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Mato Grosso

Polícia Civil prende mais de 30 na 2ª fase da Operação Devastate

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira, a segunda fase da Operação Devastate, resultando no cumprimento de 65 ordens judiciais em seis municípios do estado. A ação mirou facções criminosas e, até o momento, mais de 20 pessoas foram presas e diversos aparelhos celulares apreendidos.

Do total de mandados expedidos pela Justiça, 39 são de prisão preventiva e 26 de busca e apreensão domiciliar. As equipes policiais atuaram simultaneamente nas cidades de Rosário Oeste, Campo Verde, Lucas do Rio Verde, Brasnorte, Nortelândia e Cuiabá.

Os alvos da operação são investigados por envolvimento direto com organizações criminosas que atuam na região de Rosário Oeste e que possuem conexões nos demais municípios envolvidos. A ação tem como objetivo desarticular a estrutura e o funcionamento desses grupos.

A Polícia Civil contou com a parceria estratégica da Secretaria de Justiça (Sejus), responsável pela custódia dos presos para as audiências, e recebeu apoio da Diretoria Metropolitana, da Diretoria do Interior e da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), evidenciando a força-tarefa mobilizada para a operação.

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Após o cumprimento dos mandados, todos os detidos foram encaminhados às delegacias competentes para a realização dos procedimentos legais. Em seguida, serão colocados à disposição da Justiça.

Esta segunda fase da Operação Devastate dá continuidade às investigações iniciadas em 2024, quando a primeira etapa da ação policial cumpriu 28 ordens judiciais, também com foco no combate a facções criminosas. A iniciativa reforça o compromisso das forças de segurança do estado na repressão ao crime organizado.

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Mato Grosso

Operação “Energia Limpa” detém 19 pessoas por furto de energia

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Uma operação conjunta com foco no combate aos crimes de furto de energia foi deflagrada pelas forças de segurança em parceria com a Energisa, entre os dias 28 a 30 de janeiro, resultando em 19 pessoas conduzidas em Cuiabá.

A operação Energia Limpa teve como alvo 33 pontos, identificados pela concessionária responsável pela distribuição de energia e previamente mapeados na capital. A iniciativa reuniu mais de 200 profissionais da Polícia Civil, Polícia Militar, Politec e Energisa.

A operação já havia sido realizada na capital em 2025 e foi retomada neste ano como parte de uma estratégia permanente de enfrentamento ao crime. Ao longo dos meses, a força-tarefa também realiza diversas ações em todo o estado.

O foco da operação é identificar, interromper e responsabilizar esquemas de ligações clandestinas, fraudes em medidores e outras práticas ilegais que caracterizam o furto de energia. Além de ser crime previsto em lei, esse tipo de irregularidade compromete a segurança da população, sobrecarrega a rede elétrica e provoca prejuízos que recaem sobre toda a sociedade.

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Durante os três dias de atuação, equipes técnicas e policiais trabalharam de forma integrada, cruzando dados, realizando inspeções em imóveis e efetuando prisões em flagrante. As áreas escolhidas concentram histórico de irregularidades e foram definidas a partir de levantamentos prévios.

Somente no mês de janeiro de 2026, 27 pessoas foram conduzidas por suspeitas de envolvimento em furtos de energia.

Segundo Luciano Lima, gerente de combate a perdas da Energisa, o furto de energia é um crime que coloca vidas em risco e prejudica toda a sociedade. “A operação mostra que o trabalho integrado está cada vez mais eficiente. Não se trata apenas de recuperar energia, mas de garantir segurança, qualidade no fornecimento e justiça para quem paga corretamente. E esse trabalho vai continuar ao longo de todo o ano”, afirmou.

Riscos

As ligações clandestinas aumentam o risco de incêndios, choques elétricos e interrupções no fornecimento, além de impactarem diretamente o custo da energia para os consumidores regulares.

Em janeiro, a Operação Energia Limpa prendeu 27 criminosos, e novas etapas já estão programadas para ocorrer ao longo do ano. A população pode denunciar irregularidades de forma anônima pelos canais oficiais das forças de segurança e da concessionária de energia.

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Energia Limpa

A operação Energia Limpa encerrou 2025 com um balanço de 124 pessoas presas, número 113,8% maior que o registrado em 2024, quando 58 detenções haviam sido contabilizadas.

 

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