas semanas, uma vez que a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) firmou novos convênios com a Empresa Cuiabana de Limpeza Urbana (Limpurb) para a instalação das lâmpadas de LED na Capital.
Até o momento, Cuiabá retirou 29.042 luminárias e instalou 24.900. Com os novos convênios, o total de luminárias vai chegar em 77.207. Com o avanço da instalação dos novos pontos de iluminação na Capital, quase 100% dos equipamentos adquiros pelo Estado vão estar em utilização.
A instalação das luminárias é feita por meio de convênios firmados entre as prefeituras e o Estado. Os municípios apresentam os projetos, retiram as luminárias adquiridas pelo Governo e ficam responsáveis pela instalação dos equipamentos.
As luminárias de LED adquiridas pelo Governo são o que há de mais moderno em tecnologia para iluminação pública. Elas são mais econômicas e eficientes, garantindo uma melhor iluminação com menor gasto energético.
As luminárias fornecidas têm potências de 50W, 100W, 150W e 200W, atendendo às diferentes necessidades de vias urbanas e áreas públicas. O programa MT Iluminado é desenvolvido em parceria entre a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) e a MT PAR.
Mato Grosso
Ferrovia que liga Mato Grosso ao Norte e Nordeste fica pronta este ano
A Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (FICO) segue em ritmo de avanço e deve ter cerca de 290 quilômetros de sua infraestrutura concluída até o fim de 2026, segundo informou a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) nesta sexta-feira (08.05). O empreendimento é considerado uma das principais obras logísticas do país e integra o Corredor Ferroviário Leste-Oeste, com impacto direto para Mato Grosso.
Dos 366 quilômetros previstos no traçado total, a previsão é de que a maior parte esteja pronta ainda este ano, fortalecendo a conexão do estado com os portos do Norte e do Nordeste. A ferrovia é apontada como estratégica para ampliar a capacidade de escoamento da produção agroindustrial do Centro-Oeste, especialmente da produção mato-grossense.
O andamento da obra foi discutido em reunião realizada nesta semana, que reuniu representantes do Governo Federal, da ANTT, da Infra S.A., do Tribunal de Contas da União (TCU), do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), do setor ferroviário e da iniciativa privada. O encontro, intitulado “FICO – Realizações 2025 e Perspectivas 2026”, teve como foco o acompanhamento do cronograma e o alinhamento das prioridades para o próximo ano.
O trecho FICO 1 liga Mara Rosa, em Goiás, a Água Boa, em Mato Grosso, e faz parte de uma nova estrutura logística voltada à integração entre regiões produtoras do Centro-Oeste e do Matopiba com os portos do Norte e Nordeste, especialmente o Porto Sul, na Bahia. Segundo a ANTT, a entrega da superestrutura do Lote 1 está prevista para outubro e representa o primeiro grande marco físico da ferrovia.
Durante a reunião, a representante da Vale, Daniella Barros, destacou que o projeto vem sendo construído de forma conjunta entre os órgãos públicos e a iniciativa privada. Para ela, a articulação institucional é decisiva para o andamento da obra e para a consolidação do corredor ferroviário.
O diretor-geral da ANTT, Guilherme Theo Sampaio, também ressaltou a importância do diálogo entre as instituições envolvidas. Segundo ele, a cooperação entre os diferentes agentes tem sido fundamental para garantir segurança jurídica, atrair investimentos e transformar planejamento em execução.
Além de reforçar a logística regional, a FICO se conecta à Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL) e à Ferrovia Norte-Sul, formando uma alternativa estratégica para o transporte de cargas no país. Estudos elaborados pela Infra S.A. indicam que cerca de 80% da demanda prevista será composta por granéis sólidos vegetais.
Dentro desse volume, a soja deve liderar a movimentação, com aproximadamente 46% da demanda projetada, seguida pelo milho, com 28,5%, fertilizantes, com 15,3%, e farelo de soja, com 6,2%. As projeções apontam crescimento médio anual de 1,9% até 2060, quando o corredor poderá alcançar a marca de 41 milhões de toneladas úteis transportadas.
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