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POLÍCIA

Mulher acusada de matar a própria filha é encontrada morta na cela

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Uma mulher de 27 anos que havia confessado o assassinato da própria filha, uma menina de 1 ano e 8 meses, foi encontrada morta na cela da Delegacia da Polícia Civil de Juara, município localizado a 690 km de Cuiabá. O óbito foi registrado na sexta-feira (17) e também será apurado em inquérito próprio instaurado pela corporação.

A suspeita havia revelado às autoridades, dias antes, que matou a criança há aproximadamente dois anos e indicou o local onde os restos mortais estariam enterrados. O caso teve início quando o pai da menina procurou a Justiça para solicitar a regulamentação de visitas e o pagamento de pensão alimentícia. Como a criança estava desaparecida havia cerca de dois anos, a Polícia Civil iniciou diligências que culminaram na confissão.

Em um primeiro depoimento, a mulher afirmou que havia entregue a criança, em janeiro de 2024, a uma pessoa desconhecida que moraria em Campinas (SP). Durante as investigações, no entanto, os policiais identificaram contradições no relato. Convocada a um novo depoimento, agora acompanhada pelo advogado de defesa, a suspeita mudou a versão e confessou o crime.

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Segundo o depoimento, ela teria asfixiado a filha com um saco plástico e, em seguida, enterrado o corpo em uma cova rasa nos fundos do sítio onde morava com a família em Juara. A própria mulher conduziu os investigadores até o local indicado. Equipes da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) realizaram escavações na área, mas, até o momento, os restos mortais da criança não foram localizados.

De acordo com a polícia, as características do terreno dificultaram os trabalhos de busca. Ainda assim, a principal linha de investigação considera que a suspeita tenha apontado corretamente o local onde o corpo foi ocultado.

A motivação do crime, conforme apurado, pode estar ligada a um sentimento de vingança ou ressentimento da mulher em relação ao pai da criança, de quem ela estava separada.

Agora, além de esclarecer as circunstâncias da morte da menina, a Polícia Civil também investiga como a suspeita foi encontrada sem vida dentro da cela da delegacia.

*Com informações do G1 MT

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POLÍCIA

Polícia Civil apreende mais de 6 mil litros de combustíveis em Conquita D’Oeste

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Mais de 6 mil litros de combustível transportados de forma irregular e sem comprovação fiscal foram apreendidos pela Polícia Civil, na noite de sexta-feira (17.7), durante fiscalização no município de Conquista D’Oeste.

A ação da Delegacia de Polícia de Pontes e Lacerda também resultou na apreensão de um caminhão e na prisão em flagrante do motorista, que foi autuado pelo crime de produzir, comercializar, utilizar, transportar, armazenar ou praticar outras condutas envolvendo substância tóxica, perigosa ou nociva à saúde humana ou ao meio ambiente, em desacordo com a legislação, na modalidade culposa.

Durante a Operação Protetor das Divisas e Fronteiras, que vem sendo realizada de forma contínua com o objetivo de promover a desintrusão da Terra Indígena Sararé, os policiais civis identificaram intensa movimentação de maquinários, combustíveis e insumos destinados ao abastecimento de garimpos ilegais existentes na região.

Diante da situação, a equipe montou uma barreira no acesso aos garimpos, na zona rural de Conquista D’Oeste. Durante a fiscalização, um caminhão foi abordado e, na vistoria do compartimento de carga, constatou-se que o veículo transportava seis contêineres com óleo diesel, além de dois tambores de gasolina e grande quantidade de produtos alimentícios.

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Questionado sobre a carga, o motorista informou que havia sido contratado para transportar o caminhão até um garimpo. No entanto, ele não possuía a documentação obrigatória referente ao combustível, como as notas fiscais, nem a licença exigida para o transporte dos produtos.

Diante dos fatos, o caminhão e toda a carga foram apreendidos, e o condutor foi encaminhado à delegacia para as providências cabíveis. Na unidade policial, o homem, de 43 anos, foi interrogado e autuado em flagrante por crime ambiental.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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