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Mato Grosso

Governo do Estado investe R$ 1,8 bilhão em mais de 4 mil km de asfalto dentro das cidades

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O Governo de Mato Grosso já investiu R$ 1,8 bilhão em obras de asfalto urbano em diversos municípios do Estado. As obras são realizadas por meio de convênios firmados entre a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) e as prefeituras.

Dessa forma, o Estado repassa recursos para os municípios, que entram com um valor de contrapartida e ficam responsáveis pela execução das obras. Até o momento, os convênios foram responsáveis por obras em mais de 4 mil quilômetros de asfalto dentro das cidades.

Foram 431 convênios firmados com 134 municípios e dois consórcios intermunicipais. Do total de R$ 1,7 bilhão investido, R$ 1,4 bilhão corresponde a recursos transferidos pela Sinfra, sendo o valor restante correspondente aos municípios.

Os convênios são firmados tanto para obras de asfalto novo, acabando com as ruas de chão, quanto para obras de recuperação da malha viária. Nessa modalidade, o asfalto já deteriorado é recuperado ou recebe uma nova camada para garantir mais conforto e qualidade de vida aos moradores.

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Um total de 30,2 milhões de m² de vias urbanas já foi beneficiado pelos convênios firmados pelo Governo do Estado. Ao contrário das rodovias, que têm uma largura padrão de 8,8 metros e cujo asfalto é medido em quilômetros, o asfalto urbano é medido em metros quadrados, uma vez que as ruas têm larguras diferentes, algumas com menos de 4 metros e outras chegando a mais de 15 metros.

Mesmo assim, é possível estimar que essa quantidade de asfalto corresponde a aproximadamente 4.324 km de asfalto executado dentro das cidades.

Em Barra do Garças, por exemplo, o investimento na melhoria do asfalto das ruas da cidade chega a R$ 49,7 milhões. Um dos locais beneficiados é o bairro Jardim Nova Barra, que está sendo asfaltado em parceria pelo governo e pela prefeitura.

A aposentada Conceição Martins, que mora no bairro, relata as melhorias: “O asfalto é muito eficiente para as pessoas que precisam sair de casa ou para chegar. Para quem tem carro ou moto, ou mesmo para quem anda a pé. Era muito difícil antes: quando chovia, havia muita lama; quando fazia sol, havia muita poeira”, afirma a moradora.

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O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, lembra que o investimento em parceria com os municípios foi uma decisão estratégica do Governo do Estado.

“Os principais problemas estão dentro das cidades. Então, desde 2019, o Estado decidiu realizar essa parceria com as prefeituras, para conseguir realizar mais obras e resolver os principais problemas dos cidadãos mato-grossenses, trazendo mais qualidade de vida para todos”, conclui.

 

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Mato Grosso

Cidinho Santos critica fim da escala 6×1 e defende negociação direta entre empresas e trabalhadores

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Ex-senador e CEO do Grupo MC, Cidinho Santos

O ex-senador e CEO do Grupo MC Empreendimentos e Participações, Cidinho Santos, entrou no debate sobre o fim da escala 6×1 com críticas ao que classificou como “demagogia” e reforçou a defesa da livre iniciativa nas relações de trabalho. Ele citou como exemplo o frigorífico dele União Avícola, em Nova Marilândia, onde afirma que mais de 90% dos colaboradores já atuam no regime 5×2, adotado a partir de negociação direta entre empresa e equipe.

“A discussão sobre o fim da escala 6×1 precisa sair do campo da demagogia e ser trazida para a realidade. E por isso resolvi me posicionar. Na nossa empresa, por exemplo, mais de 90% da equipe já trabalha no regime 5×2, respeitando sempre a negociação direta entre o colaborador e a empresa. Isso é fruto de diálogo, não de imposição governamental”, disse em postagem nas redes sociais no feriado de Tiradentes, em 21 de abril.

No vídeo, o empresário mostrou a rotina de trabalho na unidade e destacou a flexibilidade na organização das jornadas, incluindo acordos para troca de dias de folga conforme a necessidade dos colaboradores.

“Estamos aqui no frigorífico com os nossos colaboradores todos trabalhando. E hoje é feriado. Mas eles, como acordo, trocaram o dia de ontem para o dia de hoje. Aproveitaram o final de semana, ter uma folga mais estendida, e hoje estão trabalhando. Isso que nós queremos falar da liberdade entre patrões e empregados para negociar”.

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Cidinho afirmou que mudanças impostas pelo governo na jornada de trabalho não refletem a realidade das empresas e dos trabalhadores, defendendo que esse tipo de definição deve ocorrer no ambiente interno das organizações, com participação dos próprios colaboradores e, quando necessário, dos sindicatos.

“O governo não deveria interferir na liberdade de quem produz e de quem trabalha. Se o objetivo fosse realmente ajudar o trabalhador, ao invés de populismo e manipulação em período eleitoral, deveriam focar no que faria a diferença real no dia a dia.”

Entre as prioridades que, segundo ele, deveriam estar no foco das políticas públicas, estão a liberação recorrente do FGTS, melhores condições de moradia, ampliação de creches e avanços na saúde, especialmente para mulheres e gestantes.

O empresário também alertou para os impactos econômicos de mudanças na jornada sem considerar a dinâmica da produção, afirmando que isso pode elevar custos e pressionar preços.

“Além disso, mudar a escala de trabalho sem olhar para os impactos na produção tem um efeito colateral cruel: o aumento dos preços dos produtos. No fim das contas o maior prejudicado – e quem pagará essa conta – será o próprio trabalhador. A verdade é simples: quando se aumenta o custo de produção à força, os preços sobem e o ‘benefício’ some. Que tenhamos menos política de rede social e mais soluções reais para o Brasil”.

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