POLÍCIA
Polícia Civil participa de encontro promovido pela Abin sobre prevenção a ataques extremistas violentos em escolas
A Polícia Civil de Mato Grosso participou, nesta terça-feira (06.5), do Evento Sisbin Centro-Oeste 2026, promovido pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin), em Cuiabá, com foco no tema “Ataques Extremistas Violentos em Escolas”.
O encontro reuniu representantes de órgãos de inteligência, segurança pública e instituições de ensino de toda a região Centro-Oeste, no Hotel Fazenda Mato Grosso, para debater estratégias de prevenção, monitoramento e enfrentamento a ameaças extremistas em ambientes escolares.
Representando a Polícia Civil de Mato Grosso, participaram policiais da Diretoria de Inteligência, da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), da Delegacia de Pontes e Lacerda e da Delegacia Especializada de Fronteira (Defron).
O evento integra as ações do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin), coordenado pela Abin, e contou com palestras, painéis temáticos e apresentações técnicas voltadas à prevenção da violência extremista nas escolas, além da troca de experiências entre instituições de segurança, educação e inteligência.
Durante a programação, especialistas abordaram temas relacionados à atuação da inteligência de Estado na prevenção de ataques violentos em escolas, monitoramento de ambientes virtuais, radicalização na internet, proteção escolar e ações integradas entre órgãos públicos.
Entre os palestrantes estiveram representantes da Abin, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), além de integrantes da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e de secretarias estaduais e municipais de educação.
O evento também debateu o papel dos municípios e do parlamento na formulação de políticas públicas voltadas à segurança escolar e prevenção ao extremismo violento.
Escola Segura
A Operação Escola Segura é uma ação que atua de forma integrada ao Programa Escola que Protege, a fim de garantir um ambiente escolar seguro vinculado e coordenado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a iniciativa desenvolve ações preventivas e repressivas 24 horas por dia em pareceria com a SaferNet Brasil e o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC).
Em Mato Grosso, a Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) é o ponto focal das ações no estado e também esteve presente no encontro nacional da Operação Escola Segura, realizado no mês de março, em Brasília (DF.
Segundo o delegado titular da DRCI, Sued Dias, a participação da Polícia Civil no encontro reforça a importância da integração entre os órgãos de inteligência e segurança pública no enfrentamento de ameaças que colocam em risco a comunidade escolar, especialmente diante do crescimento de conteúdos extremistas disseminados em ambientes digitais.
“A atuação conjunta entre as unidades especializadas da Polícia Civil e os demais órgãos integrantes do Sisbin busca fortalecer ações preventivas, ampliar o compartilhamento de informações estratégicas e aprimorar mecanismos de resposta rápida diante de possíveis ameaças”, destacou o delegado.
Fonte: Policia Civil MT – MT
POLÍCIA
PF mira garimpo ilegal e bloqueia R$ 1,9 milhão em operação
A Polícia Federal cumpriu, nesta quinta-feira (7), mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão em Parauapebas (PA) e Boa Vista (RO) para combater a extração e a comercialização ilegais de ouro na Terra Indígena Sararé, em Mato Grosso. A investigação aponta atuação de um grupo criminoso estruturado para gerir frentes de garimpo clandestino na região.
Ao todo, foram cumpridas cinco ordens judiciais expedidas pela 5ª Vara Federal da Seção Judiciária de Mato Grosso. Além disso, a Justiça também autorizou o sequestro de bens e o bloqueio de mais de R$ 1,9 milhão pertencentes aos investigados.
As apurações tiveram origem em um flagrante realizado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), quando um dos suspeitos foi preso com 460 gramas de ouro extraídos da terra indígena. O material foi avaliado em cerca de R$ 171 mil.
Com o avanço das investigações, a PF identificou indícios da existência de associação criminosa voltada à exploração ilegal do minério em território mato-grossense. O foco agora é analisar os elementos reunidos durante o cumprimento das ordens judiciais para confirmar as suspeitas iniciais e localizar outros possíveis financiadores da atividade.
A operação reforça o cerco do sistema de segurança e Justiça contra o garimpo ilegal em Mato Grosso, especialmente em áreas indígenas, onde os impactos ambientais e sociais costumam ser mais graves.
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