Mato Grosso
Mayran Beckman assume Sedec e Adriana Rodrigues o Gabinete Militar
O governador Otaviano Pivetta anunciou, nesta terça-feira (7.4), que a contadora e atual presidente da Desenvolve MT, Mayran Beckman, irá comandar a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec). Já o Gabinete Militar será gerido pela sargento da Polícia Militar, Adriana Rodrigues.
Com as duas novas gestoras, já chega a três o número de mulheres indicadas pelo governador Otaviano Pivetta para compor sua equipe de secretários.
“As duas são mulheres de muita competência e que tenho certeza de que irão desempenhar a função com eficiência”, afirmou o governador.
Mayran atua como diretora-presidente da Desenvolve MT desde 2023. Foi a primeira mulher a comandar a agência de fomento. Antes já tinha desempenhado a função de gerente de Recuperação de Crédito e superintendente Financeira da instituição, gerindo as linhas de crédito da agência, mais especificamente ao trade de turismo. Mayran também trabalhou na construção e implantação do Fundo de Aval do Governo do Estado – MT Garante.
Já Adriana estava na função de chefe de gabinete da Vice-Governadoria, desde 2021. Esta é a primeira vez que uma mulher chefia o Gabinete Militar do Estado de Mato Grosso.
Ela iniciou a carreira na Polícia Militar do Estado de Mato Grosso em 2008. A nova chefe do Gabinete Militar é também mestre em Matemática, graduada em Direito e especialista em Libras e educação inclusiva.
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Otaviano Pivetta também irá anunciar esta semana os nomes que assumirão a chefia das Secretarias de Estado de Educação (Seduc), de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) e do Escritório de Mato Grosso em Brasília (Sermat).
Mato Grosso
Ex-governador e deputado se tornam réus por corrupção em concessão de rodovia
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu receber, de forma parcial, a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-governador de Mato Grosso Silval Barbosa e o deputado estadual Ondanir Bortolini, o Nininho. Com a decisão, os dois passam a responder, respectivamente, pelos crimes de corrupção passiva e ativa.
O processo apura um suposto esquema de pagamento de R$ 7 milhões em propina pela concessionária Morro da Mesa para viabilizar a assinatura do contrato de concessão da rodovia MT-130, em 2011. Segundo o MPF, o valor teria sido repassado por meio de 21 cheques, usados para quitar dívidas pessoais do então governador.
Durante a sustentação oral, a subprocuradora-geral da República Luiza Frischeisen apresentou os detalhes da investigação e afirmou que os fatos ocorreram entre janeiro e julho de 2001. Nesse período, o ex-deputado e o então diretor da concessionária, Eloi Bruneta, teriam procurado Silval Barbosa no Palácio Paiaguás para pedir agilidade na assinatura do contrato.
“Em reunião reservada, Silval pediu ajuda para quitar dívidas pessoais em troca da referida concessão e, posteriormente, Bortolini ofereceu o pagamento de R$ 7 milhões, que foram aceitos”, relatou a subprocuradora.
Por unanimidade, os ministros aceitaram a denúncia no trecho referente aos crimes de corrupção, mas afastaram a acusação de lavagem de dinheiro. Segundo o entendimento da Corte, não há indícios suficientes de que tenha havido tentativa de ocultar a origem dos valores supostamente obtidos de forma ilícita.
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