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POLÍTICA NACIONAL

Projeto de Jayme Campos quer facilitar crédito a jovens e idosos empreendedores

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Senador Jayme Campos

O senador Jayme Campos (União-MT) anunciou, nesta terça-feira (28), a apresentação de um Projeto de Lei voltado ao estímulo do empreendedorismo entre jovens e idosos no Brasil. A proposta busca ampliar o acesso ao crédito para dois segmentos que, segundo o parlamentar, têm papel estratégico no desenvolvimento econômico e social do país, mas ainda enfrentam barreiras para empreender.

O projeto prevê condições mais favoráveis no âmbito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). Entre as medidas defendidas por Jayme Campos estão a prioridade na contratação de empréstimos e a possibilidade de prazo de até 72 meses para quitação das operações.

“Ao incentivar o empreendedorismo entre jovens e idosos, estamos abindo portas para a geração de renda, a redução das desigualdades e a construção de um Brasil mais justo e próspero”, disse o senador mato-grossense.

Autor do Projeto de Lei que aumenta o limite anual de faturamento do MEI de R$ 81 mil para R$ 130 mil, Campos ressaltou que os jovens costumam encontrar dificuldades no acesso ao crédito tradicional por falta de histórico financeiro, garantias reais e experiência empresarial. Para ele, facilitar o financiamento a esse público significa estimular a criação de novos negócios, promover inovação e contribuir para a redução do desemprego juvenil.

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“Os jovens têm energia, criatividade e disposição para inovar. O que falta, muitas vezes, é oportunidade concreta para transformar boas ideias em negócios sustentáveis”, afirmou Jayme Campos.

O parlamentar também destacou a importância de incluir a população idosa nas políticas de fomento ao empreendedorismo. Ele ressaltou que muitos idosos enfrentam obstáculos para retornar ao mercado formal de trabalho e veem no empreendedorismo uma alternativa para complementar renda, manter autonomia econômica e aplicar a experiência acumulada ao longo da vida. O último Censo do IBGE apontou que cerca de 16% da população brasileira — aproximadamente 33 milhões de pessoas — têm 60 anos ou mais.

Campos também ressaltou a relevância do Pronampe para a economia nacional. Somente no ano passado, o programa movimentou mais de R$ 18 bilhões em contratações para micro e pequenas empresas em todo o país. Para Jayme Campos, a iniciativa reforça uma das principais diretrizes de seu mandato: a defesa da geração de emprego e renda como instrumento de inclusão social.

“O emprego é o melhor programa social. É por meio do trabalho digno que o cidadão conquista autonomia, sustenta sua família e contribui para o desenvolvimento do país”, declarou.

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O senador afirmou ainda que os brasileiros não buscam privilégios, mas oportunidades. Na avaliação dele, o país precisa reduzir a burocracia, tornar o Estado mais eficiente, diminuir desperdícios, aliviar a carga tributária e criar um ambiente econômico mais simples, previsível e favorável à produção e à inovação.

“Um ambiente econômico favorável é essencial para que o talento e a capacidade empreendedora do nosso povo floresçam em todas as regiões do país”, concluiu..

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POLÍTICA NACIONAL

Sessão pelos 30 anos do UOL aponta jornalismo contra desinformação

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Senadores e deputados homenagearam, nesta quarta-feira (29), os 30 anos do Portal UOL, que publica conteúdo na internet desde 1996. Os participantes da sessão solene do Congresso, realizada no Plenário do Senado, apontaram o jornalismo profissional como solução para o combate às informações falsas ou de veracidade questionável.

O requerimento para a realização da homenagem (REQ 12/2026 – Mesa) foi do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG), que afirmou ser “usuário assíduo” do portal. Pacheco disse que o UOL é um “marco do jornalismo” pelo pioneirismo na internet.

— A era digital transformou a maneira como consumimos conteúdo. Isso é absolutamente fundamental para o fortalecimento da cidadania. Por outro lado, trouxe também grande profusão de informações das mais variadas fontes, que muitas vezes podem trazer desinformação. Ao nos depararmos com canais confiáveis de jornalismo profissional, precisamos enaltecer esses veículos.

Intolerância

A deputada Tabata Amaral (PSB-SP), que também requereu a comemoração, afirmou que o jornalismo on-line permitiu uma maior participação dos leitores.

— Para além de receber informação, brasileiros já queriam, 30 anos atrás, produzir, comentar, conversar, ser parte da notícia. A audiência precisava ter voz, e vocês foram um dos primeiros a reconhecerem isso.

O senador Omar Aziz (PSD-AM) disse que a alta conectividade levou pessoas a confundir “liberdade de expressão com libertinagem na internet, onde todos podem agredir a todos”. 

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— Infelizmente, hoje as redes sociais estragam a mente das pessoas. Uma pessoa coloca um trecho da Bíblia, uma coisa falando de Deus, e daqui a pouco o cara está lá comentando: “tomara que você morra”.

O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) avaliou que o “mundo se tornou mais caótico” nos últimos 15 anos, em razão dos algoritmos que determinam como as redes sociais funcionam. O resultado é uma “democracia em xeque”, disse o senador.

— [Isso] transformou a política em um universo em que a crença pessoal é mais importante do que a ciência do que os fatos. Esse tipo de sociedade deu espaço para uma política em que a emoção vale mais. Isso tem consequência direta sobre a ascensão de populismo. 

Atuação dos jornalistas

O colunista do UOL, Josias de Souza, disse que a democracia depende da “sanidade dos cidadãos”, obtida por meio de um jornalismo comprometido.

— O jornalismo deve servir ao interesse da coletividade. A apartidarismo não se confunde com a neutralidade diante dos fatos. É a independência diante do poder, liberdade de criticar e de questionar —, disse o jornalista.

Na avaliação do diretor de conteúdo do UOL, Murilo Garavello, os jornalistas devem ajudar as pessoas a digerirem as notícias, selecionar o que importa e investigar “o que querem esconder”.

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— O mundo está cada vez mais fragmentado, mais polarizado, mais barulhento. Corremos o risco de navegar sem bússola no mar de informação, de inutilidade e de desinformação, sem saber em quem confia. Em meio a esse caos, o jornalismo profissional é essencial.

UOL

Vice-presidente de Áreas Corporativas do Grupo UOL, Maria Judith de Brito afirmou que participou do grupo que criou o portal. Ela lembrou que a empresa é faz parte do Grupo Folha, responsável pelo jornal Folha de S. Paulo, mas com gestão própria. Ainda assim, os princípios de jornalismo continuam os mesmos: credibilidade, ética, pluralidade e independência.

O diretor-presidente do UOL, Paulo Samia, afirmou que cerca de 90% dos “brasileiros conectados todos os meses”, mais de R$ 70 milhões de pessoas. Os acessos se referem aos serviços do Grupo UOL, que incluem jornalismo, entretenimento e educação.

Também participaram da sessão os diretores do UOL Alexandre Gimenez e Carol Elizabeth Reikdal Conway.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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