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MTPrev inicia recadastramento obrigatório de aposentados e pensionistas 

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O Mato Grosso Previdência (MTPrev) inicia, no dia 3 de agosto, o recadastramento obrigatório de aposentados e pensionistas vinculados ao Convênio de Cooperação Financeira nº 2006CV003 MT/MS/União. O procedimento poderá ser realizado pela internet até 11 de setembro.

O convênio regulamenta o pagamento de benefícios previdenciários a servidores que adquiriram o direito à aposentadoria durante o processo de divisão do antigo Estado de Mato Grosso, ocorrido na década de 1970.

A atualização tem como objetivo revisar os dados pessoais, funcionais e financeiros dos beneficiários, além de realizar a prova de vida. Segundo o MTPrev, a medida contribui para reforçar a segurança cadastral e garantir a regularidade dos pagamentos.

O recadastramento estará disponível no Portal de Serviços do Estado de Mato Grosso e no aplicativo MT Cidadão. Para encontrar o serviço, o beneficiário deverá acessar a opção “Realizar Recadastramento MT MS”.

Será necessário entrar no sistema utilizando uma conta Gov.br ou MT Login. A prova de vida será feita pelo aplicativo Gov.br, que exige uma conta com nível de confiabilidade Prata ou Ouro.

O MTPrev orienta que os beneficiários não deixem o procedimento para os últimos dias. Quem não realizar o recadastramento dentro do prazo poderá ter o pagamento do benefício suspenso até a regularização da situação cadastral.

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Em caso de dúvidas ou necessidade de suporte, os beneficiários podem entrar em contato com a Central de Atendimento do MTPrev pelo telefone ou WhatsApp, no número (65) 3363-5300. Também estão disponíveis o chat do portal institucional e o atendimento presencial na sede da autarquia, mediante agendamento.

Nos próximos dias, o órgão deverá divulgar novos materiais com orientações detalhadas sobre as etapas do recadastramento, a documentação necessária e os procedimentos para a conclusão do cadastro.

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Mato Grosso

Elefante Sandro chega a santuário em Chapada dos Guimarães após mais de 40 anos em zoológico

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O elefante Sandro chegou nesta sexta-feira (18.09) ao Santuário dos Elefantes do Brasil (SEB), em Chapada dos Guimarães, a 67 quilômetros de Cuiabá, após uma viagem de dois dias. O animal deixou o Zoológico Municipal Quinzinho de Barros, em Sorocaba (SP), na quarta-feira (16).

A chegada foi registrada e divulgada nas redes sociais do santuário. Nas imagens, Sandro aparece desembarcando no local e sendo recebido pela equipe responsável pelo espaço.

Após permanecer por mais de quatro décadas no zoológico paulista, o elefante passará a viver em Mato Grosso ao lado de Maia, Rana, Mara, Bambi e Guillermina. As cinco elefantas também são asiáticas e foram resgatadas de situações de cativeiro.

Nascido por volta de 1971, Sandro foi capturado ainda filhote na Ásia e levado para o Zoológico de Cauberg, na Holanda. Conforme informações divulgadas pelo santuário, ele passou por treinamento antes de ser trazido ao Brasil pelo circo Orlando Orfei, acompanhado de outros dois elefantes.

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Depois de aproximadamente dez anos participando de atividades em circos itinerantes, o animal foi encaminhado ao Parque Zoológico Municipal Quinzinho de Barros. Sandro permaneceu sozinho no local até 1995, quando a elefanta Haisa chegou do zoológico Beto Carrero.

Os dois viveram juntos durante 25 anos. Haisa morreu em 18 de novembro de 2020, em decorrência de complicações relacionadas à artrose, uma doença degenerativa e incurável.

Após a morte da companheira, Sandro voltou a viver sozinho. A transferência para o santuário mato-grossense foi determinada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), em meio a uma disputa judicial entre o Ministério Público de São Paulo e a Prefeitura de Sorocaba.

Na ação, o Ministério Público apontou a viuvez do animal e as condições do recinto onde ele vivia como fatores relevantes para justificar a transferência. O órgão também ressaltou que elefantes são animais sensíveis e inteligentes e poderiam sofrer com a solidão e a ausência da companheira.

Outro argumento apresentado foi o tamanho reduzido do espaço disponível no zoológico, considerado incompatível com os hábitos naturais da espécie.

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Ao aceitar o pedido do Ministério Público, o juiz Alexandre de Mello Guerra destacou que o local de origem não oferecia as condições mais adequadas para garantir uma vida digna ao animal e que o santuário representava uma alternativa apropriada para sua transferência.

 

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