POLÍCIA FEDERAL
PF e PC/GO investigam grupo suspeito de transportar drogas em aeronaves
Goiânia/GO. A Polícia Federal a Polícia Civil de Goiás deflagraram, nesta quinta-feira (17/9), a Operação Voo Cancelado. A ação investiga a atuação de grupo criminoso suspeito de transportar drogas da Bolívia para o Brasil mediante aeronaves de pequeno porte.
A ação cumpre 7 mandados de prisão preventiva e 14 de busca e apreensão em municípios de Goiás, de Minas Gerais, do Pará e do Maranhão. A Justiça Federal também determinou medidas de constrição patrimonial, incluindo o sequestro de cinco aeronaves vinculadas ao grupo investigado.
A investigação teve início após a apreensão de, aproximadamente, 150 kg de cocaína transportados por via aérea e desembarcados em Trindade/GO. A partir do compartilhamento de informações com a Denarc, foram identificados indícios de uma estrutura para o transporte de entorpecentes provenientes da Bolívia. No decorrer da apuração, pelo menos cinco aeronaves e seis operações aéreas foram relacionadas ao grupo.
Segundo as investigações, os suspeitos atuavam no financiamento, na disponibilização de aeronaves, no recrutamento de pilotos, na aquisição e no transporte das drogas e na distribuição dos entorpecentes. Também são apurados indícios de ocultação de recursos provenientes do tráfico.
As investigações prosseguem para identificar outros possíveis envolvidos e para esclarecer a extensão da atuação do grupo.
Comunicação Social da Polícia Federal em Goiás
Fone: (62) 3240-9607 / (62) 99216-6260
Fonte: Polícia Federal
POLÍCIA FEDERAL
PF investiga fraudes em contratos de transporte escolar no Rio de Janeiro
Rio de Janeiro/RJ. Nesta quinta-feira (17/9), a Polícia Federal deflagrou a Operação Faixa Amarela, com o objetivo de apurar a possível atuação de organização criminosa em fraudes licitatórias, desvio de recursos públicos, peculato e lavagem de dinheiro relacionados à gestão municipal de Duque de Caxias/RJ.
A ação cumpre 12 mandados de busca e apreensão, em endereços localizados na capital fluminense e em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
A investigação teve início a partir de elementos informativos coletados após análise de aparelho celular apreendido na Operação Anáfora. As possíveis fraudes iniciaram-se em 2020 e foram sucessivamente renovadas, gerando contratos milionários. Somente nos três primeiros anos a quantia superou R$ 62 milhões.
A investigação aponta para a possível atuação coordenada entre empresários, funcionários públicos e terceiros, com indícios de superfaturamento de licitações, desvio de recursos públicos e movimentações financeiras para pagamento de vantagens indevidas, além da ocultação da origem ilícita dos valores obtidos com as fraudes perpetradas.
Os fatos apurados podem caracterizar, em tese, os crimes de organização criminosa, fraude à licitação, peculato e lavagem de dinheiro.
Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected]
(21) 2203-4404
Fonte: Polícia Federal
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