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POLÍCIA FEDERAL

FICCO/RJ captura foragido por contrabando de cigarros em Magé

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Rio de Janeiro/RJ. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Rio de Janeiro (FICCO/RJ) prendeu, na terça-feira (28/4), um foragido da Justiça. A prisão ocorreu na Rodovia Rio–Teresópolis, no município de Magé.

O investigado era procurado desde dezembro de 2025, quando foram cumpridas medidas judiciais contra integrantes de grupo criminoso envolvido com transporte de carga ilícita. De acordo com apurações, ele atuava como condutor de veículo responsável por auxiliar na segurança do carregamento durante o deslocamento.

As investigações tiveram início após apreensão de um veículo de carga roubado, que transportava material ilícito. A ação foi realizada pela Polícia Rodoviária Federal em dezembro de 2024, no interior do estado. Na ocasião, duas pessoas foram presas em flagrante.

O homem foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça. Ele poderá responder pelos crimes de contrabando e de organização criminosa.

A FICCO/RJ é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Civil, pela Polícia Militar, pela Polícia Penal, pela Receita Federal e pela Polícia Rodoviária Federal.

Leia mais:  FICCO/TO desarticula infiltração de organização criminosa no sistema de justiça

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected] 
(21) 2203-4404

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra operação contra fraudes em levantamentos de precatórios no DF

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Brasília/DF. A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (29/4), a Operação Fides Corrupta, com o objetivo de apurar fraudes em levantamentos de valores vinculados a depósitos judiciais no Distrito Federal.

Na ação, são cumpridos três mandados de busca e apreensão em endereços de investigados, entre eles dois advogados e um empregado da Caixa Econômica Federal. As investigações tiveram início após a comunicação de saque irregular por uma das vítimas. 

Até o momento, foram identificados 52 levantamentos de depósitos judiciais com indícios de fraude, todos atribuídos ao mesmo grupo, com prejuízo superior a R$ 1,5 milhão. Também foi determinado o bloqueio judicial de valores vinculados aos investigados, até o limite do prejuízo apurado. 

Os investigados poderão responder pelos crimes de estelionato qualificado, falsificação de documentos, inserção de dados falsos em sistema, falsidade ideológica, uso de documento falso e associação criminosa. As investigações prosseguem para identificar outros possíveis envolvidos.

Comunicação Social da Polícia Federal no Distrito Federal
Contato: (61) 2024-7557 / 2024-7666

Fonte: Polícia Federal

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Leia mais:  PF, CGU e MPF atuam contra fraudes em contratos de hospitais no Pará
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