Mato Grosso
Municípios têm até sábado para participar de Diagnóstico de Maturidade Digital do TCE-MT
Os municípios de Mato Grosso têm até este sábado (29) para responder ao Diagnóstico de Maturidade Digital realizado pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), por meio da Comissão Permanente de Transformação Digital e Disrupção (CPT2D), presidida pelo conselheiro Alisson Alencar.
O questionário foi encaminhado aos 142 municípios do estado e busca identificar o nível de maturidade digital das administrações municipais, considerando aspectos como governança, infraestrutura tecnológica, serviços digitais, transparência, proteção de dados, participação social e uso de dados e tecnologias na gestão pública.
De acordo com Alisson Alencar, a participação de todos é fundamental para garantir um diagnóstico amplo e representativo da realidade digital de Mato Grosso e identificar os principais desafios dos municípios e quais caminhos podem ser adotados para avançar na transformação digital.
“Reforço o convite aos municípios para que participem do levantamento. Estamos chegando à reta final e quanto mais municípios responderem, mais completo e representativo será esse diagnóstico. Nosso propósito é conhecer a realidade para orientar, capacitar e apoiar os municípios na construção de uma gestão pública cada vez mais moderna, eficiente e conectada com o cidadão”, destacou o conselheiro.
O questionário deve ser respondido por um servidor indicado pelo município, preferencialmente com apoio das áreas de tecnologia, comunicação, ouvidoria, controle e gestão. O preenchimento leva, em média, de 20 a 25 minutos.
O levantamento tem caráter institucional, colaborativo e orientativo, sem finalidade punitiva. Os dados serão utilizados para identificar boas práticas, desafios e oportunidades de melhoria, subsidiando futuras ações do TCE-MT.
Mato Grosso
Federações esportivas destacam avanços em MT e defendem continuidade dos programas de incentivo
Representantes de federações esportivas de Mato Grosso destacaram, nesta segunda-feira (24.8), a transformação proporcionada pelo Governo do Estado nos últimos sete anos. Além disso, defenderam a continuidade das políticas públicas para ampliar o apoio aos atletas e suas modalidades.
Dentre as melhorias, os dirigentes citaram crescimento no número de atletas, participação em competições nacionais e internacionais, profissionalização das entidades, ampliação estrutural e otimização dos programas de incentivo. O Programa Olimpus foi destacado pelas lidernaças esportivas por oferecer Bolsa Atleta e Bolsa Técnico como suporte à atividade.
O presidente da Federação Mato-Grossense de Kickboxing, Matheus Noya, destacou que o apoio estadual contribuiu para a profissionalização das federações e criou condições para o crescimento das modalidades.
“Antigamente, as federações eram todas amadoras e, por isso, não acontecia nada no nosso Estado. O Governo do Estado fez a gente se profissionalizar. Para fazer algo grandioso, ter um evento bonito, ter atleta e ter Bolsa Atleta, a gente precisa se profissionalizar. Os frutos que estamos colhendo são resultado das portas abertas que vocês deixaram para a gente, mas também porque estamos correndo atrás e representando o nosso Estado”, destacou.
Na ginástica, a presidente da Federação Mato-Grossense de Ginástica, Flávia Zelinda, mostrou como o apoio chegou à base da modalidade. Segundo ela, atualmente cerca de 3 mil crianças praticam ginástica no estado.
“Hoje nós temos três mil crianças fazendo ginástica no estado. Este ano vamos receber o quarto campeonato brasileiro aqui, de tão bem acolhidos. Temos treinadores, bolsistas e atletas bolsistas. Levamos isso para o país inteiro e temos atletas representando o estado no Campeonato Brasileiro e fora do Brasil, conseguindo excelentes resultados. Sem vocês, isso com certeza não estaria acontecendo”, relatou.
No skate, o presidente da Federação Mato-Grossense de Skate, Bob Peron, destacou que a estrutura construída em Cuiabá colocou Mato Grosso no circuito nacional e internacional da modalidade.
“Nós sonhávamos com a pista da Arena Pantanal. Deus nos abençoou com a maior pista de skate da América Latina, no Parque Novo Mato Grosso. Fizemos o maior evento da Confederação Brasileira de Skate e trouxemos uma etapa dos maiores eventos do skate do mundo. Agora, se Deus quiser, vamos ao Rio de Janeiro para uma reunião que pode possibilitar trazer o Mundial para Cuiabá, para Mato Grosso. Onde o senhor imaginava isso? Só gratidão”, celebrou.
No basquete, o presidente da Federação de Basquetebol, Jefferson Prado, destacou o impacto do Programa Olimpus e defendeu a continuidade e ampliação do programa.
“O Bolsa Atleta e o Bolsa Técnico fazem com que o treinador e o atleta continuem a treinar porque sabem que vão poder jogar um campeonato brasileiro, que vão poder competir. Hoje existe uma motivação para continuar treinando, e isso traz resultados nacionais. A continuidade desse programa e até mesmo a expansão dele é de extrema necessidade para a gente continuar avançando cada vez mais”, defendeu.
A necessidade de continuidade também foi apontada pelo representante do futebol americano, que comparou a realidade atual com a enfrentada pela modalidade anos atrás.
“Cinco, seis anos atrás, a gente fazia vaquinha em semáforo para conseguir pagar o ônibus. E, no ano passado, o futebol americano chegou à semifinal do Campeonato Brasileiro e a gente foi campeão. É esse o empenho que a gestão do Governo de Mato Grosso deu para o futebol americano”, relatou.
Pivetta lembrou que a transformação no esporte faz parte de uma política pública iniciada após a reorganização financeira do estado. Segundo ele, a retomada da capacidade de investimento permitiu ampliar a atuação do governo em diferentes áreas.
“Nós organizamos o estado em 2019. Em 2019 e 2020, arrumamos a casa, mudando aquele estado desorganizado, quebrado, para esse estado que hoje é sintonizado com essa sala que vocês estão sendo acolhidos aqui. A partir de 2020, nós começamos a investir em todas as áreas. E no esporte também. Foi uma decisão política”, explicou.
Para o governador, o investimento público precisa gerar resultado concreto na vida da população e ser acompanhado pela continuidade das parcerias com as entidades.
“Nós queremos produzir bem-estar em escala. Esse é o dever do estado. Os recursos que a gente canaliza para a Secel são recursos dos pagadores de impostos, dos nossos contribuintes. Por isso, precisam ser bem aplicados, gerar retorno social e chegar à vida das pessoas. O que eu quero é continuar investindo em políticas públicas que realmente transformem a vida das nossas crianças e adolescentes mato-grossenses”, finalizou.
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